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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 1134

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Capítulo 1134: Perdedor

“Sr. Zhu, Advogado Cafre. A documentação está pronta.”

“Ah é?” Moose lançou a Primo um olhar cúmplice. “Viu só o que eu disse? Não levou nem uma hora. Apenas quarenta e cinco minutos.”

Moose retirou lentamente um talão de cheques do seu terno e colocou um cheque em cima da papelada. Com um sorriso, ele disse ao gerente, “Deposite este cheque na minha conta, por favor.”

“Claro!” os olhos do gerente do banco brilharam no momento em que ele viu o valor escrito no cheque. Apesar de contar e trabalhar nesse setor, ainda o surpreendia como uma pessoa poderia ter tanto dinheiro. Não só isso, mas este cliente era provavelmente o cliente mais rico que ele já havia atendido.

“Vou depositá-lo imediatamente, Sr. Zhu,” o gerente do banco sorriu enquanto segurava o cheque. “Será rápido.”

“Quão rápido?” perguntou Primo.

“Só um ou dois minutos,” disse o gerente do banco com certeza. “Eu volto logo.”

Com isso dito, o gerente do banco foi depositar o cheque na conta de Moose. Ao sair, Moose sorriu para Primo e este revirou os olhos.

“Vamos lá, cara. Por que está tão mal-humorado?” Moose deu um tapinha no peito do homem com o dorso da mão. “Nosso problema de fome será resolvido em dois minutos. Quanto a Hera, pare de discutir com ela. Ela te desafiou não porque quer ganhar, mas porque quer entrar na sua cabeça.”

Ele tocou sua têmpora, falando de maneira sábia. “No momento em que você deixar ela entrar, ela vence.”

“Essa mulher e seus jogos…” Primo beliscou a ponte de seu nariz, lembrando como tudo isso começou com um comentário banal dela. “Como vocês aguentaram tanto tempo?”

“Porque mesmo ela nos deixando loucos a ponto de arrancarmos nossas cabeças, ela nos torna melhores.” Ele deu de ombros, e ao mesmo tempo, sorriu para a porta quando o gerente do banco retornou. Desta vez, ele tinha alguns funcionários com ele, carregando maletas.

Primo também olhou para o gerente do banco e, ao ver o grande sorriso em seu rosto, suspirou aliviado. O dinheiro tinha passado. E aquelas nas maletas eram a resposta para seus problemas.

“Sr. Zhu,” chamou o gerente do banco quando se sentou novamente. “Depositamos todo o dinheiro na sua conta, e também fiz os saques, conforme o senhor solicitou.”

Os funcionários colocaram as maletas na mesa, abrindo-as para mostrar o dinheiro aos dois. Moose sorriu satisfeito, enquanto Primo manteve sua expressão controlada.

“Muito bom,” disse Moose enquanto ele mal olhava para o dinheiro, mesmo querendo admirá-lo mais. Ele estendeu a mão lentamente sobre a mesa, que o gerente do banco apertou quase imediatamente. “É um prazer fazer negócios com você. Estou satisfeito por ter escolhido o lugar certo para confiar meu dinheiro.”

O gerente sorriu de orelha a orelha. “É um prazer, Sr. Zhu. Se precisar de qualquer coisa, aqui está meu cartão de visita. Eu atenderei mesmo se for no meio da noite.”

“Haha. Eu respeito o tempo privado das pessoas, mas vou ter isso em mente.” Moose lançou um olhar para Primo, e este, casualmente, fechou as maletas. “Você se importa de eu chamar meus seguranças na porta dos fundos?”

“Claro que não! Com essa quantidade de dinheiro, precisamos garantir que saia do banco seguro e são.”

Mas mesmo antes de o gerente do banco poder responder, Primo já havia chamado seus colegas para encontrá-los na saída. Quando ele obteve uma resposta apropriada deles, as preocupações de Primo de que as autoridades já estivessem esperando por eles do lado de fora diminuíram um pouco.

*

*

*

“Tenha cuidado no caminho, Sr. Zhu.” O sorriso do gerente do banco não deixou seu rosto, parado do lado de fora do carro de Moose.

Moose deu mais um sorriso antes de subir o vidro. Assim que o fez, seu carro e mais alguns saíram do espaço de estacionamento privado.

“Viu?” Moose riu enquanto abria uma das maletas em seu colo. “Dinheiro!”

Primo suspirou e olhou para a estrada à frente, pensando que ainda poderia ter polícia por perto. Notando sua cautela, Moose franzindo o nariz.

“Eles não estão vindo, tá ligado?” Moose clicou a língua. “Por que você acha que todo mundo está ocupado causando caos enquanto a gente faz o nosso rolê?”

“Melhor prevenir do que remediar,” Primo respondeu, suspirando aliviado quando já estavam na estrada por dez minutos e não ouviu o som da sirene. Desta vez, ele se virou para Moose, que estava cheirando a mão cheia de notas.

“Ligue para ela. Diga que pegamos o dinheiro,” disse Primo, mas então balançou a cabeça. “Deixa pra lá. Eu faço isso.”

“Ela não vai se chatear se você avisar que está trabalhando no seu dia de folga.”

“Como você disse, não vou deixar ela entrar na minha cabeça.” Primo levantou brevemente as sobrancelhas conforme tirava o celular, discando o número do Coringa, que ele sabia que se conectaria a Hera. Assim que a linha se conectou, ele disse, “Obrigado por estragar meu dia de folga e conseguimos o dinheiro.”

“Oh?” Hera riu. “Bom trabalho, Primo!”

“Não preciso do seu elogio.”

Ela riu. “Tudo bem, tudo bem. Você esvaziou o banco do meu marido?”

“Não. Como você disse.”

“Okay.” Ela sorriu. “Então, agora, eu tenho mais razões para flertar com ele~!”

“Puta que pariu…” ele resmungou em desgosto, já imaginando os corações e a poeira rosa brilhando ao redor dela só de pensar. Se ao menos ele não soubesse que havia mais razões pelas quais eles não poderiam pegar todo o dinheiro dela, ele estaria discutindo com ela.

“Enfim, fique de olho no Moose e não deixe ele roubar nem uma nota,” ela disse. “Me ligue quando precisar de alguma coisa.”

“Tá bom —”

“Espera.”

Primo franziu a testa enquanto se virava para Moose, apenas para ver o último encarando o seu telefone. “O que foi agora?”

“Deixa eu falar com ela,” disse Moose, abrindo a palma da mão para ele, de olho no seu telefone. “Eu preciso fazer uma pergunta para ela.”

*******

Ao mesmo tempo…

Dominic olhou para sua esquerda, onde Ivy estava sentada no banco de trás. Ela estava quieta desde que ele terminou sua reunião, não lhe contando nada sobre sua ‘operação’. Mas em vez de consolá-la ou tirar alguma conclusão precipitada, ele quebrou o gelo com ignorância.

“Como estão as coisas?” ele perguntou, de olho nela. “Boas notícias ou más notícias?”

Ivy lentamente levantou a cabeça para ele e disse baixinho, “Eu falhei…”

“Entendi.” Dominic balançou a cabeça compreensivamente. “É seu primeiro dia, então você não precisa se culpar —”

“… por não ter sido ótima!” Os lábios dela lentamente formaram um sorriso triunfante, fazendo ele franzir a testa. “Eu consegui, Dom! Bem na hora!”

“Oh?”

“Eu achei que não ia conseguir, mas daí, me lembrei de um dos meus pretendentes…” Ivy compartilhou animadamente como ela conseguiu fazer a transferência, como se o que estava contando a ele não fosse algum tipo de crime. “… e foi isso que aconteceu!”

Dominic piscou e balançou a cabeça. “Uau.”

“Viu?” Ela sorriu com orgulho. “Sou perfeita para o trabalho.”

“Você é.” Ele concordou. “E agora, têm dois alvos em suas miras.”

“Tigre é um coração mole,” ela riu. “Ele pode parecer grande e assustador — como um urso insensível. Mas, na verdade, ele é como um ursinho de pelúcia fofo por dentro. Ele não vai puxar o gatilho em mim.”

Dominic deu de ombros, deixando-a desfrutar da glória de sua primeira tarefa, que ela realizou com perfeição.

******

“Uhm… Hera?” Moose pigarreou, apertando os olhos para o seu telefone. “O que significa quando você retira um dinheiro e aí recebe uma notificação de outra conta sobre um saque do mesmo valor?”

Primo arqueou uma sobrancelha enquanto observava Moose estudar seu telefone enquanto falava com Hera no outro telefone. “O que você quer dizer com isso?”

“Bem, agora mesmo, recebi uma notificação da conta do Tigre que ele fez alguns saques.” Moose colocou seu telefone para baixo e focou na ligação. “É o mesmo valor que transferimos para a conta falsa do Dominic.”

Hera, que estava ouvindo do outro lado da ligação, sorriu maliciosa. “Por que você recebe notificações da conta bancária do Tigre?”

“Para eu saber se ele está gastando, para eu poder atraí-lo para um golpe?”

“Haha. Não conta pro Tigre que acabamos de roubar dele 10 bilhões,” ela comentou. “E é melhor você voltar ao trabalho. O Dominic te superou de novo. Perdedor.”

Moose assobiou enquanto segurava o telefone, à beira de jogá-lo fora de irritação.

“O que foi isso?” perguntou Primo. “Nós falhamos?”

“Essa mulher… de que lado ela pensa que está?!” Moose jogou o telefone de Primo de volta para ele. “Como ela pode me chamar de perdedor quando estou do lado dela, e não dele?”

“Te ver bravo me faz sentir muito melhor.” Primo sorriu, encontrando consolo na humilhação de Moose. “E honestamente, eu não me importo de perder dessa vez.”

Moose estalou a língua enquanto fumegava, “porra!”

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