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Eu transmigrei e ganhei um marido e um filho! - Capítulo 1006

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Capítulo 1006: Dragão não está mais no controle.

Tão perto, mas ainda tão longe.

Primo não pôde deixar de lembrar da frase assim que sentiu a pistola pressionada contra a parte de trás de sua cabeça. Ele baixou o olhar, pousando em Coringa, que estava deitado ali dentro, inconsciente. Quando ele estalou os olhos para cima, viu mais pessoas saindo das sombras com suas armas.

“Acho que Carneiro nos traiu…” ele pensou, apenas para ver outro corpo no banco do motorista. “…ou talvez não. Bom, estamos ferrados, mas eu poderia muito bem lutar até o fim.”

Primo rapidamente agarrou a pistola enfiada na frente, planejando lutar até o fim. Quem sabe? Ele poderia ter sorte e sobreviver a isso — assim como sobreviveu a uma explosão que lhe arrancou o braço. No entanto, assim que Primo se moveu, a pessoa por trás dele chutou a parte de trás do seu joelho para forçá-lo a se abaixar.

Sem perder tempo, a pessoa pulou em suas costas. Ela pisou no pulso natural de Primo, mantendo-o pressionado e disparando no chão a centímetros da cabeça de Primo.

“Não lute,” disse o homem sentado nas costas de Primo. “Alguém quer você vivo.”

Primo deu de ombros, se contorcendo agressivamente embaixo do homem. “Você quer dizer aquele maldito Dragão?” ele sibilou, lutando, mas sem sucesso. “Por quê? Para que ele possa me matar ele mesmo? É melhor ele me manter algemado porque se eu o socar, ele vai ficar com concussão.”

O homem em cima de Primo não disse mais nada. Ele apenas restringiu Primo, colocando todo seu peso nas costas do homem para mantê-lo imobilizado.

“Droga!” Primo xingou com os dentes cerrados. “Saia de cima de mim! Se você não o fizer, vou me certificar de arrastar aquele bastardo comigo para o Inferno!”

“Alexander Cafre.”

Foi então que Primo congelou ao ouvir a voz de Débora por trás dele.

“Pare de se debater,” disse Débora, lançando um olhar para a pessoa sentada nas costas de Primo. “Tudo bem. Ele não vai atirar em ninguém agora.”

O homem assentiu em compreensão, empurrando-se para longe das costas de Primo. Quando Primo sentiu que o peso em suas costas havia desaparecido, ele se empurrou para cima e olhou para trás.

“Débora.” Primo franziu a testa, avaliando-a de cima a baixo. “O que você está…”

Primo parou de falar, vendo que as pessoas andando com ela tinham suas armas abaixadas. Até mesmo aquele que o atacou agora estava apenas parado a um metro dele. Não eram essas as pessoas do Dragão?

“O que está acontecendo?” ele perguntou, voltando sua atenção para ela. “Não me diga que eu estava certo sobre você o tempo todo. Você queria se reconciliar com aquele Dragão?”

“Por cima do meu cadáver.” Débora suspirou. “Não há necessidade disso. Dragão já não tem mais controle.”

“O quê?”

Débora pressionou os lábios, confusa sobre como poderia explicar isso de maneira simples. Até ela estava estupefata com a súbita mudança no poder.

“Onde está o Caçador?”

“Ele está lá dentro.” Débora olhou para a porta quebrada atrás dela. Os tiros já haviam cessado. “De qualquer forma, você não precisa se preocupar. Não posso dizer que conseguimos, mas tudo está sob controle.”

“O que diabos você está dizendo?” Primo ofegou, ainda mais confuso agora. No entanto, sua confusão foi breve quando a porta dos fundos pela qual vieram desmoronou.

Lá estava o Caçador, saindo dela. Ele estava bem, arrastando-se para fora. No entanto, havia mais pessoas seguindo-o. Pelo que parecia, sem contexto, eles quase pareciam estar encurralados. Até a mulher seguindo-os por trás capturar os olhos de Primo.

“Você…” Os olhos de Primo se dilataram enquanto seus lábios se abriam, olhar fixo em Hera. “O que você está…”

Hera parou enquanto os homens na frente dela correram em direção ao Primo. Primo pensou que eles o restringiriam novamente, mas eles simplesmente o carregaram para o lado enquanto os demais iam até Coringa.

“Ela acordou bem na hora,” disse Débora quando os homens ajudaram Primo a ficar de pé. “Surpreendentemente, não é a Hera que você e eu conhecemos.”

“O quê?” Primo franziu a testa, andando cautelosamente em direção a Débora. Ele olhou ao redor mais uma vez, vendo que ninguém dos homens do Dragão parecia planejar atirar neles. Se qualquer coisa, todos apenas tinham os olhos voltados para o carro onde o Coringa estava.

“Ele está vivo?” perguntou Débora em voz baixa, recebendo um olhar de Primo.

“Ele está inconsciente, mas eu senti um pulso quando cheguei nele.”

“Bom.”

“Hã?”

O semblante de Débora se escureceu, olhos nos homens que estavam carregando Coringa para fora do banco de trás. “Se ele estiver morto, alguém tem que pagar. Não apenas o Dragão, mas todos aqueles que colocaram as mãos nele e aqueles que apoiaram o Dragão.”

Ou seja, incluindo Carneiro e alguns dos homens presentes ao redor deles. Não era como se Débora soubesse com certeza se alguém ali tinha machucado Coringa. No entanto, se o fizeram, mesmo que fossem obrigados a torturar Coringa, eles não escapariam da ira de Hera.

“Que diabos?” Ainda confuso, Primo olhou para as pessoas. Logo então, mais pessoas vieram pela porta dos fundos da cozinha suja carregando uma maca e bolsas com kits médicos.

Enquanto eles deitavam Coringa no chão enquanto os doutores reféns o examinavam, Primo não pôde evitar de desviar os olhos para Hera. Nesse ponto, Caçador se juntou a eles e ficou ao lado.

“Essa mulher…” Primo parou de falar, com o impulso de esfregar os olhos. “… parece familiar.”

Primo só encontrou Hera uma vez, ou talvez algumas vezes. Todas essas vezes, ela estava inconsciente. A única vez que a viu consciente foi a vez que tentaram resgatá-los. Mesmo de longe, Primo estava um pouco decepcionado com a mulher que todos chamavam de Rainha, ou melhor, o próprio Inferno.

Hera ajoelhada diante do Dragão, implorando pela vida de Leo, não foi uma boa primeira impressão. Assim como Débora, que conheceu Hera depois de seu coma, compartilhavam o mesmo sentimento. Mas agora, olhando para ela, Primo se perguntava de onde sentia a aura semelhante.

“Estava na ponta da minha língua,” ele murmurou, os olhos ainda na figura de Hera. “Só onde…”

“Onde está o Dragão?” Caçador perguntou em voz baixa, fazendo Primo voltar a si. Este olhou para Caçador, apenas para ver o homem encarando Débora.

“Ele está dormindo.”

“Morto?”

“Não. Desmaiado.” Débora piscou as pálpebras para a equipe, suspirando aliviada quando eles disseram que Coringa tinha pulso e que precisavam levá-lo para a enfermaria para cirurgia. “Ela bateu muito nele antes de descer.”

“Ela?” Primo e Caçador disseram em uníssono, instintivamente virando o olhar de volta para Hera. Desta vez, Hera parou as pessoas carregando Coringa na maca, olhando para Coringa e afagando seu rosto com as pontas dos dedos.

“Bobo,” Hera sussurrou. “É melhor você não morrer, agora que eu vim salvar você… como você pediu.”

Hera retirou a mão e endireitou as costas, examinando os rostos ao redor. “Reúna todo mundo no saguão e traga-me aqueles que colocaram as mãos nele.”

“Vocês três.” Então ela apontou os dedos na direção de Primo. “Sigam-me e me atualizem.”

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