Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 329
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329: [Capítulo bônus] Me ajude 329: [Capítulo bônus] Me ajude DING DONG!
Gerente Chu apertou a campainha repetidamente. A preocupação era evidente em seus olhos, com medo do que poderia ter acontecido e o que Paula tinha feito. Pior. Ela estava preocupada que Paula pudesse se machucar no jeito como ela construiu suas palavras.
DING DONG!
“Paula.” Desta vez, Gerente Chu bateu na porta como se abusar da campainha não fosse suficiente. “Sou eu. Abra a porta…”
Gerente Chu calou-se à medida que a porta lentamente se abria por dentro. No entanto, a porta não estava totalmente aberta, mal permitindo que Gerente Chu visse Paula lá dentro.
“Paula?” ela franzia a testa, tentando empurrar a porta apenas para perceber que estava trancada duas vezes por dentro. “O que você está — por que você não a abre por dentro? O que está acontecendo com você, hein?”
Paula comprimiu os lábios, olhando para a gerente em pânico do lado de fora da porta. “Gerente Chu.”
“Hmm?” Gerente Chu fez uma pausa, olhando para Paula com um leve pânico. “O que foi, Paula? Me deixe entrar.”
Um minuto se passou antes de Paula fechar a porta novamente, destrancando-a por dentro. Gerente Chu não tinha paciência sobrando enquanto entrava, postando-se na frente de Paula para checá-la.
“Meu Deus, Paula.” Gerente Chu segurou o ombro de Paula, respirando aliviada. “Pensei que algo ruim tinha acontecido com você.”
“O que você achou que aconteceu comigo, Gerente Chu?”
Ouvindo essa pergunta sem sentido, Gerente Chu a encarou. “Como assim? Você leu a mensagem que você me enviou?! Eu pensei que você estava planejando cometer suicídio!”
“Ah. Desculpe por isso.”
“Céus.” Gerente Chu recuperou o fôlego, afastando a mão dos ombros de Paula. “Então? Qual é essa emergência que você me fez correr pra cá o mais rápido possível?”
“Bem…” Paula mordeu os lábios hesitantemente, apenas para ver sua gerente franzir a testa.
“Seu soro.” Gerente Chu franzia a testa. “Paula, você tirou o soro?”
“Ah. É.”
“É?” Gerente Chu debochou. “Por que você tirou? Deveria levar pelo menos uma hora ou mais para terminar a bolsa inteira. Foi por isso que estava voltando aqui, já que esqueci que uma enfermeira do ambulatório voltará aqui para removê-lo ou substituí-lo. Depende se sua condição melhorou.”
“Condição?” desta vez, Paula franzia a testa, desgostando das asneiras que Gerente Chu estava dizendo. “Gerente Chu, eu só desmaiei por falta de sono e estresse. Não faça parecer que estou doente.”
“Paula, você ainda vai mentir pra mim?” Gerente Chu clicou a língua. “Eu sei que você tem usado drogas, tá bom? O médico confirmou isso pra mim. É por isso que estou tentando limpar toda essa droga do seu sistema. Não há necessidade de mentir!”
“O quê?”
“Tsk. Não importa o quão doloroso foi o término, você não deveria recorrer às drogas. Paula, você, mais do que ninguém, sabe que estar envolvida em um escândalo de drogas provavelmente vai acabar com a sua carreira. As pessoas não perdoam celebridades que se envolvem em tais escândalos.” Gerente Chu bufou, incrédula de que Paula continuava com suas ‘mentiras’. “Então, por favor, me ouça. Eu sei que você me odeia, mas eu estou dizendo isso pelo nosso bem. Pare de usar substâncias ilegais antes que você se vicie. Isso vai nos destruir, você, principalmente. Não estou dizendo isso para te ameaçar, mas eu posso sempre encontrar outra artista para gerenciar. Quanto a você, será o fim.”
“Mas… eu não uso drogas, Gerente Chu,” Paula afirmou. “Como eu posso estar drogada se eu odeio elas até a raiz? Você me conhece e deveria acreditar em mim.”
Desprazer tomou conta do rosto de Gerente Chu diante da negação de Paula. Embora a última estivesse dizendo a verdade, era difícil acreditar.
“Eu sei, Paula. Eu sei que você é a maior vadia que conheci na minha vida, que odeia drogas com tanta intensidade, mas o médico disse o contrário. Você estava drogada e quase teve uma overdose hoje, Paula.” Gerente Chu enfatizou cada palavra na esperança de que Paula parasse de mentir. “Essa é a razão pela qual você desmaiou após alucinar. Negue o quanto quiser, mas fatos são fatos. Eu tive que subornar o médico para garantir que ele ficasse de boca fechada.”
“Você está louca.” Paula cerrava os dentes enquanto sua crescente irritação inchava em seu coração. “Eu não me drogo, tá bom? Eu não estou mentindo!”
E isso foi o bastante para fazer Gerente Chu jogar as mãos para o ar. Isso era inútil. Paula não admitiria mesmo quando não precisava esconder. Gerente Chu estava disposta a ajudar Paula a se recuperar, mas Paula estava negando descaradamente. A crescente irritação nos corações das duas mulheres piorava a cada segundo que passava.
Os olhos de Paula brilhavam com malevolência, mãos cerradas em punhos apertados.
“Pronto! Você vence, tá bom? Você está sóbria. Pronto. Se é isso que você diz.” Gerente Chu ergueu as mãos em sinal de rendição, olhando de volta para Paula. Ela estava exausta de discutir com Paula, e percebeu que essa discussão não terminaria. Assim, ceder ao que Paula queria era sua maneira de encerrar a discussão.
“Se essa é uma discussão encerrada, por que você me fez correr pra cá? O que é tão urgente sobre o que você estava falando?”
O tom não caiu bem para Paula. Ser acusada de algo que ela não fez estava entre as principais coisas na lista de ódio de Paula. E Gerente Chu acabara de subir alguns degraus nessa lista.
‘Bem, isso só significa que não preciso sentir pena dela,’ pensou Paula, acalmando sua alma enfurecida e se contendo de bater nesta mulher irritante. Ela fez isso uma vez, quase uma hora atrás. Fazer de novo não seria tão difícil.
“Algo aconteceu.” Paula se acalmou, inclinando a cabeça em direção à sala de estar. “Você pode me ajudar, por favor?”
“Ajudar com o quê?”
“Veja por si mesma, Gerente Chu.” Seus lábios apertados formavam uma linha fina enquanto os cantos se erguiam levemente.
Gerente Chu arqueou a sobrancelha, estreitando os olhos com suspeita. “Paula, o que tem na sala de estar?”
“Você saberá quando verificar.”
Por alguma razão, o pressentimento de Gerente Chu lhe dizia para ir embora — para correr. Olhar para o breve sorriso de Paula trouxe um medo inexplicável invadindo seu coração.
“Se não é tão importante, eu voltarei amanhã,” disse Gerente Chu, sabendo que Paula ainda poderia estar alta no momento. No entanto, assim que ela virou em direção à porta, Paula bateu a mão contra a porta, impedindo Gerente Chu de sair.
“Gerente Chu.”
Gerente Chu congelou no lugar, torcendo o pescoço como um robô para encarar Paula. Para sua surpresa, Paula não demonstrava emoção. No entanto, aquele olhar em seus olhos parecia… maléfico. Era como se Gerente Chu estivesse olhando para um monstro.
“Isso não pode ser adiado para amanhã, Gerente Chu.” As pálpebras de Paula se abaixaram. “Por favor. Ajuda-me. Eu te ajudei a sair de uma situação merda antes, então desta vez, você tem que me ajudar.”