Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 162
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162: Você não é especial? 162: Você não é especial? Por insistência de Dominic, Heaven ficou no hospital mais tempo do que deveria. Não que ela tivesse algum problema com isso, além de sentir falta de Sebastian, mas ela entendeu por que Dominic proibiu Sebastian de visitar sua mãe. Ele apenas ficaria ansioso e preocupado ao ver que sua mãe estava suportando dor.
Além disso, Dominic não a privou das notícias que estavam acontecendo lá fora. Como parte das contramedidas de Dominic para evitar que o mesmo incidente acontecesse novamente, Dane checou cada um dos empregados na Mansão Zhu.
Dane levou uma boa repreensão de Dominic, já que parte da culpa era de Dane. Antes de alguém poder entrar na Mansão Zhu, Dane fazia a verificação de antecedentes e similares. Portanto, não detectar que um criminoso conseguiu se infiltrar na mansão estava sob a responsabilidade dele. Como punição, ele teve que fazer verificações de antecedentes minuciosas de todos.
Dane não reclamou, pois admitiu sua falha.
Muitas coisas aconteceram logo após o incidente. Dominic continuou em frente, mesmo quando Andrea foi levada sob custódia. Ele melhorou a segurança, especialmente para aqueles próximos à sua família. Alguns empregados foram dispensados apenas por causa de um delito não registrado em seu passado.
Tão severo quanto pode parecer, Dominic ordenou especificamente que qualquer um que tivesse maus antecedentes não pudesse se aproximar de sua esposa e filho. Portanto, uma vez que os investigadores descobriam que um determinado empregado havia feito algo desagradável — não importava quão pequeno fosse ou há quanto tempo tinha sido — eles eram demitidos.
O resultado foi exatamente como Heaven havia planejado.
Se livrar de Andrea foi muito fácil para Heaven. No entanto, isso seria uma perda de tempo e energia. Os prós de descartar o corpo de Andrea não eram benéficos, diferente de se ela estivesse viva.
E Heaven provou estar certa.
O incidente abriu uma investigação para todos, e desta vez, as pessoas de Dominic não estavam levando isso na brincadeira. Heaven poderia fazer isso sozinha, mas ela precisava que o povo de Dominic aprendesse com esse incidente. Eles eram complacentes demais, afinal.
“Tem certeza disso?”
O fluxo de pensamentos de Heaven parou quando o barítono frio de Dominic acariciou seus ouvidos. Ela virou a cabeça, apenas para ver a expressão de insatisfação no rosto dele.
“Não entendo por que você ainda queria vê-la depois do que ela fez com você,” continuou Dominic, sentado no banco de trás com sua esposa. Heaven acabara de receber alta, mas eles não estavam a caminho de sua casa temporária.
A rota deles era a prisão.
“Porque eu quero falar com ela.” Heaven manteve um sorriso, segurando a mão dele entre os dois. “Não entendo a mim mesma também, mas talvez… sinto que não vou seguir em frente se não falar com ela pela última vez.”
Dominic suspirou pela enésima vez. Sua esposa o havia incomodado para ver Andrea por dias. Embora ele tivesse concordado depois de alguns dias, ele queria dissuadi-la disso. Mas ela era teimosa.
“Dom, não quero levar esse peso para a nossa casa,” Heaven persuadiu, mantendo seu sorriso gentil para ele. “Sei que para você não faz sentido, mas só desta vez.”
“Você não tem medo que ela possa te machucar novamente?”
Heaven balançou a cabeça antes de esticar ainda mais o canto dos lábios. “Existe algo a temer se você está comigo? O que mais ela pode fazer quando está algemada?”
Dominic encarou sua esposa teimosa e suspirou mais uma vez. “Não tem mesmo como te convencer?”
“Só desta vez.” O sorriso dela ficou ainda mais amplo.
“Se ela fizer alguma coisa, terei que te tirar de lá.”
“Se algo assim acontecer, vou escutar tudo o que você diz,” ela brincou, abraçando o braço dele enquanto se apertava ao seu lado. “Obrigada, querido.”
“Hah… seu charme não vai funcionar desta vez.”
“Aww… vamos lá. Você está partindo o meu coração.” Heaven fez um bico brincalhão, flertando com ele para aliviar seu aborrecimento.
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No momento em que Andrea entrou na sala de visitas, um escárnio escapou de seus lábios rachados. O policial com ela a empurrou levemente, trancando suas algemas nas correntes que estavam presas ao chão.
Andrea sentou-se na cadeira em frente a Heaven, olhando ao redor da sala vazia, apenas para notar que as câmeras ainda estavam ligadas.
“Não se preocupe.” Heaven rompeu o silêncio entre elas, observando Andrea olhar de volta para ela com uma sobrancelha arqueada. “Eles estão assistindo, mas não podem nos ouvir.”
“Hah.” Andrea deu uma risada irônica. “Como você tem tanta certeza disso?”
“Porque esses modelos não têm microfones.” Heaven manteve um olhar gentil em seu rosto, observando seus próprios movimentos já que seu marido estava assistindo. “Claro que você não sabe disso. Você estava ocupada demais se drogando, em vez de aprender habilidades para sobreviver no submundo.”
“Você veio aqui só para me zombar?”
“É claro. Por que mais eu me incomodaria em vir aqui a não ser que eu queira ver o quão miserável você está?”
“Hah… haha.” Andrea só pôde rir em zombaria, rangendo os dentes diante da audácia de Heaven. “Que psicopata do caralho você é.”
“Eh… não seja assim.” Heaven franzir levemente a testa, não correspondendo aos comentários maldosos dela. “Meu marido está assistindo, sabe? Se ele te ver sendo muito agressiva, você vai se meter em sérios problemas.”
Heaven avaliou Andrea de cima a baixo. Esta tinha hematomas no rosto e seu olho direito estava injetado de sangue, como se alguém a tivesse socado lá. De relance, Heaven poderia dizer que a vida de Andrea na prisão era um inferno vivo, e ela poderia adivinhar de quem era a ordem.
Dominic.
“Estou um pouco surpresa, mas acho que você realmente desagradou meu marido.” Heaven suspirou profundamente. “Pobre de você. Por que você teve que esfaquear a esposa dele?”
“Você!” A respiração de Andrea falhou, se impedindo de se levantar de seu assento para puxar o cabelo de Heaven. “Ha ha… você e seu marido realmente se merecem. Um é um assassino em massa enquanto o outro é um psicopata. Um par perfeito! Não é de se admirar que seu filho é um aberração!”
A expressão de Heaven imediatamente se tornou sombria. “Mencione meu filho novamente, e essa será a última vez que você falará.”
“Você —” Andrea quase mordeu a língua, respirando pesadamente enquanto a raiva em seu coração aumentava constantemente. “Você acha que me importo com isso agora?”
Andrea apoiou os braços na mesa, falando em voz baixa. “Você me incriminou, e agora seu marido está fazendo da minha vida um inferno vivo. O que te faz pensar que tenho medo da morte, hmm?”
“Nunca considerei que você tem medo da morte. Sei que não tem.” Heaven balançou a cabeça levemente, mantendo os olhos nos de Andrea, desesperados. “O que te aterroriza não é a morte, mas a vida. Mas meu marido não vai deixar você morrer. Estou errada? Você deveria se sentir lisonjeada. Ele até financiou a instalação médica nesta penitenciária, especialmente para você. Não é especial?”