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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 103

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103: [Capítulo Bônus] Tia bonita 103: [Capítulo Bônus] Tia bonita “Você vai encontrar sua amiga?”

 
“Mhm.” Heaven acenou para o Sebastian, sorrindo. “Mas vou encontrá-la por aqui perto, então posso te buscar em duas horas.”

 
Ela estendeu a mão para a cabeça dele, bagunçando seu cabelo gentilmente. “Seja bonzinho, tá bom?”

 
“Tá,” ele respondeu monotonamente. “Eu vou agora.”

 
“Mhm.” Heaven manteve um sorriso largo, observando o motorista ajudar o Sebastian a sair do veículo. Ela seguiu a figura dele com os olhos, movendo-se para onde ele estava sentado para ver seu filho ser recebido por algum professor na entrada. 
 
Heaven só pensou em encontrar a Paula Shen para passar o tempo, já que o Sebastian tinha que ir para o centro de aprendizado. Ela não queria parecer uma mãe irresponsável e pedir para ele faltar à aula. 
 
“Certo… isso é outro problema,” ela murmurou para si mesma, suspirando. “A agenda do meu filho só está livre esta semana, mas depois, seus dias estarão cheios de tutoriais e aulas.”

 
Quase lhe escapou da mente, e para ser honesta, Heaven estava indecisa se precisava fazer alguma coisa sobre a agenda do Sebastian. Bem, se o Dominic pudesse ajustar a sua agenda, talvez eles pudessem reduzir as aulas que o filho estava frequentando. 
 
Quando Heaven apoiou a mão no assento, ela sentiu algo embaixo da sua palma. Ela olhou para baixo, apenas para ver a pequena lancheira que fez para o Sebastian. 
 
“Ele esqueceu,” ela murmurou, olhando para cima para ver o Sebastian ainda perto da entrada da instituição. 
 
Havia outras pessoas — crianças e pais ou responsáveis — caminhando para o centro de aprendizado. Vendo a cena lá fora, Heaven percebeu que deveria ter saído e levado seu filho até a entrada como um bom pai. 
 
‘Que estupida sou eu,’ ela clicou a língua irritada, mas foi mais branda consigo mesma. Esta era a primeira vez para ela. Portanto, ela não estava esperando ser instantaneamente uma mãe e esposa perfeita. Ela tinha muitas coisas para aprender. 
 
Heaven pegou rapidamente a lancheira e saiu correndo. Assim que ela saiu, viu a professora segurando a mão do Sebastian que estava prestes a entrar na escola. 
 
“Basti!” ela gritou, a mão no lado de sua boca. 
 
Sebastian franzuiu a testa e olhou para trás. A professora ao lado dele também olhou para trás, apenas para ver uma mulher em pé na frente do veículo de onde o Sebastian saiu. 
 
‘Por que ela saiu?’ se perguntou o Sebastian enquanto observava sua mãe correr em sua direção. ‘Havia pessoas ao redor.’
 
A maioria dos alunos que vinham para este centro de aprendizado eram deixados pelos pais. Os pais normalmente levariam seus filhos até a entrada. No entanto, o Sebastian era um dos poucos que vinha aqui sozinho. Portanto, os professores davam a ele uma atenção extra. Às vezes, o Dominic arranjaria tempo, mas o Sebastian preferia que ele não estivesse por perto. Afinal, ele não gostava da atenção que seu pai recebia.

 
A questão era que Sebastian não se importava se a Heaven não tinha vindo à sua escola. Sua mãe foi uma vez a estrela mais brilhante. Ele acreditava que ela preferia manter sua vida pessoal segura. 
 
Mas por que a mãe dele não parecia assim?

 
“Você esqueceu isso.” Heaven agachou-se na frente dele, trazendo-o de volta à realidade atual. 
 
Sebastian olhou para a lancheira na mão dela. “Ah.”

 
“Não esqueça de comer, tá bom?” os lábios dela se esticaram de orelha a orelha, arrumando o cabelo dele e tirando a poeira de suas roupas. 
 
Heaven acenou para ele de maneira encorajadora, entregando-lhe a lancheira. Quando ela se levantou, lançou um sorriso para a professora.

 
“Por favor, cuide do Basti, professora,” ela disse educadamente. 
 
A professora sorriu de volta e acenou com a cabeça, mas a curiosidade em seus olhos era evidente. “Sim, senhora. Não se preocupe com o Sebastian.”

 
“Mm. Eu sei que ele está em boas mãos.” Heaven olhou para ele sorrindo. “Te vejo mais tarde.”

 
“Tá.” Sebastian acenou com a cabeça, esperando ela ir embora, mas ela não foi.

 
“Vamos, Basti.” A professora puxou a mão dele, e então Heaven fez um gesto para ele entrar. 
 
“Oh… tá bom.” Sebastian seguiu a professora, olhando para trás para ver a Heaven acenando.

 
O canto de seus lábios se curvou em um sorriso sutil, olhando para frente com uma expressão suave. Esta foi a primeira vez que a mãe dele o deixou na escola. Antes, ele só podia observar as crianças chegando ao centro enquanto os pais esperavam por elas entrarem. Ele costumava pensar terrivelmente sobre a ideia, pensando o quão incompetentes eram as crianças da sua idade. 
 
Quem diria que agora que estava acontecendo com ele, não parecia tão estúpido quanto ele pensava que era? Era um sentimento que ele nunca soube que precisava, e isso o deixou em ótimo humor.

 
“Basti, quem era aquela?” a voz da professora o trouxe de volta à realidade, fazendo-o olhar para ela enquanto caminhavam até a sala de aula dele. 
 
“Quem?”

 
“A moça bonita que te deixou. É sua tia, por acaso? É a primeira vez que a vejo,” a professora esclareceu. “Ela é muito bonita.”

 
“Aquela não é minha tia.” A expressão simples no rosto dele retornou, piscando inocentemente. 
 
“Huh?” a professora franziu a testa. “Então, quem era ela?”

 
A Família Zhu era bem conhecida, então a professora tinha uma vaga ideia da árvore genealógica. Pelo seu entendimento, aquela mulher só poderia ser a tia de Sebastian, considerando que ela parecia estar na casa dos vinte e poucos anos. 
 
Ou talvez ela simplesmente não conhecesse tão bem a árvore genealógica — foi o que a professora pensou por um momento, pensando que o referido clã era bastante reservado. 
 
“Ela…” Sebastian desviou o olhar da professora, sorrindo orgulhosamente à frente enquanto continuava, “… ela é minha mãe biológica.”

 
“Sua o quê?”

 
Sebastian não repetiu sua resposta, mas manteve seu sorriso orgulhoso. A resposta que ele deu à professora trouxe esse sentimento inexplicável que inundou seu peito. Agora, ninguém iria provocá-lo por não ter uma mãe.

 
Que sensação agradável anunciar seu relacionamento com a Heaven, trazendo essa confiança borbulhante e excitação que ele nunca pensou que tinha nele. 
 
*
*
*
 
Enquanto isso, Heaven permaneceu do lado de fora da entrada mesmo quando Sebastian estava fora de vista. 
“Que sensação estranha,” ela murmurou. “Estou orgulhosa, mas ao mesmo tempo, um pouco ansiosa. Isso é normal?”

Um suspiro profundo escapou pelas suas narinas, virando-se sobre seu calcanhar para voltar ao veículo. Talvez fosse normal se sentir dessa maneira. Considerando que Sebastian tinha uma vida própria mesmo antes de ela acordar no corpo da Heaven, ela se disse para não se preocupar. 
Mas puxa, esse pensamento desabou imediatamente assim que ela virou para sair. 
“Se cuida, tá? Não deixa aquele garoto te intimidar de novo — me fala se ele fizer isso, eu colocarei ele no lugar…”

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