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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 297

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  3. Capítulo 297 - 297 Capítulo bônus maluco 297 Capítulo bônus maluco O sorriso
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297: [Capítulo bônus] maluco 297: [Capítulo bônus] maluco O sorriso torto no rosto de Paula lentamente desapareceu quanto mais ela ouvia Heaven se gabando. Esta última não parava de falar e Heaven não mostrava nenhum sinal de querer parar. 
“Entendi…” Os lábios de Paula tremeram, forçando um sorriso, mas fracassou miseravelmente. “Bem, se é assim, então que bom. Me preocupei à toa.”

“Sim…” Heaven limpou a garganta. “Enfim, você está bem agora?”

“Hã?”

“Você disse que terminou com aquele pervertido. Está bem?”

“Ah… sim. Claro, por que não estaria? Fui eu quem terminou com ele.”

“Oh…”

“De qualquer forma, vou desligar agora.”

“Espera!” Paula ergueu as sobrancelhas, impedindo-se de desligar o telefone enquanto Heaven falava. “Quando você vai voltar para o set?”

“Ah, sobre isso.” Paula mordeu o lábio inferior enquanto pensava a respeito. “Logo. Só tenho que resolver algumas outras coisas, mas estarei de volta muito em breve.”

“Sério?”

“Sim.”

“Ok.”

“Certo. Até lá.”

Com isso dito, Paula encerrou a chamada sem hesitar por um segundo. Ela abaixou a mão para o lado, olhando fixamente para a mesa à sua frente, sem vida. 
‘Ele não fez nada com ela?’ ela se perguntou, lembrando do tom de voz de Heaven. 
Não parecia que Heaven estava em apuros. Se algo, surpreendeu Paula que Heaven já sabia sobre o artigo. Não havia como Heaven saber disso a menos que Dominic tivesse contado para ela. 
Isso só mostra que o artigo não fez nada. 
A mão de Paula apertou o celular até ficar branca. O canto da sua boca tremeu um pouco, dividida entre rir em ridículo ou em diversão. Seu coração continuava batendo forte contra o peito, e sua respiração se tornava cada vez mais ofegante. Ela tentou se acalmar, mas em vão. 
“Aquela vadia!!!” Outro grito estridente ecoou na sala, seguido pelos barulhos causados por varrer tudo sobre a mesa com os braços. 
O gerente de Paula, que estava com ela na sala, não pôde evitar de pular de surpresa. Seus olhos tremeram, olhando para Paula enquanto esta fazia um escândalo enorme. Ela deu alguns passos para trás enquanto Paula destruía tudo ao seu alcance, gritando com todas as forças, xingando alguém sem parar.

“Paula…” o gerente sentiu um medo indescritível invadir seu coração, segurando a mão perto do peito. Ela deu outro passo cauteloso para trás, contendo a respiração. 
“O que ela tem que eu não tenho?!” Paula gritou, raspando a mão na xícara quebrada. “Por que… todos a perdoam facilmente?”

Após minutos fora de controle, Paula ficou parada no mesmo lugar, congelada. A cadeira onde ela inicialmente estava sentada já havia caído, adicionando mais bagunça na sala que seu gerente estava tentando arrumar. Gotas de sangue escorreram do seu dedo, com a cabeça baixa, ainda ofegante por ar. 
“Por que…?” ela sussurrou através dos dentes cerrados. “… todos estão favor do lado dela?”

Fosse então ou agora, Heaven sempre teve facilidades. 
Embora Heaven não tivesse mãe, ela tinha um pai amoroso e protetor. Os pais de Paula eram abusivos, e mesmo quando seus pais se separaram, ainda era um inferno para ela. Ambos os pais dela não queriam nada com ela, vendo-a como nada além de um incômodo. 
Na escola, todos amavam Heaven. Mesmo que Heaven errasse, as pessoas sempre sorriam para seus erros e a encorajavam. Mas se fosse Paula, eles simplesmente a repreenderiam impiedosamente. 
Mesmo agora, mais velhas e tendo suas próprias carreiras, as pessoas nunca pouparam Paula de misericórdia. Elas sempre olham para suas falhas, mas aceitariam Heaven de braços abertos apesar de desaparecer sem dizer uma palavra. Até no aspecto do amor, Heaven tinha mais sorte.

Primo e Dominic eram ambos ricos e bonitos. E ainda assim, o outro homem protegeria sua esposa enquanto o outro usava sua amante. 
Era demais. 
Primo foi a gota d’água. 
“Eu odeio ela.” Paula segurou a cabeça e agarrou porções de seu cabelo. “É culpa dela minha vida ser assim. Se ela não estivesse na minha vida… se ela não estivesse no meu mundo, minha vida seria melhor.”

Sua visão embaçada com lágrimas enquanto inúmeras memórias dolorosas inundavam sua mente. Heaven consumiu seus pensamentos, e a comparação de como as pessoas a tratavam a deixou sufocada. 
‘Tudo isso é culpa dela,’ Paula culpou. ‘Se não fosse por ela… se ao menos ela não estivesse no meu mundo… pare…’
Em sua mente, todas aquelas pessoas ao redor de Heaven de repente estavam olhando para ela. Até mesmo Heaven estava olhando para ela, usando essas máscaras risonhas como se estivessem zombando dela. 
“Pare…” Paula tremeu, dando um passo para trás enquanto cobria os ouvidos. “Pare! Pare de rir de mim! Isso é tudo culpa sua! Saia de perto de mim!!”

Paula pisou em um pedaço de caco, mas nem sequer vacilou. Se algo, ela continuou dando um passo para trás, gritando a palavra “pare” como se houvesse mais alguém na sala além dela e do seu gerente. 
“Pare!!!! Ai!!!! 
“Paula!” O gerente de Paula agachou-se enquanto Paula desabava no chão, gritando. Ela segurou o ombro de Paula enquanto esta continuava pedindo para “eles” pararem de rir e ridicularizar ela. Ela a sacudiu, mas sem resultado.

“Paula…” O rosto do gerente se contorceu enquanto sua mão tremia no ombro de Paula. 
“Por favor…” A voz de Paula gradualmente se acalmou, espiando para ver se as pessoas rindo dela ainda estavam lá. No entanto, tudo o que viu foi o rosto do seu gerente, olhando para ela com profunda preocupação. 
“Gerente Chu!” Paula de repente agarrou as roupas do seu gerente, ainda tremendo de medo. “Você viu eles?”

“Paula.”

“Heaven trouxe todo mundo aqui para rir de mim.” Paula rangeu os dentes, olhando ao redor com cautela. “Eles foram embora?”

“Paula.”

“Aquela vadia. Como ousa trazer todo mundo aqui só para rir de mim?”

“Paula.”

“Só porque todo mundo —”
“Paula Shen!! 
Paula estremeceu quando a voz do seu gerente trovejou, fazendo-a olhar para trás. Mas assim que fez, o Gerente Chu a abraçou com força.

“Paula… o que há de errado com você?” Gerente Chu apertou suas costas, rangendo os dentes enquanto mal conseguia processar o que acabara de testemunhar. “Não tem ninguém aqui, Paula. É só você e eu.”

“Hã?”

A íris de Paula gradualmente se arregalou, olhando ao redor da sala, apenas para perceber que estava tão bagunçada quanto antes. E não havia ninguém lá, além dela e do Gerente Chu.

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