Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 122
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- Capítulo 122 - 122 Capítulo bônus Gabinete do diretor 122 Capítulo bônus
122: [Capítulo bônus] Gabinete do diretor 122: [Capítulo bônus] Gabinete do diretor Quando Heaven acordou nesse corpo, soube que a escola convocou Dominic porque Sebastian machucou um colega de classe. Pelo que ela ouviu, Sebastian fez seu colega sangrar pelo nariz após lhe dar um soco. Ela não tocou no assunto, sabendo que Dominic já havia resolvido a questão.
Além do mais, Sebastian não estava machucado.
Contudo, quem poderia imaginar que o conselho dela levaria exatamente àquilo que mais temia? Que Sebastian se machucasse pelas mãos de outra pessoa.
Apenas porque ela disse para ele ser bom, Sebastian permitiu que outro garoto o machucasse. Mesmo assim, ele estava mais preocupado com o que sua mãe pensaria. Ele estava ainda mais preocupado se ela ficaria desapontada com ele em vez de preocupada com o sangramento.
Como uma mãe poderia não ver seu mundo desmoronar com tais perguntas?
“Desculpa.” Uma lágrima repentinamente desceu pela bochecha de Heaven, que tentava ao máximo se recompor. “Desculpa.”
Heaven baixou a cabeça, limpando o sangue no lábio superior de Sebastian. Enquanto isso, Sebastian exibia uma expressão carrancuda enquanto via sua mãe derramar lágrimas. Ele olhou para o pai, que estava sentado ao lado de Heaven.
Dominic estava quieto, olhando para ele e depois para as costas tremendo de Heaven. Sua expressão era sombria e seus olhos poderiam até congelar o inferno.
‘Ele está bravo,’ Sebastian pensou, conhecendo seu pai muito bem. Era raro Dominic se enfurecer, mas quando acontecia, Sebastian sempre se calava. Não apenas Sebastian, mas qualquer um que conhecesse Dominic ficaria quieto pelo seu próprio bem.
“Hum!” o diretor limpou a garganta, mantendo seus olhos em Sebastian. “Nós já fornecemos o kit de primeiros socorros para as crianças —”
“Eu não vejo isso.” Dominic interrompeu o diretor friamente antes de pegar seu telefone. Ele ergueu um dedo em direção ao diretor enquanto discava rapidamente o número de contato de Dane. “Chame um doutor aqui o mais rápido possível. Meu filho está com sangramento nasal.”
“Sim, senhor —”
Dominic nem sequer esperou Dane terminar sua resposta antes de desligar, voltando sua atenção para o diretor. “Direto ao ponto, diretor. Não acho que tenho paciência suficiente hoje. Me diga o que aconteceu e como meu filho foi agredido dentro das instalações?”
O diretor segurou momentaneamente a respiração e engoliu um bocado de ar. Ele podia sentir a insatisfação de Dominic penetrar seus ossos, revelando como esse homem não estava satisfeito com a situação.
“De acordo com os alunos —”
“Dos alunos?” Dominic nem esperou que o diretor continuasse, apontando imediatamente o que estava errado nessa frase inacabada. “Não havia nenhum professor por perto para supervisionar as crianças?”
“Ah, bem.” O diretor suspirou, lançando um olhar de soslaio para os dois professores responsáveis pela classe, que estavam ao lado. “Os professores saíram por um momento para pegar alguns materiais para a classe, mas quando voltaram, Sebastian e Yun já estavam lutando.”
O diretor inclinou a cabeça, mãos sobre a coxa. “Admito que tivemos nossas falhas, Senhor Zhu. Isso não teria acontecido se eles não tivessem saído, nem por um segundo. Lamentamos que isso tenha acontecido.”
Desculpas?
Na maioria dos casos, ouvir alguém se desculpar sinceramente seria suficiente. No entanto, por que essa palavra soava tão dolorosa de se ouvir? Pedir desculpas era a única coisa que eles podiam fazer?
Heaven riu sem humor enquanto lentamente levantava os olhos em direção ao diretor. Ele estava curvando-se profundamente para mostrar sua sinceridade, até mesmo os outros dois professores ao lado estavam se curvando. Eles reconheciam sua falha, mas, infelizmente, Hera simplesmente não conseguia achar isso aceitável.
“Meu filho!” Antes que Heaven e Dominic pudessem expressar seu descontentamento, a voz de uma mulher ecoou dentro do escritório do diretor. “Oh, meu Deus! Meu bebê!”
Uma mulher apareceu na porta, correndo para o assento à frente de Heaven, Dominic e Sebastian. Ela bufou incrédula enquanto segurava o rosto de seu filho com ambas as mãos, avaliando o leve hematoma no rosto do pequeno Yun.
Ao contrário de Sebastian, o pequeno Yun não parecia estar machucado. Pelo menos, não onde outros pudessem ver.
“Quem!” A respiração da mulher falhou, lançando olhares mortais para a família de três pessoas à sua frente. Seus olhos caíram imediatamente em Sebastian e a visão dele encheu seus olhos de raiva. “Você de novo!! O que você fez dessa vez, hein!? Esse moleque — como ousa machucar meu pequeno Yun —”
A mulher quase mordeu a língua quando levantou o olhar, apenas para encontrar a expressão gelada de Dominic. Mas o que mais a surpreendeu foi aquela mulher familiar com quem ela continuava esbarrando.
“Você!” a mulher apontou para Heaven, de olhos arregalados. “O que esta mulher está fazendo aqui?! Não, diretor! Como pode deixar essa psicopata entrar aqui?!”
A mulher ofegou enquanto lançava um olhar para o diretor. Este último também não sabia, já que Heaven havia chegado apenas com Dominic Zhu. Agora que a mulher mencionou, o diretor não pôde deixar de se perguntar também.
Quem era essa mulher?
“Você está aqui para machucar meu pequeno Yun?! Foi você quem…” a mulher parou enquanto olhava entre Heaven, Dominic e Sebastian. Sua boca se abriu.
Não.
Seu palpite não estava correto, certo?
Essa psicopata não estava com os Zhu, certo?
“Mamãe.” O pequeno Yun puxou a mão da mãe, olhando raivosamente para Sebastian. “O Basti é tão violento! Eu só estava expondo suas mentiras sobre sua mãe fazer lanches para ele. Mas ele continuou mentindo para todos que tinha uma mamãe!”
A mãe da criança quase engasgou quando olhou de volta para seu filho.
“Desculpa. Eu devia ter te ouvido e ficado longe dele, mas eu simplesmente não podia deixar que ele mentisse para todos,” continuou a criança com um bico. “Eu falei para ele que era normal não ter mãe, mas ele simplesmente me atacou. Mamãe estava certa. Uma criança sem mãe é violenta…”
A mulher cobriu a boca de seu filho, mas já era tarde demais. O que seu filho disse foi suficiente para Heaven e Dominic saberem o que realmente aconteceu.
“Eu avisei vocês, não foi?” Heaven apertou a mão em um punho cerrado, lentamente se levantando de sua cadeira com os olhos ardentes fixados na mãe e no filho. “Eu disse para disciplinar seu filho.”
“O que — o que você está fazendo?” A mulher gaguejou enquanto Heaven caminhava em direção à mesa de centro entre elas, e, sem mais delongas, agarrou-a pela gola. “Ai!! O que você está — socorro!!”
O agarre de Heaven na gola da mulher se apertou. “Talvez… sua vida seja o suficiente para aplacar minha raiva,” ela anunciou em um sussurro.
“Eu saberei assim que fizer.” Assim que essas palavras saíram de sua boca, ela rapidamente soltou a mulher e chutou a parte de trás de seus pés, fazendo com que a mulher caísse. Heaven imediatamente pulou em cima dela, segurando o pescoço da mulher enquanto a estrangulava até a morte.
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“Eu falei para ele que era normal não ter mãe, mas ele simplesmente me atacou. Mamãe estava certa. Uma criança sem mãe é violenta…”
Heaven piscou com ternura, se acalmando. No momento em que olhou para a mãe e o filho, ela já havia pensado em vários métodos para machucá-los, variando de enforcamento a incendiá-los. Porém, ela não fez isso, mesmo que tenha vendido a muito tempo sua moral e sua alma para o diabo como Hera.
Machucá-los apenas provaria o ponto deles. Pelo bem de Sebastian, Heaven só podia apertar os dentes e segurar suas mãos para não jogá-los ao chão inconscientemente. Dominic também colocou sua mão sobre a dela, lembrando de seu pedido para não soltá-la.