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Exorcista de Fantasmas: É Amada por Todos - Capítulo 799

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Capítulo 799: Capítulo 799: Acidente de Carro

Gu Nian deu uma risada suave, quase divertida. “Sobre o que você está falando?”

“Você estava por trás disso,” Fu Jian disse baixinho. “O sequestro. Você me armou.”

O maxilar de Gu Nian se apertou, mas ele não respondeu.

“Não minta para mim,” Fu Jian disparou, a voz se elevando. “Você acha que eu não vejo isso? A culpa nos seus olhos? Você está agindo como se tivesse encontrado um cão vira-lata. Mas você sabia exatamente onde eu estava. Você sabia.”

Ainda sem resposta.

“Me tire deste carro,” Fu Jian disse, agora com a voz mortalmente calma.

“Me tire daqui, ou eu juro por Deus, que vou te matar antes que esse carro passe da próxima curva.”

Gu Nian finalmente falou, olhos ainda fixos na estrada.

“Fique quieto, Fu Jian. Você já causou danos suficientes.”

“Do que você está falando?” Fu Jian rosnou, os dedos lentamente se fechando em punhos.

Gu Nian segurou o volante com força, os nós dos dedos pálidos contra o couro.

“Perdi meu emprego por sua causa,” ele disse, com a voz baixa e amarga.

Fu Jian o encarou. “E daí? Você acha que me sequestrar vai consertar sua vida?”

Gu Nian deu um risinho. “Não. Mas seu avô acha que pode.”

A expressão de Fu Jian se distorceu. “O quê?”

Gu Nian assentiu levemente, sem tirar os olhos da estrada.

“O Velho Mestre Fu me ofereceu um acordo. Um bom. Ele disse que, se eu ajudar a limpar a bagunça da família, vou recuperar tudo o que perdi. E mais.”

A boca de Fu Jian se abriu ligeiramente, surpreso. “Ele… ele é quem planejou isso?”

Gu Nian não respondeu isso. Ele apenas continuou dirigindo, agora mais rápido.

A voz de Fu Jian endureceu. “Se você não parar com isso agora, Sicong vai te encontrar. Ele vai atrás de você, e vai destruir sua vida apenas por ter encostado um dedo em mim.”

Gu Nian deu uma risada amarga e fria. “Isso seria possível… se Sicong ainda achasse que você estava vivo.”

Fu Jian congelou.

“…O que você quer dizer?”

Gu Nian finalmente virou-se para olhar para ele, apenas por um segundo, e nesse segundo, Fu Jian viu algo desequilibrado em seus olhos. Algo quebrado.

“Eles vão fingir sua morte,” Gu Nian disse simplesmente.

“Algum acidente trágico na rodovia. O carro bateu. Corpo irreconhecível. Bum. Sumiu. Você vai desaparecer do mundo, Fu Jian.”

O estômago de Fu Jian afundou. “Você está louco.”

“Não,” Gu Nian disse. “Você não é mais Fu Jian. A partir de agora, você é meu Canário. Você vai viver como eu quiser.”

Fu Jian olhou para ele, uma mistura de choque e desgosto se formando em seu rosto. “Você é patético. E você vai fracassar.”

“Veremos,” Gu Nian disse com uma risada.

Os pneus zuniam contra o pavimento molhado, os limpadores de para-brisa marcando o tempo como um relógio lento contando algo invisível. A respiração de Fu Jian ficou mais pesada. Seus dedos pairavam perto do volante, seus olhos fixos na estrada à frente—depois nas mãos de Gu Nian.

Isso não podia continuar. Ele não permitiria.

Sem aviso, Fu Jian avançou.

Suas mãos dispararam para frente e agarraram o volante, puxando-o bruscamente para a esquerda.

O carro virou com força.

Gu Nian xingou e lutou, suas mãos batalhando com as de Fu Jian pelo controle. “O que diabos você está fazendo?! Está louco?!”

Os dentes de Fu Jian estavam cerrados, sua voz um rosnado baixo.

“Não vou voltar. Prefiro destruir este carro do que ser seu prisioneiro. Se eu vou cair, Gu Nian—então você vem comigo!”

Os olhos de Gu Nian se arregalaram, cheios de descrença—e pânico. “Você está insano!”

“Você disse isso mesmo,” Fu Jian cuspiu. “Eu já estou morto, certo? O que eu tenho a perder?”

Gu Nian gritou, tentando puxar o volante de volta, mas era tarde demais. Os pneus guincharam.

O carro saiu da estrada.

BAM—

Atingiu uma árvore.

A frente do carro amassou como papel. O impacto fez o para-brisa se encher de rachaduras e os airbags explodiram com um hissado agudo. Vidro se estilhaçou. Metal gemeu.

Tudo ficou branco por um segundo.

Então, silêncio.

Fu Jian piscou, coração martelando em seu peito como um tambor de guerra. Ele estava respirando. Acordado.

Ainda vivo.

Lentamente, ele olhou para si mesmo.

Sem ossos quebrados. Sem sangue. Nem mesmo um arranhão.

Ele franziu a testa, confuso. Então seus olhos captaram um brilho verde suave.

O pingente de jade.

Ele pendia em seu pescoço, quente contra seu peito. As runas suaves gravadas em sua superfície cintilavam com uma luz que se apagava lentamente, como se tivesse acabado de fazer algo—ativado.

Ele prendeu a respiração.

Yu Sicong…

Ele se lembrou da noite em que Sicong o deu a ele.

“É de Holea,” Sicong havia dito, meio rindo. “Ela gravou runas protetoras nele. Ela jura que pode te proteger de ferimentos graves. Não sei se é real, mas… mantenha-o de qualquer forma. Por mim.”

Fu Jian havia rido naquela época. Pensou que era apenas um doce absurdo. Algo romântico. Um talismã mais do que qualquer coisa.

Mas agora—

Ele olhou novamente. O jade estava frio agora, silencioso, mas o ar ao seu redor parecia diferente.

Tinha-o protegido.

Enquanto isso, Gu Nian estava largado sobre o volante, sangue escorrendo pela testa. Sua respiração era superficial. Ele gemeu, tentando levantar a cabeça, mas falhando.

Fu Jian ficou quieto por um momento, recuperando o fôlego enquanto a chuva batia firmemente contra o teto amassado do carro.

O cheiro de fumaça, metal e folhas úmidas enchia o ar. Suas mãos tremiam levemente, mas sua mente estava clara.

Ele se virou para Gu Nian. Sangue manchava o lado do rosto de Gu Nian, e ele gemeu suavemente, meio consciente.

Fu Jian se inclinou, seus movimentos tensos mas focados, e começou a procurar no bolso do casaco de Gu Nian. Após um momento, seus dedos se fecharam em torno de uma forma fria e retangular — um telefone.

Ele o puxou e destravou com o polegar inerte de Gu Nian.

A tela se acendeu. Sem hesitar, ele ligou para Yu Sicong.

O telefone tocou uma vez.

Duas vezes.

Então um clique.

Uma voz familiar surgiu — calma, afiada e fria.

“Por que está me ligando, Gu Nian?”

Os lábios de Fu Jian se abriram, e ele falou rapidamente, a voz tensa com emoção.

“Não é Gu Nian. Sou eu. Fu Jian.”

Houve um instante de silêncio. Então:

“…Fu Jian?”

O tom frio na voz de Sicong estalou, substituído por surpresa e descrença.

“É mesmo você?”

“Sim. Sou eu.”

Fu Jian engoliu em seco, apertando o telefone com mais força.

“Não tenho tempo para explicar tudo, mas estou compartilhando a localização agora. Por favor, venha rápido. Estou ao lado da rodovia… o carro bateu.”

Um ping da localização foi enviado automaticamente do telefone.

“Escapei dos sequestradores,” continuou Fu Jian. “Mas não era apenas um grupo qualquer. Gu Nian — ele estava por trás de tudo. Ele planejou tudo junto com o Velho Mestre Fu. Acabei de descobrir.”

O outro lado da linha ficou em silêncio absoluto.

Então a voz de Sicong retornou, mais baixa e mais fria que antes — como gelo rachando sob a superfície de um lago congelado.

“Estou indo. Não desligue

……….

A chuva tinha aumentado quando os faróis cortaram a névoa, deslizando pela estrada escura como uma lâmina através do nevoeiro.

O carro de Yu Sicong parou com um guincho apenas a alguns metros da carcaça.

O motor mal desligou antes que ele saísse do banco do motorista, correndo pela chuva.

Seu coração trovejava em seu peito.

“Não, não, por favor não—”

A visão do metal retorcido o parou por um segundo. A frente do carro havia colidido com uma árvore grossa.

Fumaça saía do motor. Vidros cobriam o chão como gotas de chuva congeladas.

Então ele viu a figura no banco do passageiro.

Curvada. Sangue escorrendo pelo lado do rosto.

Seu fôlego ficou preso na garganta. Seu peito apertou.

“Fu Jian?” ele sussurrou. Então mais alto— “FU JIAN!”

Ele correu, escorregando um pouco no chão molhado, mas se segurando na porta do carro. Seus dedos tatearam a maçaneta, puxando-a.

O corpo não se moveu.

“Jian—Jian, fale comigo, por favor—”

Ele estendeu a mão e tocou o rosto da figura. O sangue ainda estava úmido. A pele estava fria. Seu coração afundou no estômago.

“Não…” ele arfou. “Não, não, por favor, você prometeu—”

Lágrimas embaçaram sua visão. Ele caiu de joelhos ao lado do carro, suas mãos tremendo enquanto alcançavam o corpo imóvel.

“Eu devia ter vindo mais cedo, eu devia ter—” Sua voz falhou. “Por que você não esperou por mim?”

Seu peito arfava enquanto soluçava, a chuva se misturando às lágrimas que corriam por seu rosto.

A dor — crua e profunda — inundou-o como uma onda gigante.

Ele pressionou sua testa contra a borda do banco do passageiro, incapaz de respirar por causa da dor.

Ele não percebeu os passos atrás dele.

Não ouviu a voz até que ela falou suavemente:

“Sicong…?”

A cabeça de Yu Sicong se ergueu.

Seu fôlego congelou.

Lentamente, ele se virou.

E lá, parado a poucos metros, encharcado da cabeça aos pés pela chuva — estava Fu Jian. Vivo.

Ileso.

Olhando para ele com olhos arregalados e incertos.

Sicong olhou, atônito, incapaz de processar o que estava vendo. Sua boca se moveu, mas nenhum som saiu.

Fu Jian deu um pequeno passo à frente. “Estou bem… Não sou eu. É Gu Nian. Ele é quem está no banco.”

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