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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 230

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230: Não me falhe 230: Não me falhe A única razão pela qual Heaven foi até o lugar do Axel foi para usar seu IP para procurar detalhes sobre Primo. Esse homem acionava todos os alarmes no cérebro de Heaven, e, assim, ela não podia simplesmente ignorar. Primo morava no mesmo lugar que sua família e, considerando sua personalidade, Heaven temia que esse homem pudesse fazer algo. 
Não era seguro.

Heaven precisava estar preparada. 
Apesar da urgência em seu coração, isso não a impedia de passar um tempo de qualidade com Dominic e Sebastian. Sua noite seguia como de costume, colocando Sebastian para dormir e, então, se aconchegando sob os lençóis com Dominic. 
“Dorme.” Heaven abriu os olhos quando o braço de Dominic a puxou para mais perto do seu corpo nu. “Está tarde.”

Sua voz era áspera e seus olhos estavam pesados, piscando muito carinhosamente para ela. “No que você está pensando que não consegue dormir? Algo aconteceu no trabalho?”

Heaven virou a cabeça para o lado, encarando o rosto dele. Ela lentamente rolou para o lado, deixando a mão dele deslizar das suas costas para suas nádegas. 
“Querido,” ela chamou, recebendo um murmúrio baixo do sonolento Dominic. “Eu acho… que estou sendo perseguida.”

Dominic parcialmente abriu os olhos, com aquele olhar inexplicável em seu rosto sério. “Por quem?”

“Eu não sei?” Heaven deu de ombros, pressionando os lábios em uma linha fina. “Conheci um amigo da Paula hoje e, coincidentemente, ele mora no mesmo prédio.”

“Aqui?”

“Sim. No 60º andar.” Heaven franzia a testa, com uma expressão conflituosa. “Será que estou exagerando?”

Dominic não falou por um momento, observando a expressão da esposa. Ele já sabia que ela estava mergulhada em pensamentos antes de pressioná-la contra a cama, mas ele não sabia que era sobre um perseguidor. E o que o tornava ainda mais preocupante era que o perseguidor de sua esposa morava no mesmo prédio que eles. 
“Suas preocupações são válidas.” Dominic apertou a coxa dela, levantando-a para repousar em sua cintura. “Não se preocupe mais com ele. Eu cuidarei dele.”

“Você não vai machucá-lo, vai?”

“É assim que você me vê, Heaven Liu?”

Heaven fez beicinho. “Não?”

“Eu não vou machucá-lo.” Seus lábios se curvaram para cima, formando um breve sorriso. “A menos que ele peça por isso.”

Seu beicinho desapareceu instantaneamente. Por que ele tinha que perguntar se ela o via de forma tão terrível se ele acabou mostrando um lado ruim? Ela se sentiu um pouco culpada por nada. 
“Dom, eu te contei sobre isso porque não queria que você brigasse com ele.” Heaven suspirou, mantendo o punho no peito nu dele. “Só estou preocupada e pensei que você deveria saber.”

“Essa pessoa é amiga da Paula Shen?”

“Mm. Acho que eles estavam saindo juntos, mas ele me deixa muito desconfortável.”

“Entendi.” Dominic balançou a cabeça em compreensão, segurando o rosto dela enquanto acariciava sua bochecha com o polegar. “Entendi. Não vou brigar com ele, mas vou tomar precauções extras.”

“Você não vai acrescentar mais guarda-costas para mim, vai?”

“Isso realmente é sua preocupação?”

“Bom…”
“Bear já está aqui, e eu confio nele.” Dominic sorriu sutilmente, fazendo as sobrancelhas dela se levantarem. “Mas acrescentarei mais guarda-costas para o Basti, só por precaução.”

Heaven sorriu satisfeita, pois essa também era sua prioridade. A razão pela qual Heaven simplesmente não podia deixar seu filho sozinho era que ela temia pela segurança dele. Mesmo que os últimos meses fossem pacíficos, ela tinha um instinto profundo de garantir que Sebastian estivesse seguro o tempo todo. 
Afinal, se algo acontecesse ao seu filho… ela não brincaria mais com fogo. Ela traria o inferno inteiro para a superfície da terra. A mesma coisa para Dominic. Heaven estava mais preocupada com eles do que consigo mesma. A principal razão pela qual ela decidiu contar a Dominic sobre isso. 
“Estou aqui, amor.” Dominic se aproximou, plantando um beijo em sua testa. “Obrigado por me contar sobre isso.”

Um sorriso apareceu em seu rosto enquanto Dominic afastava a cabeça. “Apenas tenha cuidado, Dom. Essa pessoa tem dinheiro, afinal.”

“Eu tenho mais.” Ele sorriu ironicamente, mas mesmo sem querer soar arrogante, ele transpirava confiança. “Descanse sua mente, amor. Eu cuido de você.”

Dominic fez um leve aceno de cabeça, mas tranquilizador, mantendo o olhar sobre ela. Quando aproximou o rosto, inclinou a cabeça antes de seus lábios pousarem nos dela. No momento em que sua língua deslizou entre os lábios dela, Dominic apoiou o cotovelo no colchão, impulsionando-se até que seu corpo pairasse sobre ela. 
Porém, enquanto seus lábios estavam interligados, ele parcialmente abriu os olhos. Ao contrário da gentileza e calma que mostrava, seus olhos brilhavam ameaçadoramente. Ainda assim, ele se ocupou por um momento com ela, beijando cada centímetro do corpo dela até que ela não conseguisse mais pensar em mais nada além do prazer do momento íntimo deles.

*
*
*
Horas depois…
“Foi isso o que aconteceu.”

Dominic estava encostado na varanda conectada à cozinha. Ele segurava uma taça de vinho na mão, deixando a brisa noturna beijar seu rosto. Atrás dele estava o guarda-costas de Heaven durante a ausência de Bear, e então o próprio Bear.

O guarda-costas acabava de detalhar o que aconteceu enquanto protegia Heaven durante o dia enquanto Dominic e Bear ouviam. A expressão de Bear lentamente se tornava sombria à medida que ele escutava os detalhes. 
“O que você acha disso, Sr. Cruel?” perguntou Dominic calmamente.

“De fato, é perseguição.” Bear desviou o olhar para as costas de Dominic. “Não se preocupe, mestre. Eu coloco a mão no peito e juro priorizar a segurança da senhora.”

Dominic manteve seus olhos nas luzes da cidade à distância. Ele não teve nenhuma reação aos comentários de Bear, como se já fosse algo dado.

“Diga ao restante para cuidar do Basti,” ele ordenou calmamente. “E que metade investigue todos no 60º andar.”

O guarda-costas baixou a cabeça, pois essa era uma tarefa que eles deveriam fazer em vez de apenas ficar parados no corredor protegendo a cobertura. 
“Sim, mestre.” 
“Se encontrar alguém suspeito, quero detalhes completos sobre eles.” Dominic virou-se lentamente, com um olhar inexpressivo e afiado. O ar ao redor dele era calmo, mas o olhar em seus olhos era suficiente para o guarda e Bear entenderem que Dominic estava levando aquilo muito a sério do que alguém poderia esperar. 
“A segurança da minha família está comprometida e eu estou confiando na segurança deles em suas mãos.” Dominic olhou para Bear e depois de volta para o guarda-costas. “Não me falhem porque, se falharem, eu não serei bondoso.”

Bear e o guarda-costas olharam para a expressão feroz de Dominic antes de abaixarem a cabeça.

“Entendemos, mestre.”

“Bom.” Dominic balançou a cabeça, apenas para arquear a sobrancelha quando Bear falou novamente.

“Mestre.” Bear tinha uma expressão séria. “Se quiser reforçar a segurança, posso recomendar algumas pessoas — apenas se desejar.”

Dominic estreitou os olhos, mantendo o olhar fixo no par de olhos brilhantes de Bear. “E quem são essas pessoas?”

“Podem ser um tanto quanto problemáticos e difíceis de lidar, mas posso garantir que são mais do que capazes nesses assuntos.” Bear fez uma pausa. “São alguns ex-colegas que estão procurando um novo emprego.”

“Um ex-colega? No exército?”

“Não. Eles trabalhavam como seguranças também.”

“Entendi.” Dominic balançou a cabeça, reconsiderando a sugestão de Bear. “Diga a eles para virem ao escritório durante a semana para uma entrevista.”

“Sim, mestre.” Bear baixou a cabeça, sabendo que estava correndo um risco. No entanto, ele sabia que de uma forma ou de outra, aqueles caras encontrariam uma maneira de ver a mulher sobre quem Moose não parava de falar. Aquele maldito Moose que não conseguia fechar a boca. 

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