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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 1117

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Capítulo 1117: Este é o sossego

“Que diabos é isso?” Axel perguntou incrédulo, olhando para o seu irmão, que estava sentado do outro lado do banco de trás. “O que aquele cara quer?”

Dominic não reagiu, mantendo seus olhos na janela.

“Mano!” Axel pigarreou. “Você prometeu não guardar mais segredos. Isso é mentira?”

“E eu não estou dizendo nada porque não é um segredo, Axel.” Dominic respirou fundo, ainda sem ter energia para encarar seu irmão. “Pelo menos, não meu.”

“Como assim, não seu?”

“Não é algo com o qual você e eu devemos nos envolver. Nem é algo que tenhamos que resolver por conta própria,” explicou Dominic. “Esse é um problema que Leo Wu teve que enfrentar sozinho. Eu já fiz minha parte. Como as coisas vão seguir daqui para a frente, isso é com eles.”

Dominic concordou mentalmente, acreditando em sua decisão sobre a situação. Afinal, mesmo que Dominic não fosse totalmente culpado, ele ainda se sentia responsável. Ele não queria estar bêbado naquela noite, mas acabou caindo numa armadilha. Como resultado, eles tiveram Sebastian.

Em outras palavras, ele se sentia responsável por Heaven e Leo. Mesmo que uma parte dele acreditasse que o fim deles foi decisão dela, ele ainda tinha sua parcela de responsabilidade.

“Se vamos corrigir tudo, então devemos começar por eles,” murmurou Dominic, fazendo Axel arquear uma sobrancelha e estreitar os olhos com suspeita. “É assim que se põe as coisas em ordem e em seus devidos lugares.”

“Não me identifico,” comentou Axel, se acomodando confortavelmente de lado. “Mas se você acha que fez a coisa certa, então confio no seu julgamento.”

Dessa vez, Dominic fixou os olhos em seu irmão. “Por que você ainda está aqui?”

“Hã?”

“Você não tem uma empresa para gerir? Se você relaxar, quem vai me financiar na minha próxima campanha?”

“Você acabou de ser eleito e mal começou seu mandato.” Axel franziu o nariz para o irmão. “Faça um bom trabalho. Depois podemos falar sobre os fundos para a sua próxima campanha.”

“Agora, você soa como um chefe.” Dominic sorriu satisfeito. “Então? Por que você ainda está aqui?”

“Estou tirando um tempo livre,” Axel justificou casualmente. “Não posso trancar meu irmão num cofre de segurança. Então, não tenho escolha a não ser trazer meu escritório até ele.”

Pontos de interrogação preencheram imediatamente a bolha de pensamento de Dominic. Vendo a confusão nos olhos de Dominic, Axel soltou um suspiro profundo.

“Aquele SUV ali está cheio dos melhores e mais confiáveis, escolhidos a dedo por mim, do departamento do CEO.” Axel apontou com o polegar por cima do ombro. “Eles ainda estão trabalhando. Eu incluso. Mas em vez de trabalharem no escritório, estamos aqui fora.”

“???”

“Para mudar um pouco.” Axel sorriu. “Quem disse que escravos corporativos não podem pegar a estrada, hein? Nós temos uma vida!”

Os lábios de Dominic se entreabriram, mas sua voz não conseguiu sair de sua garganta. Durante o próximo minuto, tudo o que ele conseguiu fazer foi olhar para o irmão. Ele sabia que Axel estava preocupado e queria ajudá-lo. Afinal, Dominic contou a Axel tudo o que este precisava saber. Ele até falou a Axel o quanto era perigoso. Embora ele tenha omitido alguns detalhes por segurança, Axel praticamente sabia de tudo.

Mas, isso não era demais?

“Axel, desde quando você começou a falar como o Moose?” Dominic perguntou depois de um longo silêncio. “Por que eu concordei que eles te treinassem?”

Axel sorriu triunfante. “Porque eles são os melhores e mais eficazes. Eu só aprendo com os melhores porque meu irmão me ama.” Ele se inclinou para o lado de Dominic, piscando os cílios de forma coquete.

“Isso é fofo quando sua irmã faz.” Dominic afastou seu braço. “Você, por outro lado, me dá arrepios.”

Axel recuou com uma carranca. “Mesmo assim, não vou embora.”

“Não estou pedindo para você ir embora.” Dominic balançou a cabeça. “Sei que você já tomou sua decisão. Só não venha chorar para mim quando as coisas piorarem. Eu avisei. Estou andando numa estrada estreita.”

“Não vou chorar, prometo!” Axel sorriu. “Aliás, este não é o caminho para o seu novo escritório.”

“Preciso fazer uma parada.”

“Onde? Quer dizer, por quê? Não está na sua agenda, está?”

“Me disseram que Ivy estava no meu escritório,” explicou Dominic. “Estou tentando evitá-la.”

Axel franziu a testa. “Por que você está tentando evitá-la?”

“Eu ouvi um boato ridículo há pouco tempo,” ele disse. “E não quero ouvir o que ela tem a dizer.”

“Ah.” Axel balançou a cabeça, fazendo Dominic arquear uma sobrancelha.

Dominic estreitou os olhos para o irmão, perguntando, “O que você fez?”

“Nada?” Axel se defendeu, suscitando ainda mais suspeita. “Eu juro! Não fiz nada!”

“Então o que você disse a ela?”

Dessa vez, Axel arfou com uma expressão de horror no rosto. Mesmo antes de dizer algo, Dominic já tinha deduzido o que seu irmãozinho contou a Ivy.

“Tá bom.” Axel cedeu, erguendo as mãos. “Só para ficar claro, ela me enganou!”

“O que você disse a ela?”

“Bom, ela me ligou ontem à noite e me disse que queria te enviar um presente de parabéns,” Axel murmurou. “Ela disse que ouviu que você estaria voltando ao escritório. Além disso, ela queria te enviar um presente de agradecimento por ter salvado a vida dela. Então…”

Axel interrompeu enquanto limpava a garganta. “Ela me pediu seu endereço.”

“Meu endereço atual?” Dominic perguntou, e Axel assentiu. “Onde estou morando atualmente?”

Dominic beliscou a ponte do nariz.

“Eu só dei para ela porque eu confio nela!” Axel exclamou em defesa. “Eu não sabia que você estava evitando! Se soubesse, nem atenderia a ligação dela. Deixo ela me esfolar vivo quando me pegar!”

“Axel, eu te contei minha situação.” Dominic respirou fundo e suspirou. “Você sabe o que Dane fez comigo. Você não pode confiar em qualquer um. Não estou dizendo que não se pode confiar na Ivy, mas não baixe a guarda. Não confie em nada do que vê ou ouve. É o único jeito de te manter seguro.”

“Me desculpe.” Axel suspirou. “Lições aprendidas. Farei melhor.”

Dominic balançou a cabeça mais uma vez enquanto olhava para a frente. Ele se aproximou e tocou no motorista, fazendo o motorista tirar o fone de ouvido.

“Vá direto para o meu escritório,” disse ele antes de se recostar novamente. Dominic lançou um olhar para o irmão. “Viu? Até eu não confio neles.”

Os lábios de Axel formaram um O, assentindo em realização. Após um segundo, ele levantou as sobrancelhas e deu de ombros.

“Aliás, qual é esse boato que você ouviu que eu, o CEO do Grupo Lyon, não?” ele perguntou curiosamente. “Aconteceu alguma coisa?”

“Nada ainda,” Dominic bufou, desviando o olhar para a janela. “Mas algo está prestes a acontecer. Já ouviu falar da calmaria antes da tempestade? Essa é a calmaria.”

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