Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 318
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318: [Capítulo de bônus] A festa após a festa II 318: [Capítulo de bônus] A festa após a festa II A música alta que poderia fazer o sangue de alguém pulsar, as luzes piscantes e a atmosfera eletrizante enchiam a festa pós-evento. A multidão era uma mistura de pessoas de todos os estilos de vida, dançando e socializando, aproveitando ao máximo a festa.
A energia vibrante era contagiosa, mas Paula simplesmente se sentou preguiçosamente no canto com um rosto vazio.
Suas costas quase haviam se fundido com o sofá, pernas estendidas preguiçosamente, olhos mal piscando. Ela estava apenas vazia, sem postura ou consciência do ambiente ao seu redor. Seus olhos estavam abertos, mas sua mente estava apenas vazia.
Logo, porém, a música penetrou o silêncio sepulcral em sua mente, embora soasse um pouco distante. As conversas animadas lentamente se tornaram audíveis e, depois de mais alguns segundos, Paula respirou fundo enquanto piscava.
“Haha!” a primeira coisa que ela ouviu clara e alto foi a risada de todos.
Paula piscou, confusa. Ela olhou em volta para as pessoas, pegando algumas pessoas derretendo em seus assentos com uma expressão vazia. Alguns deles estavam apenas conversando e rindo, só paravam quando a viram voltando da terra da fantasia.
“Então? Como foi a experiência?” Paula estremeceu quando a respiração de uma pessoa acariciou a concha de sua orelha, virando-se para ver a pessoa que a fez beber. “Eu te disse que é inofensivo. Vai só te deixar um pouco… vazia. Nada louco.”
Nada louco?
Paula deu uma risadinha interna, tentando clarear a mente nebulosa. Suas mãos ainda estavam um pouco dormentes e seus músculos sentiam-se mais relaxados. Ver que algumas das pessoas em volta da mesa simplesmente encaravam o nada fez com que ela percebesse que estava assim por um momento.
“É bom se você quiser relaxar a mente, mas se você quiser se divertir, aí você aumenta a dose,” disse o homem, acariciando as coxas de Paula que a fizeram congelar no lugar. “Quer mais? Eu vou te dar mais. Por minha conta.”
Paula olhou para o homem seriamente, sentindo esse medo subindo pela sua espinha. Ela queria tirar a mão deste homem de sua coxa, mas estava tão congelada de medo que tudo o que podia fazer era encará-lo.
“O que você me diz?” o homem perguntou novamente após um momento de silêncio, inclinando a cabeça para o lado. “Vou te dar mais para você curtir a experiência se você me fizer um favor.”
“Um favor?”
O canto dos lábios do homem se esticou em um sorriso maligno. “Você é amiga da Heaven Liu, certo?”
“Hã?”
“Que tal você dar a ela um copo?” O homem tirou a mão da coxa dela e descansou seu braço sobre o encosto da cabeça, inclinando-se para pegar um copo. Quando ele se recostou, ele moveu o copo entre ele e Paula.
“Se você a fizer beber isso, diga a ela para vir ao quarto 302,” ele continuou, lambendo seu sorriso astuto como um lobo com fome. “Vou te recompensar depois disso.”
“Re—recompensa?” Paula gaguejou, segurando a respiração enquanto pensava na intenção do homem. Com certeza, esse homem tinha intenções malévolas.
Mas por que ele queria que a Heaven bebesse isso?
Os olhos de Paula caíram na bebida entre os dois, assumindo que esse homem já havia colocado algo nela. Ela então levantou o olhar para ele mais uma vez, só para vê-lo mexendo as sobrancelhas.
“Deixe-me ter um gostinho da sua amiga, Senhorita Shen,” o homem sorriu até que seus olhos estivessem apertadinhos. “Eu tenho uma gravação sua enquanto você estava fora. Você não quer que essa gravação lhe dê a fama que deseja, certo?”
Seu coração imediatamente afundou no momento em que a última frase do homem saiu de sua boca. Neste exato momento, Paula teve uma realização. Heaven estava certa. Essas pessoas… eram más notícias. No entanto, essa percepção veio tarde demais, porque ele já tinha algo que poderia usar contra ela.
*
*
*
“Desculpe, Heaven.”
Heaven levantou as sobrancelhas para Paula enquanto a última a arrastava para o canto desta vez. Felizmente, Heaven estava apenas conversando com alguns amigos com quem trabalhava e se desculpou facilmente.
“Eu fui dura,” continuou Paula, segurando o copo. “Não quis machucar seus sentimentos. Me desculpe por não pensar antes de falar, e acabei dizendo coisas dolorosas. Sei que você só quis o bem.”
Heaven comprimiu os lábios em uma linha fina, suspirando diante da expressão sombria de Paula. “Paula, por que você parece mais triste quando você foi quem disse coisas dolorosas?” Sua voz tinha um toque de humor.
“Eu sei que você não quis dizer todas essas coisas, então não se preocupe.” Heaven lentamente deu a Paula um sorriso. “Já te perdoei mesmo antes de você pedir.”
Paula deu uma espiada nela, forçando um sorriso, mas fracassou miseravelmente.
“Anime-se.” Heaven pressionou o polegar no canto da boca de Paula, movendo-os para cima. “Está tudo bem, Paula. É uma noite boa! Acabei de encontrar alguém que pode te ajudar com um projeto.”
“Hã?”
Heaven sorriu de orelha a orelha, aparentemente animada com algo. “Só espere uma ligação. Eu já dei a eles o seu número de contato, já que eles viram o projeto em que você apareceu.”
“Ah…” Paula balançou a cabeça, com emoções mistas sobre a notícia e a bebida em sua mão.
“O que é isso?” De repente, Heaven notou a bebida na mão dela. “É o que você está bebendo?”
“Uh… sim.” Paula soltou uma risada nervosa, só para ver Heaven franzir a testa.
“Não beba demais, Paula,” Heaven lembrou com um bico. “Mas bem, tenho certeza de que você já sabe disso. Desculpe. Quase te enchi o saco de novo.”
Paula apenas sorriu, olhando para o álcool em sua mão antes de levantar os olhos para Heaven. A última ainda estava sorrindo, sobrancelhas erguidas.
‘Eu não posso fazer isso com ela,’ ela disse a si mesma, só para sentir o olhar de algumas pessoas nela. Quando ela moveu os olhos para eles, ela sentiu seu fôlego prender à vista do homem, balançando casualmente seu telefone.
“Ahem!” Paula pigarreou, encarando sua amiga de frente. “Heaven, eu realmente sinto muito por tudo.”
“Hmm? Eu disse que estava bem.”
“Como um pedido de desculpas, que tal uma bebida?” Paula ofereceu, forçando-se a manter um sorriso largo. “Sei que você tem uma baixa tolerância a álcool, mas essa bebida não é tão amarga quanto parece.”
“Hã?” Heaven piscou, olhando para o copo que parecia ter um rum dentro, e então voltou o olhar para Paula. “Você quer que eu beba isso?”
“Sim!” Paula quase gritou com pressa, cerrando os dentes enquanto sorria. “É um pouco estranho, mas você deveria experimentar. Quer dizer, você tem trabalhado duro mesmo depois de ter ganhado o prêmio de melhor atriz, então relaxe um pouco.”
Houve um momento de silêncio entre as duas, então Paula falou novamente.
“Não me diga que não vamos comemorar essa conquista?” ela perguntou, franzindo o cenho.
Vendo que a tristeza e decepção começavam a aparecer no rosto de Paula, Heaven suspirou impotente.
“Só um copo, tá?” Heaven bufou, pegando o copo de Paula. “Vamos pegar uma bebida para você também para que possamos comemorar esse sucesso.”
Little do Heaven saber, um copo foi suficiente para mudar o curso de sua vida. No entanto, as coisas que ela sabia não eram a parte pior ainda. Foi as coisas que ela não sabia até agora. Os segredos que Paula manteve para si mesma, que ela planejava levar para o túmulo, e também o motivo pelo qual Paula ficava longe de substâncias ilegais.