Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 140
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140: Conclua o trabalho 140: Conclua o trabalho Havia apenas duas coisas que poderiam ter acontecido com esse encontro se Heaven não confrontasse Andrea. Ou Andrea escaparia e se demitiria, ou coordenaria com quem quer que a tivesse mandado fazer tal coisa vil.
Heaven não podia arriscar nenhum dos dois. Permitir que essa empregada deixasse a mansão a faria voltar à estaca zero. Quem sabia se a pessoa por trás disso contratava outra para terminar o serviço?
“Se fosse você, eu ficaria quieta. Não me obrigue.”
O fôlego de Andrea travou, segurando a respiração até seu pescoço ficar tenso. Ela podia sentir as bordas afiadas da garrafa quebrada pressionando contra seu pulso, consciente de que um movimento errado, e ela acabaria morta.
‘Ugh…’ ela gemeu enquanto seus olhos ardiam, mas ainda assim forçou-os a abrir. Sua visão estava embaçada, mas ela captou o par de olhos pairando sobre ela. Ela podia sentir a intenção assassina lançada sobre ela, fazendo-a engolir um bocado.
“Se — senhora…” ela sussurrou, piscando até conseguir suportar a sensação de queimação nos olhos. Assim que sua visão clareou, as veias de seus olhos ficaram vermelhas. “Por que você está fazendo isso comigo?”
“Estou cumprindo uma promessa, só isso.” Os olhos do Paraíso abaixaram, avaliando a expressão da mulher. “Não foi o que eu disse que cuidaria de você também?”
Andrea estremeceu, mordendo o interior de seu lábio inferior até sangrar. Nesse momento, todo o peso de Heaven estava sobre ela, com seu pé esquerdo pisando em seu pulso enquanto sua mão prendia a outra mão de Andrea sobre sua cabeça. Heaven segurava a ponta da garrafa quebrada bem na jugular de Andrea, mantendo a empregada presa na posição dela.
Não havia saída.
Andrea podia pensar em movimentos para reverter a situação, mas com base em sua experiência, ela não se arriscou. Olhando nos olhos da Heaven, ela não pôde deixar de engolir mais uma vez. Aquele olhar nos olhos da senhora gritava perigo, como se ela fosse alguém que havia matado — massacrado pessoas no passado.
“Quem é você?” Heaven perguntou, erguendo o queixo de Andrea com a parte curva da garrafa.
Os lábios de Andrea tremeram enquanto ela respondia baixinho. “Eu te disse meu nome, Senhora. É Andrea. Senhora, por favor, não — não me mate. Eu não fiz nada de errado.”
“Não fez nada de errado?” Heaven zombou. “Você acha que agir assim vai ajudar?”
Ela inclinou a cabeça para o lado, batendo os cílios de maneira extremamente delicada. “Querida, só há uma maneira de você deixar essa adega viva. E isso é sendo verdadeira. Não há necessidade de fingir.”
Heaven não confundiria.
Ela não esqueceria o tamanho do braço do assassino do céu enquanto a verdadeira Heaven lutava até o fim. O braço do assassino era pequeno e sua pele era levemente áspera. Depois de pegar o braço de Andrea, Heaven tinha certeza de que era o mesmo braço da pessoa que a havia estrangulado.
“De quem é o filho da puta que quer minha cabeça, Andy?” Heaven não enrolou, não perdendo tempo com palavras.
A expressão de piedade de Andrea lentamente desapareceu sob o olhar de Heaven, substituída por uma camada de gelo. “Você me pegou,” ela deu um sorriso.
“Haha. Isso aí.” Heaven ergueu rapidamente as sobrancelhas, lançando à mulher um olhar de entendimento.
“Eu não achei que você me reconheceria. Eu fui cuidadosa.”
“Bem, eu diria que você não foi cuidadosa o suficiente.”
Andrea mantinha uma expressão feroz, avaliando o rosto pairando sobre ela.
“Quem é você?” ela perguntou em voz baixa. “Você morreu naquela noite. Eu não me enganaria porque eu me assegurei de que você estava morta. Como é que você está viva?”
“É isso que você acha que é importante agora?”
“Se você acha que vou falar, então você é ingênua, senhora.” O sorriso de Andrea se estendeu conforme um brilho sinistro piscou em seus olhos. “Você não vai tirar nada de mim.”
“Hah…”
“Você não pode me matar.” Andrea ergueu o queixo, provocando. “Eu não acho que você tenha planos suficientes depois de me confrontar. Como você vai se livrar do meu corpo sem ser notada? Você já pensou nisso?”
Vendo as linhas de sorriso no rosto de Heaven, Andrea sentiu uma onda de confiança. Heaven era uma grande atriz e provavelmente estava atuando. Não havia como Heaven ser capaz de tirar a vida de outra pessoa. O único motivo pelo qual Heaven conseguiu imobilizá-la foi porque ela pegou Andrea desprevenida.
Isso era o que Andrea acreditava — era o que ela queria acreditar.
Quanto a como Heaven estava viva após se certificar de que ela estava morta, Andrea tinha certeza de que descobriria. Ela provavelmente errou. Afinal, Andrea tinha tomado algumas bebidas naquela noite em que ela se esgueirou para o quarto de Heaven. Foi culpa do assistente de cozinha que a fez experimentar algumas bebidas.
Houve um momento de silêncio que desceu na adega antes de Heaven explodir em risadas. Linhas profundas apareceram instantaneamente entre as sobrancelhas de Andrea, observando Heaven mergulhar na insanidade.
“Como vou me livrar do seu corpo sem ser percebida? Hahaha!” Heaven riu como se tivesse ouvido a maior piada que ela já tinha ouvido. “Isso é fofo.”
Heaven baixou a cabeça, mordendo o lábio inferior para se impedir de sorrir. “Você acha que arrastar seu corpo é o único jeito de se livrar do seu cadáver? Não me faça rir. Você e eu sabemos que ninguém além do seu empregador notará que você desapareceu.”
“Se eu quisesse, teria te matado no momento em que acordei naquele dia,” ela continuou. “Mas não fiz. Sabe por quê?”
A expressão de Andrea ficou pálida enquanto ela não conseguia piscar sob o olhar perverso de Heaven, sentindo o medo subir pela sua espinha.
“Porque estava te dando a chance de fugir,” Heaven enfatizou suas palavras para Andrea entender o ponto. “Você deveria ter fugido no dia em que acordei, mas não fez isso. Você escolheu ficar, observando cada movimento meu, e talvez se perguntando como estou viva depois de você me estrangular até a morte.”
“Engraçado, embora. Depois de me evitar durante a última semana, você de repente apareceu na minha frente.” Heaven estreitou os olhos, sorrindo. “Por quê? Você veio aqui para terminar o trabalho?”
No momento em que essas palavras saíram da boca de Heaven, os olhos de Andrea se dilataram. E isso foi o suficiente para Heaven confirmar seu palpite.
Andrea seguiu Heaven para a adega subterrânea de vinhos da mansão para terminar o trabalho. Em outras palavras, quer Heaven a confrontasse ou fingisse que não sabia, as coisas ainda terminariam da mesma forma. A única diferença seria seus papéis. Heaven seria aquela por baixo de seu assassino.