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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 82

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  3. Capítulo 82 - 82 Capítulo bônus Germes 82 Capítulo bônus Germes Basti
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82: [Capítulo bônus] Germes 82: [Capítulo bônus] Germes “Basti, ali!” 
Heaven arrastou Sebastian empolgada até o estabelecimento colorido. Era óbvio que ela mal conseguia conter a excitação, enquanto o garoto permanecia neutro. Alguém poderia confundir Heaven como a criança e Sebastian como o pai dela. 
“Espere por mim aqui.” Heaven o soltou quando correu até a recepção para comprar ingressos para os dois.

Enquanto Heaven fazia isso, Sebastian ficou a poucos passos dela. Ele olhou ao redor da entrada do estabelecimento, vendo pessoas lá dentro. 
‘Parece… cansativo,’ foi a primeira coisa que veio à mente dele, voltando a olhar para sua mãe. O rosto dele contraiu um pouco ao ver que Heaven casualmente pegou um biscoito de cortesia da casa maluca. 
‘Nós acabamos de comer,’ ele murmurou para si mesmo, imaginando como todas aquelas sobremesas cabiam no estômago de sua mãe. ‘Mas ela parece feliz, pelo menos.’
Sebastian havia ido a alguns parques de diversões e casas malucas no passado. Seu pai às vezes o levava para passarem um tempo juntos, mas, infelizmente, ambos não apreciavam a beleza desses lugares. Não seria exagero dizer que eles simplesmente estavam sendo forçados. Ainda que nunca admitissem verbalmente, por uma questão de dizerem que se divertiram juntos, lá no fundo era apenas uma verdadeira tortura.

Seu Tio Axel também o convidava com frequência. Sempre que Axel tinha sucesso, ele levava Sebastian a lugares bons para crianças, mas Sebastian já tinha tido o suficiente disso e recusou a acompanhá-lo. Especialmente depois da última vez que saíram juntos. 
‘Desta vez é como aquelas outras,’ ele pensou, mantendo o olhar no perfil de sua mãe. ‘Mas de alguma forma, espero que não me decepcione.’
“Basti~” Assim que ela pegou os ingressos, Heaven se agachou rapidamente na frente dele. “Me dê seu braço. Eu já peguei nossos ingressos. Está animado?”

“Mhm.” Sebastian levantou o braço, e ela rapidamente enrolou a tira do ingresso em seu pulso. 
“Eu também, estou animada.” Ela sorriu. “Vai ser divertido.”

“Tomara.”

Dito isso, Heaven colocou seu ingresso antes de serem autorizados a entrar no estabelecimento. Já havia pessoas lá dentro, mas não estava tão cheio porque era um dia de semana.

Heaven não perdeu um segundo antes de ir aos grandes balcões com um slime gigante na superfície. 
“Basti, olha!” ela cutucou o slime, pegando um punhado antes de puxá-lo para cima. “Nossa… tão satisfatório.”

Sebastian apenas ficou ao lado dela, observando-a se maravilhar com o slime que estava manuseando. Ele olhou para outra pessoa (o funcionário responsável) ao redor da mesa, e este lhe ofereceu um sorriso caloroso. 
“Vocês trocam esses slimes todos os dias?” ele perguntou monotonamente, enfiando um dedo no material. 
“Sim.” o funcionário manteve o sorriso, um pouco surpreso com a pergunta do garoto. 
“Sério?” Heaven pestanejou, surpresa. “Mas por que?”

“Porque bactérias e fungos comumente crescem neles,” explicou Sebastian para sua mãe, cutucando o slime apenas com seu indicador. “Considerando que pessoas diferentes entram aqui e podem brincar com ele à vontade, também podem conter vírus. Quem sabe de onde vieram as mãos dessas outras pessoas?”

Tanto Heaven quanto o funcionário se olharam, sem palavras. Quando seus olhares voltaram para Sebastian, um suspiro escapou dos lábios de Heaven enquanto o funcionário sorria.

“É por isso que oferecemos álcool antes de deixarmos nossos convidados tocarem em qualquer coisa.” A funcionária moveu a mão para o álcool que estava bem ao lado da mesa. “Embora às vezes nossos convidados podem ficar muito empolgados, e aí já é tarde demais para lembrá-los de higienizar as mãos.”

“Tudo bem.” Sebastian levantou a cabeça, mantendo sua expressão séria. “Desde que vocês os troquem todo dia. Acho que está bom.”

“Heh…” a funcionária riu nervosamente, olhando para Heaven como se mentalmente perguntasse a ela se este menino era sempre assim. 
“Basti, ter contato com germes não é realmente ruim.” Heaven suspirou mais uma vez enquanto esperava que a atenção de seu filho caísse sobre ela. “Você percebeu que a maioria das crianças que brinca na rua não fica doente facilmente comparada àquelas que estão sempre limpas? Isso porque essas crianças que brincam nas ruas são amigas dos germes, então os germes não prejudicam os seus amigos.”

???

Tanto Sebastian quanto o funcionário olharam para Heaven com genuína confusão. O que ela estava dizendo sobre germes, crianças e amizade? Ela tinha consciência do que estava falando?

“O que eu quero dizer é que um pouco de sujeira está tudo bem.” Heaven continuou como se não percebesse o olhar estranho de seu filho e do funcionário. “Não vai machucar! Se você ficar se preocupando com tudo, então você está tirando a diversão da vida.”

“Mas e se você ficar doente de novo?”

“Hã?” O cérebro dela ficou em branco por um momento antes que o questionamento dele a atingisse. Mais uma vez, este menino estava mais preocupado com a saúde dela e não com a dele. 
“Basti.” Heaven suspirou, agachando-se para ficar na altura dos olhos dele. “Mamãe não vai ficar doente de novo. E mesmo que eu fique, é só tomar remédio e ficar boa o mais rápido possível!”

Sebastian não respondeu, olhando dentro dos olhos dela. “Você está sendo imprudente.”

“Preocupar-se demais só vai tirar a diversão da vida.” Os lábios dela se esticaram de orelha a orelha até que os dentes aparecessem completamente. “De qualquer forma, este é nosso encontro. Pelo menos, vamos nos divertir, hmm?”

“Vou tentar.”

“Desde que você tente, isso já é bom o suficiente para mim.” Os olhos dela se apertaram, já satisfeita com a resposta dele. “De qualquer forma, você se interessa por slimes? Parece que você sabe um pouco sobre eles.”

“Eu me interessei por eles um pouco antes, até que se tornou chato.”

“Haha! Meu Basti com certeza é um gênio!” Heaven elogiou, batendo palma. “Mamãe é sempre tão orgulhosa de você!”

A reação dela fez com que as sobrancelhas dele se levantassem levemente, olhando para o funcionário, que os observava com um sorriso. Havia outras pessoas ao redor, mas Heaven nunca hesitou em mencionar o relacionamento deles. Ele não se deteve em como Heaven corrigiu o funcionário da confeitaria, embora isso o tenha pegado de surpresa. Mas parece que não era só para mostrar.

“Devemos tentar aquele?” Sebastian apontou para a barraca ao lado, fazendo-a virar na mesma direção. “Eu quero tentar.”

“Balão estourador?” Heaven observou dois crianças bombear as alavancas que enchiam o balão de ar, competindo para ver qual balão estouraria primeiro.

Os olhos dela brilharam. Ela queria tentar aquilo. 
“Vamos!” A empolgação brilhou em seus olhos, quase fazendo com que ele risse. “Parece divertido.”

“Parece mesmo.” Desta vez, Sebastian não conseguiu impedir que seus lábios se estirassem, quase fazendo com que ela ofegasse. Esta foi a primeira vez que ela o viu sorrir, embora tenha sido breve. “O que?”

Sebastian inclinou a cabeça para o lado. “Por que você está me olhando como se tivesse visto um fantasma?”

“Ah, nada.” Ela riu constrangida antes de beliscar levemente as bochechas dele. “É só que meu bebê é tão fofo sorrindo. Isso me faz querer fazer de tudo para manter esses lábios curvados para cima.”

Essas não eram palavras vazias. Depois de vê-lo sorrir pela primeira vez, Heaven achou que Sebastian parecia mais uma criança, não apenas um adulto preso no corpo de um menino de quatro anos. Ela faria de tudo para fazê-lo feliz… assim como a presença e a existência dele enchiam seu coração de uma satisfação inexplicável. 

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