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Exorcista de Fantasmas: É Amada por Todos - Capítulo 695

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  3. Capítulo 695 - 695 Capítulo 695 Valor 695 Capítulo 695 Valor Os seguranças
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695: Capítulo 695: Valor 695: Capítulo 695: Valor Os seguranças permaneceram imóveis, suas expressões indecifráveis.

Vendo a falta de reação deles, só alimentou sua fúria.

“Você acha que pode simplesmente me arrastar daqui como algum delinquente?” ele sibilou, com o caco de vidro tremendo levemente em sua mão.

“Eu não vou embora até que eu esteja pronto.”

Por um breve momento, o silêncio pesou no ambiente.

Mas antes que alguém pudesse se mover, uma nova voz cortou a tensão—uma voz calma, autoritária que imediatamente comandou atenção.

“Chega.”

Todos os olhares se voltaram para a entrada, onde um homem mais velho estava, sua presença irradiando um poder silencioso.

Seus cabelos eram prateados nas têmporas, seu terno sob medida impecável, e seu olhar penetrante se fixou no Jovem Mestre Fu com decepção.

Era o Velho Sr. Fu.

“Você já causou confusão suficiente,” ele disse, sua voz baixa, mas firme. “Essa sua rebelião infantil acaba agora.”

O maxilar do Jovem Mestre Fu se contraiu, seu corpo se rigidificando à vista de seu avô.

“Você não tem direito de estar aqui”, cuspiu o Jovem Mestre Fu, sua voz tremendo com uma raiva mal contida.

Os olhos do Velho Sr. Fu se estreitaram, o leve indício de um sorriso brincando nos cantos de sua boca.

“Sua mãe fez as escolhas dela,” ele respondeu friamente. “Assim como você está fazendo as suas agora. Mas entenda isso—a desobediência tem consequências.”

As palavras pairaram no ar como uma ameaça, mas o Jovem Mestre Fu manteve sua posição.

Apesar das probabilidades esmagadoras, apesar do medo roendo as bordas de sua resolução, ele se recusou a recuar.

“Faça o que quiser,” ele retrucou. “Mas eu não vou deixar você reescrever a história. Não vou deixar você destruir tudo o que ela representava.”

A expressão do Velho Sr. Fu endureceu, o verniz da civilidade deslizando o suficiente para revelar o homem impiedoso por baixo.

“Que seja,” ele murmurou, sinalizando para os seguranças com um leve aceno.

Antes que o Jovem Mestre Fu pudesse reagir, dois dos guardas avançaram com rapidez, seus movimentos ágeis e treinados.

Ele tentou golpear com o caco de vidro, mas não era páreo para a força coordenada deles.

Eles arrancaram a arma de sua mão, imobilizando seus braços atrás de suas costas enquanto ele lutava, seus gritos ecoando pelos corredores estéreis do hospital.

“Me soltem!” ele rugiu, sua voz rouca de frustração e impotência. “Vocês não podem fazer isso!”

Mas suas palavras foram ignoradas.

Os guardas o arrastaram para fora do quarto, seus pés descalços raspando contra o piso frio.

O Velho Sr. Fu observou com uma expressão distanciada, suas mãos cruzadas atrás das costas como se estivesse supervisionando uma transação comercial, em vez da remoção forçada de seu próprio neto.

Com um olhar frio em seus olhos ele murmurou,
“Se você não fosse repugnante e continuasse perseguindo aquele Jovem Mestre da Família Yu, eu poderia ter mostrado um pouco de misericórdia.”

“Seu maldito lunático! Eu nunca te pedi um centavo! Eu estava vivendo uma boa vida sem você! Foi você quem insistiu em me trazer. Eu já tinha te contado sobre a minha orientação sexual naquela época!” gritou o Jovem Mestre Fu.

O Velho Sr. Fu subitamente parou o segurança com suas mãos e olhou para o Jovem Mestre Fu com uma expressão sombria,
“E daí?”

“Você disse que não iria interferir! Seu filho da p*ta! Você agiu como um avô bondoso e me fez disposto a desistir dos bens para você, para que você pudesse me emprestar o direito de perseguir Sicong!

Mas se eu soubesse que você matou minha mãe, eu nunca teria te dado um único centavo!”

A risada do Velho Sr. Fu ecoou pelo corredor estéril, fria e aguda como vidro quebrado.

Seus olhos brilhavam com um divertimento sombrio enquanto ele se aproximava lentamente de seu neto em luta.

Os seguranças mantinham Fu Jian bem preso, mas seu olhar desafiador nunca vacilou.

“Você realmente acha que eu me importava com sua historinha de amor?” o Velho Sr. Fu zombou, parando a apenas centímetros do rosto de Fu Jian. Seu hálito era frio, carregado de condescendência.

“No início, pensei que talvez—apenas talvez—que Yu Sicong se importasse com você. Eu não planejava interferir imediatamente. Eu queria esperar, para ver se aquele garoto realmente te amava.”

Os olhos de Fu Jian se arregalaram por um momento, confusão piscando por trás de sua fúria.

Ele não esperava que seu avô admitisse estar observando tão de perto. Mas o Velho Sr. Fu não tinha terminado.

“Eu dei alguns anos,” ele continuou, sua voz baixa e deliberada.

“Pensei que se Sicong mostrasse até um indício de afeto real, eu poderia ter deixado você ter sua fantasia bobinha. Mas então…”

Ele riu novamente, desta vez de maneira mais profunda, mais ameaçadora. “Então eu ouvi a verdade.”

O coração de Fu Jian batia forte em seu peito.

Ele não queria ouvir o que estava por vir, mas não conseguia se impedir de escutar.

“Meu pessoal me contou,” sussurrou o Velho Sr. Fu, sua voz como veneno pingando nos ouvidos de Fu Jian.

“Que Yu Sicong é um homem hétero. Ele nunca teve sentimentos por você. Nunca teria. Você era apenas uma distração para ele—algo para rir com os amigos em segredo.”

O rosto de Fu Jian empalideceu, seu corpo parando no agarrão dos guardas.

As palavras atingiram mais forte do que qualquer golpe físico poderia.

Mas ele rapidamente mascarou a dor, apertando o maxilar e cuspiu de volta,
“Você está mentindo. Você diria qualquer coisa para me derrubar.”

O Velho Sr. Fu sacudiu a cabeça lentamente, uma zombaria de simpatia em seus olhos.

“Acredite no que quiser, garoto. Mas no fundo, você sabe que é verdade. Por que você acha que Sicong nunca te deu uma chance real? Por que você acha que ele te manteve à distância, sempre educado mas nunca próximo?”

A mente de Fu Jian voltou a cada interação com Yu Sicong.

Yu Sicong sempre o procurava quando tinha algo a pedir…

Ele tinha se convencido de que aqueles momentos significavam algo.

Mas agora, sob o olhar cruel de seu avô, essas lembranças pareciam vazias.

“Mas essa não é a pior parte,” disse o Velho Sr. Fu, inclinando-se ainda mais perto.

“A pior parte é que você estava disposto a desistir de tudo por ele. Seu orgulho. Sua herança. Seu futuro. Tudo por um homem que nunca quis você.”

A respiração de Fu Jian vinha em rajadas curtas e dolorosas.

Sua visão embaçada com lágrimas não derramadas, mas ele se recusou a deixá-las cair na frente desse homem.

“Você acha que ganhou?” ele sussurrou, sua voz rouca, mas firme.

“Você acha que levar meu dinheiro, o legado da minha mãe, vai me quebrar? Você está enganado.”

O sorriso do Velho Sr. Fu desapareceu, seus olhos estreitando em fendas.

“Eu não preciso te quebrar, Jian. Você já fez isso consigo mesmo.”

Com um último olhar de desdém, o Velho Sr. Fu virou-se e se afastou, seus passos ecoando pelo corredor.

Os seguranças apertaram o agarre em Fu Jian, arrastando-o ainda mais longe do lugar que ele já chamou de seguro.

Mas enquanto ele era levado, o coração de Fu Jian endureceu.

Seu avô poderia ter tirado tudo dele, mas o fogo em seu peito ainda queimava.

Isso não era o fim.

Nem perto.

Fu Jian foi expulso do hospital sem nada em seu nome.

Ele rapidamente se aproximou de uma pessoa que passava e pediu pelo telefone.

“Só quero fazer uma ligação rápida.”

A passante, uma mulher mais velha com olhos bondosos, hesitou por um momento.

Ela olhou para Fu Jian—seu cabelo bagunçado, o roupão do hospital ainda aderindo a sua silhueta magra, e o desespero em seus olhos.

Depois de um segundo, ela entregou o telefone a ele, seus dedos demorando como se não tivesse certeza se deveria confiar nele.

“Só uma ligação,” ela disse suavemente.

Fu Jian acenou rapidamente, suas mãos tremendo enquanto ele discava o número que sabia de cor. O telefone tocou uma, duas vezes, e então—
“Alô?” uma voz familiar atendeu, suave e casual como se nada no mundo estivesse errado.

“Han,” Fu Jian sussurrou, sua voz mal se mantendo firme.

Houve uma pausa do outro lado. “Fu Jian? O que—por que você está me ligando?”

Fu Jian engoliu em seco. Seu coração batia no peito como se quisesse escapar.

“Eu preciso da sua ajuda,” ele disse, sua voz se quebrando. “Eles me expulsaram. Eu não tenho para onde ir.”

Bei Han era seu melhor amigo. Fu Jian tinha certeza que ele o ajudaria.

“Fu Jian…” Bei Han finalmente falou, mas seu tom agora era diferente. Distante. Frio. “Eu não acho que seja uma boa ideia.”

O estômago de Fu Jian afundou. “O que? Como assim? Han, por favor. Eu não tenho mais ninguém.”

Do outro lado, Bei Han suspirou.

“Olha, Jian… Eu nunca te disse isso mas sinto nojo. Sinto nojo de pessoas gays. Eu só era amigo de você porque você era rico.

Mas recentemente eu soube que seu avô te deserdou…e suas palavras agora há pouco confirmaram tudo.”

Fu Jian sentiu como se o ar tivesse sido tirado dos seus pulmões. Sua mão segurando o telefone começou a tremer, e seus joelhos se enfraqueceram como se fossem ceder a qualquer segundo.

“Você… está brincando, né?” Fu Jian sussurrou, sua voz mal sendo um sopro.

Mas não havia brincadeira na voz de Bei Han quando ele respondeu.

“Não, eu não estou. Não preciso mais fingir, Fu Jian. Você está quebrado agora. E honestamente… eu não quero estar perto de alguém como você.”

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