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Escapei do Meu Ex, Fui Sequestrada pelo Seu Rival - Capítulo 413

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413: Tempestade Rodopiante (2) 413: Tempestade Rodopiante (2) Nicolai virou a cabeça, ele achou que fosse Zayden ou mais algum filho da puta querendo ver Deus mais cedo, mas até que seu olhar passou pela multidão. Claro, ele não encarou por muito tempo para que não se mijassem todos de medo.

Em três minutos, seu olhar finalmente encontrou aqueles penetrantes olhos azuis.

Que se foda
Isso tinha que ser um sonho, certo?

Porque não havia maneira, Ariana freaking Harlow estava sentada em uma das cadeiras ao redor do ringue. Aquela mulher tinha pavor só de ver sangue, então o que diabos ela estava fazendo em um clube de luta, assistindo a uma luta sangrenta?

Essa era exatamente a razão pela qual ele tinha tentado ao máximo evitar Ari, já que sabia que a mulher pregava a não violência.

Ela não teria o entendido.

Nicolai piscou novamente, pois tinha certeza de que estava caindo fundo em qual buraco de merda que fosse, e estava imaginando Ariana sentada em uma das cadeiras, seis fileiras à frente.

Mas quando ele abriu os olhos, ela ainda estava lá. Embora com seu gótico suéter preto de gola alta e saia com um X prateado colado nas costuras e com gargantilhas e correntes na cintura, ela não se destacava tanto na multidão.

No entanto, a inocência em seus olhos a fazia diferente dos outros.

Seus olhos azuis o encaravam com uma carranca no rosto.

E ele estava perdido. Esqueça de arruinar sua vida por uma mulher, ou do fato de que sua mãe lhe pediu para tirar Ari da sua vida.

O fato de que ele queria e precisava tirar essa mulher de sua vida era a própria necessidade para manter sua sanidade.

Mas como diabos ele ia fazer isso? Só de olhar para ela, o encarando com aquela pequena ruga entre as sobrancelhas e bico. Quanto mais Ari o encarava, mais Nico, o Grande que vinha ensimesmado até agora, começou a se mexer dentro de suas calças.

É, é. Eu sei que você está feliz, mas você tem que controlar esse entusiasmo, Nico, o Grande.

O olhar de Ari saiu dele e foi para Zena e sua expressão se tornou cautelosa. Por que diabos ela os olhava assim?

E antes que ele pudesse entender mais, seu olhar caiu sobre um homem musculoso vestido de jeans e camisa pólo, caminhando em direção à cadeira ao lado dela. Ele estava segurando duas latas de cerveja e um balde de pipoca.

Ari desviou o olhar e sorriu para o homem que retribuiu o sorriso e beliscou suas bochechas enquanto colocava o balde de pipoca no suporte.

O que porra—
Os olhos de Nicolai se estreitaram para o homem que se sentou ao lado de Ari e se inclinou para sussurrar algo em seu ouvido.

Vai se foder longe dela.

Esse era o próximo Príncipe Encantado dela? Elegante e gentil? Ele parecia ser o tipo de homem que Ari escolheria. Sem tatuagens à vista, cabelo arrumado com gel. Até sua camisa estava devidamente para dentro.

Ele era tudo que Nicolai não era.

Então, em vez de escolher Noah ou ele, Ari pegou outro babaca engomadinho? Foi assim que ela queria jogar, hein?

“Nico!” Zena gritou em seu ouvido e o trouxe de volta aos seus pensamentos. A atenção de Nicolai voltou para ela, e como não? Quando ela estava praticamente batendo em sua cara. “Onde você está olhando? O que está acontecendo com você?”

Honestamente. Ele mesmo não tinha ideia.

“Hey, Zen…”
“O que?”

“Sabe de uma coisa… Acho que vou mudar a regra de não machucar uma pessoa inocente.”

Seu queixo caiu, Zena sempre apoiou suas loucuras, mas desta vez, pela primeira vez, ela parecia estar olhando para alguém que tinha perdido o juízo. “De que pessoa inocente estamos falando agora, Nico?”

“De alguém que não deveria ter tocado no que é meu.”

Ele virou o olhar e viu Ari se levantando da cadeira, provavelmente ela estava indo ao banheiro já que a espuma da cerveja tinha caído em sua saia.

O homem ao lado estava batendo palmas olhando desaprovadoramente para o ringue de luta. Filho da puta. Se ele não gostava, por que veio aqui?

E por que ele estava mesmo ali com Ari?

Nicolai não teve oportunidade de se preocupar com essas coisas, assim que o sino tocou, ele saltou de volta ao ringue de luta, mas não antes de enviar uma mensagem para Patrick, dizendo-lhe o que precisava fazer.

Dentro de sua cabeça, ele sabia que deveria evitar Ari. Que ele poderia muito bem arrancar uma página do livro dela e ignorá-la, dizendo a si mesmo que estava tudo bem e ele estava bem. Que não se importava com o que ela estava fazendo e com quem estava se encontrando.

E ainda assim— o mero pensamento de que ela já estava com outro homem enquanto ele agonizava por vê-la abraçando Noah, deixava um gosto amargo em sua boca. A razão pela qual ele estava nessa confusão, era por causa daquela mulher em primeiro lugar.

Os pensamentos o atiçavam enquanto ele atacava seu primo.

Seu nome ecoava no ringue de luta, mulheres gritavam por ele—chamando seu nome como pequenas asseclas loucas, e mesmo assim, ele só queria uma mulher para gritar seu nome. E ele iria fazê-la.

Foda-se o vai e vem. Ele iria reivindicá-la antes que alguém o fizesse.

** ** ** *
Ari não sabia o que e por que ela havia até mesmo concordado com a ideia maluca do Danny. Ele era seu melhor amigo, mas mesmo assim, suas ideias de uma
‘levantada de ânimo’, nunca foram —bem, exatamente agradáveis.

Assim como assistir a uma brutal luta de MMA porque nós não podemos descer a porrada naqueles que queremos esmagar até o chão.

Contudo, quando ela veio a este clube, ela não fazia ideia de que esbarraria em Nicolai. Por que ele estava até lutando e —por que ele parecia tão desapegado de tudo?

Ela sacudiu a cabeça e então lavou a espuma da frente de sua blusa antes de fechar a torneira e secar a água extra do tecido de suas roupas e mãos.

E justo quando ela saiu do banheiro, com um lenço secando o tecido de suas roupas, ela esbarrou de frente em alguém.

“Senhorita Ari?”

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