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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 1126

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Capítulo 1126: Tanque de guerra

“Eu sou o que roubou o dinheiro, Ivy. Mas eu não vou devolvê-lo.”

Por um segundo, Ivy ficou sem palavras. Ela precisava de um momento para processar a resposta direta e curta de Dominic. Bem, ele disse que esse trabalho iria desafiar a sua integridade moral.

“…” Ivy abriu e fechou a boca, dando de ombros. “Tá bom.”

Ela instintivamente olhou para Axel quando este lhe lançou um olhar julgador. “O quê?”

“Nada.”

“Caramba.” Ivy massageou a têmpora, não esperando esse segredo ‘sujo’ tão cedo. “Só para deixar claro, isso não é dinheiro do contribuinte, certo? Porque se for, eu ficaria muito espantada que você roubou dinheiro do povo antes mesmo de assumir o cargo. Estou sendo sarcástica.”

“É da Hera,” Dominic respondeu enquanto parava de novo, forçando-se a levantar. Ele segurou na pasta e caminhou em direção a eles. Sentou-se na poltrona e entregou a ela o documento.

“Leia este primeiro. Tenho uma reunião em uma hora e quero que você saiba uma ou duas coisas sobre isso,” ele disse enquanto conferia a comida que Axel havia pedido para eles. “Sobre os ladrões que queriam roubar do ladrão, e isso inclui o Tigre.”

“Ah…” Ivy balançou a cabeça conforme ela já tinha assumido isso quando ouviu o nome de Hera. Mas antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, ela franziu a testa para Dominic. “Eu pensei que você não almoçava às segundas?”

“Axel está te zoando.”

Ivy franzia a testa e olhava feio para Axel.

O último, por outro lado, apenas riu. “O quê? Foi divertido.”

“Esse é o ponto dos meus arquivos,” disse Dominic calmamente. “Você deveria me conhecer mais do que ninguém. Ou pelo menos fingir que me conhece tão bem assim.”

Ivy assentiu em compreensão, continuando sua refeição enquanto lia o arquivo que Dominic tinha acabado de lhe entregar. Enquanto lia, Ivy não conseguia conter sua curiosidade.

“Por que você está infernizando a Hera?” ela perguntou quando não pôde mais aguentar. “Você não deveria estar ajudando ela porque, bom, ela é irmã do Tigre?”

“Tem uma coisa que eu não te contei quando te contratei algumas horas atrás.” Dominic engoliu a comida antes de segurar seu olhar. “O Tigre, a irmã dele e todos do lado deles são meus inimigos.”

“Como assim?!”

“Eu te conto mais sobre isso uma vez que você terminar o seu trabalho,” ele disse. “Seu cérebro pode dar um tilt com toda a informação.”

O rosto de Ivy ficou azedo. “Por inimigos, você quer dizer…?”

“Reais.” Sua resposta foi rápida. “Se você não estiver disposta, você pode sempre pedir demissão. Sem ressentimentos.”

“Esse não é o meu ponto.” Ivy suspirou pesadamente. “Isso significa que eu também vou ter que mexer com ele?”

“Você não quer?” Dominic ergueu uma sobrancelha. “Já estamos do mesmo lado há bastante tempo. Não está curiosa para saber como é estar contra eles? Quero dizer, eles são intimidadores e habilidosos. É inevitável se sentir pequeno e inútil perto deles. E eles também acreditam nisso.”

Ele deu de ombros, desdenhoso. “Causar problemas para eles vai provar que não somos tão fracos quanto eles pensam que somos.”

“Você tá louco?” ela exclamou. “Você não pode simplesmente fazer isso porque eles te expulsaram do grupo dizendo que é o melhor para você.”

Dominic arqueou uma sobrancelha enquanto enfiava outra colherada na boca. Axel também olhou para Ivy com um olhar compreensivo.

“Embora… eu não posso negar que é irritante,” ela limpou a garganta. “Me deixa irritada. Ele me vê como se eu fosse nada além de um vaso bonito, que poderia quebrar se não for manuseado com cuidado. É meio ofensivo, pensar que ele pode decidir por mim.”

Ivy respirou fundo enquanto ria. “Agora que eu estou pensando sobre isso, me deixa ainda mais irritada. Eu odeio vocês dois.”

“Coma sua comida e leia o arquivo. Eu tenho uma reunião com a Interpol,” Dominic sorriu de lado. “Elliot Dunkel precisa de mais financiamento.”

“Você não disse que perdeu alguns milhões nos últimos dias?” Ivy perguntou antes de um sorriso aparecer em seu rosto. “Já que você é um ladrão e quer mexer com a pessoa com quem eu quero mexer, que tal… a gente reabastecer sua conta? Ou melhor, escondê-la à vista de todos?”

Lentamente, Dominic ergueu uma sobrancelha enquanto o canto dos seus olhos se enrugou.

“Eu só conheço um certa mão de vaca que tem zero educação financeira,” ela sorriu. “Ele pode começar a contar seu dinheiro assim que uma quantia significativa desaparece.”

“Você está dizendo…?” Dominic se recostou, franzindo os olhos. “Nós roubamos mais um pouco e?”

“O que eu estou dizendo é já que você está perdendo dinheiro que não quer desistir, então deixamos eles roubarem,” ela explicou. “Eles vão pensar que estão fazendo um bom trabalho recuperando o dinheiro deles, só para perceber que era o dinheiro deles que estavam roubando.”

“Mas é o dinheiro deles que está na conta do meu irmão,” Axel corrigiu. “Ele é o ladrão aqui, sabe?”

“Achado não é roubado.” Ela deu de ombros. “No momento em que aquele dinheiro foi para a conta do Dominic, é dele. Eu li o outro arquivo dele. Ele está pagando impostos sobre aquele dinheiro. Ou seja, é dele.”

“Ah.”

“E então?” Ivy voltou os olhos para Dominic. “O que você acha?”

Dominic ponderou, esfregando levemente o queixo. Após uma consideração cuidadosa, ele balançou a cabeça.

“Vamos fazer do seu jeito,” ele comentou. “Mas não me culpe se ele terminar com você.”

“Ele já terminou.” Ela sorriu de orelha a orelha, encontrando essa centelha de empolgação no coração. “Veja isso como minha pequena vingança por ter meu coração partido, e por pensar que ele poderia decidir por mim.”

“Faça isso hoje.”

“Sim, senhor!” Ivy estalou os lábios, continuando sua refeição enquanto lia o arquivo novamente.

Dominic sorriu satisfeito, apenas para notar Axel olhando para Ivy com suspeita.

“Você é natural nisso, não é?” Axel murmurou em tom suspeito. “Ivy, você já roubou alguma coisa antes? Se sim, estou questionando nossa amizade.”

Ivy olhou para ele e revirou os olhos.

“Cara, acho que não podemos confiar nela.” Axel apontou para ela, olhos em Dominic. “Isso está errado. Ela é profissional. Isso é suspeito!”

“Mas eu acho que ela é perfeita para o trabalho.”

“Vou precisar de um detector de mentiras aqui,” Axel argumentou, ainda olhando para Ivy com suspeita. “Você machucou meu irmão, e eu vou esquecer nossa amizade. Estou te avisando.”

****

Enquanto isso, na nova sede do Ceifador, Primo estava aproveitando seu dia de folga na estufa com um pedaço de música clássica ao fundo. Ele levantou a xícara de chá diante dele, cheirando o aroma que acalmava sua mente.

“Silêncio,” ele murmurou em tom relaxado. “Como é precioso.”

Primo fechou os olhos e inalou o vapor da xícara de chá. Mas, justo quando estava prestes a dar um gole, a música parou. Seu sorriso permaneceu, mas ele sabia que não duraria muito. E ele estava certo.

“Você é um advogado, certo? E bom nisso.” Moose falou, observando Primo colocar lentamente sua xícara no pires. “Você tem um caso.”

“Minha licença foi revogada há muitos anos,” Primo sorriu, tentando manter seu ânimo. “Então, seja lá qual for esse caso que você tem para mim, eu não posso aceitar. Se isso está claro, por favor, coloque minha música. Estou tentando lidar com meus problemas de raiva e, já que Hera não está por perto, pensei que seria melhor trabalhar em mim mesmo até encontrar a mulher.”

“Elliot ligou. Ele disse que Hera foi parada,” Moose comentou. “Fig já está se preparando para sair. O helicóptero partirá em dez minutos. Vai levar cerca de cinco horas para chegar ao país, então não perca tempo.”

Primo riu. “Entendo que Hera é nossa chefe, e ela que dá as ordens. Mas vocês estão exagerando. Ela está disfarçada e se foi parada, e daí? Se o xerife quiser tomar o carro, que tome. Não é como se ela não pudesse fazer nada a respeito. Ela é uma moça grande.”

“Ela não está dirigindo um carro.”

“O quê?”

Moose coçou a têmpora com o indicador. “A questão é… ela estava dirigindo um maldito tanque.”

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