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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 327

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327: Estou deixando tudo nas mãos do destino. 327: Estou deixando tudo nas mãos do destino. “Droga! Por que ela está tão pesada?!”

“Viu só? Eu te disse. Ela está muito fraca.” Céu lançou a Hera um olhar de quem sabia das coisas, só para receber dela um olhar gélido de morte.

“Não acredito…” Hera exalou profundamente, voltando sua atenção para a abatida Paula Shen. “… que estamos fazendo isso.”

Nesse momento, Céu e Hera estavam flutuando. Sim. Flutuando no ar, com as pernas cruzadas, vendo Paula carregar o corpo da Céu para dentro de uma mala.

“Ela é tão estúpida. Matemática tão simples, e ela não consegue fazer,” Hera cuspiu com desgosto, os olhos criticando toda a existência de Paula e como ela se formou no ensino médio sem aprender o básico. “Isso é muito doloroso de assistir.”

“Eu sei.” Céu concordou com a cabeça. “Mas se fosse você, como você colocaria meu corpo dentro da mala?”

“Bom, é fácil. Eu simplesmente pediria a um dos meus subordinados para limpar a bagunça.”

“Certo.” Céu mordeu o lábio, engolindo em seco. “Você tem uma milícia inteira de assassinos nas suas sombras. Deve ser legal.”

“Legal?”

Dessa vez, Céu mordeu a língua para se conter ao receber outro olhar fatal de Hera.

“Desculpe,” ela expressou timidamente.

“Aff.” Outro suspiro profundo escapou dos lábios de Hera, seguido por um grunhido frustrado. “Você realmente não consegue pensar em nada que me force a voltar para aquele corpo?”

“Não.”

Hera respirou fundo, fechando os olhos para se acalmar. No entanto, seus dedos continuavam batucando em seu bíceps com irritação. “Então como diabos você conseguiu me parar?”

“Hmm…” Céu esfregou o queixo. “Talvez por causa das minhas emoções?”

“Emoções?” Hera reabriu os olhos, encarando a mulher de frente.

“Mhm. Eu te disse. Quando a Paula confessou, eu senti essa vontade forte de retomar meu corpo para machucá-la,” explicou Céu indiferente. “E então você de repente parou de se mover até se machucar. Quando você saiu do meu corpo, até eu fiquei chocada!”

Quanto mais Hera ouvia a explicação de Céu, mais sua expressão ficava vazia e desinteressada.

“Você não pode apenas querer que eu volte para o seu corpo?” Hera perguntou, sem nenhum pingo de esperança na voz.

“Eu estou tentando, né?” Céu franziu a testa. “Olha pra mim.”

Céu juntou as palmas das mãos à frente do corpo, fechando os olhos como se estivesse rezando. Hera a observava em silêncio até que Céu abriu os olhos novamente.

“Viu só? Nem minhas orações funcionam — ” Céu interrompeu abruptamente enquanto cobria o rosto para se proteger da ira de Hera.

“Essa criaturinha de m…” Hera rangia os dentes, impedindo-se de atacar essa alma errante. Seus dedos se curvaram no ar antes de ela baixar o punho, bufando de frustração. “Isso é tão frustrante. Droga!”

Céu espiou-a novamente, baixando a mão com cautela, mas sem baixar a guarda. “Seu temperamento é assustador, sabia disso? Você deveria fazer algo a respeito.”

“Não quero ouvir esse conselho de uma suicida maníaca como você.” Hera fixou seus olhos indolentes em Paula, apenas para vê-la desabar no chão, desistindo de colocar o corpo da Céu na mala. “Não sei se devo ficar feliz por ela não conseguir me colocar na mala ou voar para o submundo para raptar um anjo para me colocar de volta neste corpo.”

“Mesmo que ela te coloque na mala, ela não vai poder fazer nada. Não é como se meu corpo não fosse se decompor após alguns dias…” Céu mordeu a língua após receber um olhar repreensivo de Hera. Não era como os olhares habituais que Hera costumava lançar a ela, mas ela se sentiu ainda mais ameaçada pela calma dela.

“O que eu quero dizer é que ela provavelmente vai precisar de ajuda.” Céu pigarreou. “Paula pode estar fora de controle agora por causa das drogas no sistema dela, mas ela não é tão estúpida.”

“Eu sei.” Hera suspirou pela milésima vez na noite. “Ela é perversa, mas não tão burra. Pelo menos, não burra nesse tipo de situação.”

Céu concordou com a cabeça. Afinal, Paula não teria durado tanto tempo se não estivesse arquitetando estrategicamente. Apenas que Paula estava lidando com Hera. Assim, todas as tentativas sutis de Paula de arruinar a Céu atual não funcionaram. A razão pela qual Paula recorreu à violência; as drogas que havia estado tomando pioraram a situação.

“No que está pensando agora?” perguntou Céu após um minuto de silêncio, observando Hera que tinha se calado completamente.

“Basti.”

“O que tem ele?”

“Hoje à noite eu tinha combinado de ler uma história para ele na hora de dormir.” Hera olhou para o relógio de parede. “Ele vai dormir em breve.”

“Não se preocupe. O pai dele está com ele.”

“Eu sei.” Hera soltou outro suspiro, resmungando, “Eu não posso morrer aqui.”

Desta vez, Céu não falou mais, apenas manteve seu olhar sobre Paula. Um sorriso sutil surgiu em seu rosto ao ver a preocupação genuína nos olhos de Hera. Saber que monstro Hera era tornava sua preocupação ainda mais tocante.

Hera não era do tipo que se preocupava com pequenas coisas, afinal. Seus problemas sempre foram grandes e explosivos. Ela nem pestanejava quando um dos seus camaradas caía na sua frente; ela era imparável. E nesta situação, era surpreendente ela ter a tranquilidade de pensar na história de dormir de Sebastian.

“Neste ponto, você é mais mãe dele do que eu,” Céu apontou, fazendo Hera arquear uma sobrancelha antes de encará-la. “Eu nem sequer pensei nele até você mencioná-lo.”

“Você deveria calar a boca agora.”

“Mas eu não consigo evitar.”

“Eu já sei que tipo de mãe você é e o quão grande desapontamento você é como pessoa.” Hera esticou o pescoço em um movimento lento e circular. “Eu também sei que mesmo que eu não tenha dado à luz ao Basti, não importa. Ele é meu filho, e eu queimaria a sua alma se isso significasse que eu possa continuar sendo mãe dele.”

“Ai.”

“Mas já que você não quer recuperar seu corpo, eu não farei isso com você. É o mínimo que posso fazer por você como sinal de gratidão por não ser uma vadia burra.” Hera então voltou seu olhar para Paula, observando a outra andar de um lado para o outro diante da mala.

Quando Paula parou de andar de um lado para o outro e correu para pegar o telefone, Hera murmurou. “Ela realmente vai pedir ajuda, hein?”

“Você parece mais calma agora,” disse Céu, percebendo a mudança gradativa na atitude de Hera. “Já descobriu como vai voltar para o meu corpo?”

“Não.” Hera manteve seu olhar distante em Paula. “Estou deixando tudo nas mãos do destino.”

“Destino?”

“Estou colocando minha vida nas mãos de outros.” Desta vez, Hera lentamente voltou seu olhar para Céu. “Como sempre fiz em situações desesperadoras como esta.”

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