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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 1113

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Capítulo 1113: Formulário de consentimento do doador

[Uma semana depois.]

Alfred estava sentado no canto da pequena cela solitária quando a pequena janela na porta de metal deslizou para abrir. Ele olhou para cima, apenas para ver um par de olhos prateados olhando por ela. Embora ele mal pudesse ver os olhos do homem e um pouco da ponte de seu nariz e sobrancelhas, ele reconheceu o homem instantaneamente.

“Bernard”, ele chamou com um rosnado baixo e frio. “Você veio aqui para terminar o serviço?”

“Estou verificando se você ainda está vivo, garoto”, Bear comentou. “Eu me surpreendo que você ainda não esmagou seu crânio na parede. Essa é a única maneira de você se machucar nesse espaço solitário.”

Alfred riu de escárnio, desviando o olhar da porta. Seu maxilar se apertou enquanto seus olhos ardiam com fogo. Desde que ele acordou neste espaço muito pequeno com nada além de si mesmo, ele nunca esqueceu deste velho. Afinal, Bear era a razão de ele estar aqui. Ele nunca esqueceu o quanto lamentou ter deixado esse velhote provocá-lo a lutar com ele usando a força bruta.

Apesar de Bear ter aconselhado a não soltar sua arma, Alfred tomou isso como um insulto e um desafio. Afinal, ele tinha confiança em sua força. Ninguém jamais o havia vencido nessa categoria. Portanto, perder para um velho foi mais doloroso que um chute nas entranhas ou um soco no rosto.

“Eu vou te matar assim que tiver a chance”, Alfred murmurou, perfurando a parede com seu olhar. “Vamos acertar as contas então.”

“Ouvir que você ainda acredita que pode sair daqui, me conforta que você ainda esteja no estado mental certo.”

Alfred zombou, olhando para a porta com ridículo. “Ainda não acabou.”

“Acabou.”

“Você não conhece Dimitri. Mesmo se você o prendeu, ele vai encontrar maneiras de —”

“Dimitri está morto.”

Alfred congelou enquanto seus olhos lentamente se arregalaram.

“Ele morreu ontem à noite. Pelo que ouvi, ele foi envenenado por um oficial desconhecido que conseguiu se infiltrar neste lugar altamente seguro”, Bear anunciou de uma vez. “Acho que é bom você estar aqui. Ele poderia ter…”

Bear parou enquanto observava o homem do lado de dentro correr até a porta e bater nela. “…se infiltrado aqui e matado você também.”

“Ele não está morto”, Alfred sibilou através de seus dentes cerrados, agarrando as barras na pequena janela da porta. “Não encha o meu saco, velho. Dimitri não está morto. Ele não pode estar morto!”

“Infelizmente, Dimitri não é imortal, nem era um deus, como você acreditava.” Inabalável pela tensão crescente do interior, o tom de Bear permaneceu calmo e sereno. “Ele lutou naquela noite, mas os ferimentos que ele causou foram graves. Ele poderia ter vivido mais se não fosse histérico toda vez que recobrava a consciência.”

Bear fez uma pausa e refletiu. “Mas pensando bem, mesmo que ele estivesse vivo, ele não iria querer viver.”

“O quê?” Alfred disparou ofegante. “O que você fez com ele?”

“Ele teve uma infecção. Eu não sabia que lutar na lama e ter feridas abertas poderia ser letal.” Bear deu de ombros. “Então, o médico responsável decidiu levá-lo para a cirurgia. Eles tiveram que amputar as duas pernas dele para mantê-lo vivo. Mas bem, pernas amputadas e um olho faltando é bastante deprimente —”

O resto da fala de Bear não foi ouvido enquanto Alfred sacudia as barras de metal aos gritos.

“Entre aqui!” ele tentou deslizar sua mão pelas pequenas barras de metal, mas apenas quatro dedos conseguiram passar. Então, ele agarrou as barras de metal novamente e as sacudiu. “Você cortou as pernas dele?! Ha! Eu vou matar todos vocês! Eu vou quebrar vocês articulação por articulação!”

Alfred latiu com raiva, seus olhos flamejando com intenção assassina. Bear, por outro lado, deu um passo para trás e olhou para o homem histérico.

“Você realmente é alguém que pensa com os músculos. É engraçado como você pode facilmente entrar em um estado de fúria”, disse Bear, sabendo muito bem que só faria o outro homem mais irritado. “Estou brincando. Dimitri está vivo.”

Alfred congelou com os olhos arregalados, descrente nesse velho homem. Ele assistiu Bear levantar um braço, mostrando a ele uma embalagem sem graça de comida para viagem.

“De onde eu venho, acreditamos que o riso é o melhor remédio. Mas o doce de pêssego também funciona”, Bear brincou. “Já consegui o riso, então aqui está um doce de pêssego para você. Não quero uma overdose.”

“Seu velho desgraçado!” Alfred rugiu, sacudindo as barras ainda mais agressivamente agora. “Você está de sacanagem comigo de novo?!”

“Não. Dimitri ainda está vivo”, Bear afirmou. “Mas eu estava falando sério sobre as pernas. Meu empregador não é tão bondoso a ponto de perdoá-lo. Ainda foi bonito da parte dele deixar o profissional cuidar disso em vez de fazer ele mesmo.”

Bear deu de ombros. “Ele não tem estado no clima ultimamente.”

“Enfim, deixarei este doce de pêssego aqui,” Bear colocou a comida no chão. “O oficial o entregará para você quando for hora de comer.”

“Ei!!” Alfred gritou. “Ei!”

Depois de colocar a comida, Bear alcançou o painel. “Além disso, há um documento dentro. Preciso que você o assine,” ele adicionou. “É um formulário de consentimento para doação de órgãos. Pensei que talvez você queira doar seus órgãos caso algo ruim aconteça com você. Por exemplo, uma morte súbita. Dimitri também assinou o mesmo fomulário … Eu acho. Nós vamos colocar um alto preço nele, então não se preocupe.”

“Seu filho da puta!”

Bear sorriu e então levantou o painel, fechando a janela para abafar os gritos vindos de dentro. Ele ainda podia ouvir Alfred gritando, mas era abafado. Bear soltou um suspiro e deu de ombros, se afastando enquanto pegava seu telefone.

“Ele está bem, ainda duro como um bloco de gelo, ele pode se jogar no chão e ainda assim errar,” disse Bear assim que a ligação foi conectada. “Eu não acho que ele se encontrou com alguém.”

“Sim,” ele continuou. “Estou indo para lá agora.”

*******

Na enfermaria da prisão…

“Ugh…” Dane deixou escapar um grunhido fraco enquanto linhas profundas apareciam entre suas sobrancelhas. Ele abriu os olhos devagar, apertando-os enquanto a luz da sala machucava seus olhos.

“Ugh…” ele moveu sua cabeça, piscando fracamente até sua visão esclarecer. Ele levantou a mão, apenas para ver alguns IVs injetados no dorso de sua mão. Um suspiro profundo escapou por suas narinas.

Dane fechou os olhos mais uma vez enquanto respirava fundo. Após um momento, ele reabriu os olhos novamente e percebeu que não estava tendo as dores de cabeça habituais mais. Ele olhou em volta do quarto, mas não havia ninguém com ele.

“Droga”, ele respirou fundo, apoiando seu cotovelo no colchão. “Eles acham que podem me manter trancado aqui?”

Agora que ele não sentia mais dor, Dane estava determinado a encontrar sua saída. Não importava se ele tinha que matar seu médico ou levá-lo como refém. Ele não ficaria aqui mais tempo do que já ficou.

Dane retirou seus IVs e continuou se impulsionando com seu cotovelo. Em pouco tempo, ele conseguiu se sentar com grande dificuldade. Ele olhou em volta mais uma vez, pensando em maneiras de como sair daqui. Mas antes de mais nada, ele notou que não estava mais algemado. Provavelmente, eles baixaram a guarda.

“Essa haste…” ele sussurrou, sorrindo maliciosamente enquanto uma ideia cruzava sua mente. Dane agarrou o lençol sobre sua perna, prestes a jogar as pernas para fora da cama quando viu o que estava debaixo do lençol.

Ele congelou, olhando para sua perna e as ataduras enroladas ao redor do final dela. Tudo abaixo do joelho estava faltando. Ele estendeu a mão em direção à sua perna, com uma expressão vazia.

“Onde estão meus pés?” ele disparou antes que a realização lentamente caiu sobre ele. “Dominic Zhu…!”

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