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Exorcista de Fantasmas: É Amada por Todos - Capítulo 694

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  3. Capítulo 694 - 694 Capítulo 694 Jovem Mestre Fu 694 Capítulo 694 Jovem
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694: Capítulo 694: Jovem Mestre Fu 694: Capítulo 694: Jovem Mestre Fu Afinal, Yu Holea não tem falta de admiradores. Sejam homens ou mulheres.

Qiao Jun abraçou Yu Holea e disse,
“Agora que terminamos, vamos sair primeiro, Sra. Wu.”

Wu Nian o impediu e voltou-se para Yu Holea com uma expressão séria,
“Se algum dia precisar da minha ajuda, é só me avisar. Estarei presente por você. Para sempre.”

Yu Holea assentiu com um sorriso. Antes que pudesse dizer qualquer palavra, Qiao Jun a envolveu em seus braços e a teleportou para sua casa ancestral.

A mudança súbita de espaço deixou Yu Holea momentaneamente sem fôlego.

A familiar frieza da casa ancestral de Qiao Jun se acomodou em torno dela enquanto os resquícios da energia de teletransporte dissipavam.

Qiao Jun ainda tinha os braços firmemente ao redor dela, seu rosto enterrado em seu cabelo prateado.

Seu aperto era forte, quase desesperado, como se pela pura vontade ele pudesse manter o mundo — e qualquer outra pessoa — de levá-la embora.

“Jun,” Yu Holea sussurrou suavemente, sua voz cortando o silêncio,
“Eu não vou a lugar nenhum.”

Ele recuou o suficiente para olhar em seus olhos, seu habitual calma substituído por algo cru, quase vulnerável.

“Eu sei,” ele murmurou, seu polegar acariciando sua bochecha.

“Mas ouvir Wu Nian dizer isso… ver como todos olham para você…” Sua voz se esvaiu, frustração piscando em seu olhar. “Eu não quero te perder.”

Os lábios de Yu Holea se curvaram em um sorriso gentil. Ela levantou a mão, segurando seu rosto com as duas mãos, seu toque acalmando.

“Você não vai me perder, Jun. Eu escolhi você, lembra? Não Wu Nian. Ninguém mais.”

Seu polegar traçou a linha de sua mandíbula, fixando-o em suas palavras.

“Ainda assim…” Qiao Jun arrastou a palavra.

Yu Holea revirou os olhos. Ela se lembrou do conselho dado por seus irmãos.

‘Não mime homens demais, eles só vão pedir mais.’
“É seu problema, você que lide com isso então.” Yu Holea disse com um brilho travesso nos olhos.

Qiao Jun ergueu a sobrancelha e levantou Yu Holea no estilo nupcial caminhando em direção ao seu quarto.

“Ou talvez, eu não tenha segurança suficiente. Você deveria me dar alguma segurança, querida.”

Yu Holea soltou um gritinho surpreso enquanto Qiao Jun a levantava com facilidade, seus braços fortes aconchegando-a contra seu peito.

Ela podia sentir o ritmo constante do coração dele sob o tecido de sua camisa, um ritmo reconfortante que combinava com a leve agitação em seu próprio peito.

“Jun!” ela protestou, embora o riso em sua voz traísse qualquer resistência real. “Me coloque no chão!”

Mas Qiao Jun apenas apertou seu aperto, um sorriso travesso puxando as pontas de seus lábios.

Seus olhos escureceram um pouco, a usual calma substituída por algo mais profundo — algo que enviava um arrepio pela espinha de Yu Holea.

“De jeito nenhum,” ele murmurou.

Yu Holea envolveu seus braços ao redor do pescoço dele, seu cabelo prateado caindo como uma cortina sobre seus ombros.

Ela podia sentir o calor de sua respiração contra seu templo, a proximidade de seu corpo acendendo um fogo sob sua pele.

Antes que ela pudesse oferecer uma resposta astuta, ele empurrou a porta de seu quarto com o pé, entrando e a fechando atrás deles com um baque suave.

O coração de Yu Holea acelerou enquanto Qiao Jun se inclinava, sua testa descansando gentilmente contra a dela.

“Eu não preciso da admiração de mais ninguém,” ela sussurrou, seus dedos entrelaçando em seu cabelo. “Você é o único que eu quero.”

A respiração de Qiao Jun prendeu, seus olhos escurecendo enquanto ele inclinava o queixo dela para cima, seus lábios pairando logo acima dos dela.

“Então prove,” ele sussurrou, sua voz rouca de desejo.

Yu Holea não hesitou.

Ela fechou a distância entre eles, seus lábios encontrando os dele em um beijo que foi inicialmente suave, mas rapidamente se aprofundou conforme a tensão entre eles acendia algo mais poderoso.

Suas mãos deslizavam pelas costas dela, puxando-a para mais perto, como se não pudesse ter o suficiente dela, enquanto as dela exploravam os contornos de seus ombros, memorizando a sensação dele sob suas pontas dos dedos.

O mundo lá fora desaparecia enquanto o beijo se tornava mais urgente, seus corpos pressionando um contra o outro com uma necessidade que vinha fervendo logo abaixo da superfície.

As mãos de Qiao Jun encontraram a barra de sua blusa, seu toque enviando arrepios pela espinha dela enquanto ele lentamente, propositalmente, deslizava para cima, expondo a pele lisa por baixo.

Yu Holea soltou um suspiro suave contra seus lábios, seu coração acelerando enquanto ela sentia o calor de suas mãos em sua pele nua.

Ela puxou sua camisa em retorno, seus dedos mexendo com os botões, ansiosa para sentir o calor da pele dele contra a dela.

Quando finalmente conseguiu, ela afastou o tecido, suas mãos explorando as planícies firmes de seu peito, o ritmo constante de seu coração sob seu toque a aterrissando mesmo enquanto a elevava.

Qiao Jun interrompeu o beijo apenas o tempo suficiente para puxar sua camisa sobre a cabeça, seus olhos nunca deixando os dela.

A luz do luar destacava os ângulos nítidos de seu rosto, a intensidade de seu olhar fazendo seu fôlego parar na garganta.

“Você é minha,” ele sussurrou, sua voz uma promessa, um voto.

Os lábios de Yu Holea se curvaram em um sorriso, suas mãos segurando seu rosto enquanto ela sussurrava de volta, “E você é meu.”

Com isso, ele a abaixou na cama, seu corpo pressionando contra o dela.

“Eu não consigo me controlar…” A respiração de Qiao Jun estava rouca.

Yu Holea olhou para Qiao Jun, com os olhos úmidos, havia um toque de súplica neles.

Qiao Jun pausou, toda a luxúria pulsando em seu corpo foi suprimida e ele a abraçou.

“Desculpe, eu te assustei?”

Yu Holea balançou a cabeça, antes de explicar,
“Eu… eu só queria me guardar até o casamento.”

“Eu sei. Me desculpe.” Qiao Jun disse suavemente. “Foi tudo erro meu. Não vou dizer essas coisas novamente. Tudo bem?”

Yu Holea soltou um suspiro trêmulo, seu coração ainda batendo forte em seu peito — não de medo, mas da enxurrada avassaladora de emoções girando dentro dela.

Ela apertou seus braços ao redor de Qiao Jun, enterrando o rosto na curva de seu pescoço.

O calor de sua pele e o ritmo constante de seu coração a ancoravam, fixando-a na segurança de seu abraço.

“Não é sua culpa,” ela murmurou, sua voz abafada contra sua pele. “Eu só… sempre imaginei que acontecesse de uma certa maneira. Quando a hora fosse certa.”

Qiao Jun recuou um pouco, apenas o suficiente para encontrar seu olhar.

Seus olhos amoleciam, a intensidade derretendo em algo terno, algo reverente.

“Eu entendo,” ele sussurrou, afastando um fio rebelde de cabelo prateado dela.

“E quando esse momento chegar, eu vou esperar. Não importa quanto tempo leve. Você vale isso e mais.”

O coração de Yu Holea se encheu com suas palavras.

A vulnerabilidade em sua voz, a sinceridade em seus olhos — era mais intoxicante que qualquer beijo, mais vinculante que qualquer toque físico.

Ela ergueu a mão, suas pontas dos dedos traçando as linhas de seu rosto — o maxilar forte, a curva suave de seus lábios, os cílios escuros que emolduravam os olhos cheios de nada além de devoção.

“Obrigada, Jun,” ela sussurrou, sua voz tremendo com emoção.

“Por entender. Por ser paciente comigo.”

Os lábios de Qiao Jun se curvaram em um sorriso gentil, a tensão em seu corpo aliviando enquanto ele se inclinava para dar um beijo leve como uma pena em sua testa.

“Não sou apenas paciente com você, Holea,” ele murmurou contra sua pele. “Eu estou apaixonado por você. Isso é o mínimo que eu posso fazer por você.”

Essas palavras a envolveram como um cobertor macio, envolvendo-a em calor.

Ela já tinha ouvido pessoas professarem amor antes — palavras vazias jogadas ao vento como promessas frágeis — mas isso era diferente.

Com Qiao Jun, não eram apenas palavras. Estava na maneira como ele a segurava, e na maneira como ele a olhava.

Ela segurou seu rosto novamente, seu polegar acariciando seu osso da bochecha.

“Eu também te amo, Jun. Mais do que eu jamais pensei ser possível.”

………..

Crash.

“Que porra. Quem são vocês?” Um jovem com belos cabelos azuis, olhos azuis, pele pálida e traços suaves gritou.

Ele estava vestido com um roupão de hospital e tinha um gotejamento intravenoso conectado à sua mão esquerda.

Com um caco de vidro quebrado em suas mãos, ele ameaçou os dez guarda-costas que estavam parados a uma certa distância dele.

Os guarda-costas trocaram olhares antes de um deles dizer,
“Jovem Mestre Fu, o Velho Sr. Fu nos pediu para expulsá-lo do hospital. Por favor, coopere.”

Jovem Mestre Fu balançou a cabeça firmemente,
“Diga ao velho que ele não pode simplesmente pegar todas as propriedades da minha mãe e agir de forma gentil na frente da mídia.”

“Mestre Fu, resistir só tornará isso mais difícil. Estamos sob ordens estritas. Por favor, não force nossa mão.”

Jovem Mestre Fu riu sarcasticamente, o som agudo e amargo na sala silenciosa.

“Ordens estritas? De quem? Do mesmo homem que desfila como um patriarca benevolente enquanto rouba tudo pelo que minha mãe trabalhou e a mata?” Sua voz estalou ligeiramente nas bordas, traindo a dor mais profunda por trás de sua raiva.

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