Enredado ao Luar: Inalterado - Capítulo 294
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- Capítulo 294 - 294 Ava Seu Beijo 294 Ava Seu Beijo Suspiro com o toque
294: Ava: Seu Beijo 294: Ava: Seu Beijo Suspiro com o toque, sentindo cada parte dura do corpo dele contra o meu. O laço em meu peito pulsa de alegria, cantando com a reconexão. Parece certo, como voltar para casa depois de uma longa jornada.
Lucas aproveita meus lábios entreabertos, sua língua invadindo minha boca. O gosto dele explode em minha língua. Gemo, incapaz de reprimir o som do puro prazer.
Nosso beijo se torna mais frenético, mais desesperado. É como se ambos tentássemos compensar o tempo perdido, reclamar o que nos foi tirado. Meus dedos se enroscam em seu cabelo, puxando levemente. Ele responde com um rosnado baixo que manda arrepios pela minha espinha.
Estou vagamente ciente de que estamos em um quarto de hospital, que alguém poderia entrar a qualquer momento. Mas eu não consigo me importar. Tudo o que importa é Lucas, suas mãos em meu corpo, seus lábios contra os meus.
Ele interrompe o beijo, mas antes que eu possa protestar, seus lábios estão em meu pescoço. Ele traça beijos quentes e de boca aberta pela minha garganta, pausando para morder o ponto sensível onde meu pescoço encontra meu ombro, sua língua traçando minha cicatriz crescente. Eu grito, minha cabeça caindo para trás para dar-lhe melhor acesso.
“Lucas,” eu respiro, seu nome uma oração em meus lábios.
Ele responde sugando forte em meu ponto de pulso, certamente deixando uma marca. O gesto possessivo me envia um arrepio, mergulhando direto no âmago de mim. Mesmo sem suas memórias, alguma parte dele sabe que sou sua.
Suas mãos deslizam por baixo da minha camisa, palmas calejadas acariciando minha pele aquecida. Cada toque deixa um rastro de fogo em seu caminho. Eu arco em direção a ele, desejando mais contato.
“Ava,” ele murmura contra minha pele, sua voz rouca com desejo. “Minha Ava.”
Essas duas palavras estilhaçam o pouco controle que me resta. Eu puxo seu rosto de volta para o meu, beijando-o com tudo que tenho. Todo o anseio, o medo, a alegria de tê-lo de volta – eu coloco tudo no beijo.
Lucas responde na mesma intensidade, suas mãos apertando minha cintura enquanto ele nos gira, me empurrando para trás. Provavelmente para a cama, mas de alguma forma acabamos contra a parede, em vez disso.
Ele pressiona contra mim, não deixando espaço entre nós. Posso sentir cada linha dura de seu corpo, cada tremor de desejo que o percorre.
Esta posição é tão intimamente familiar, quase me faz chorar. Como na nossa primeira vez juntos.
Envólvo uma perna em sua cintura, puxando-o impossibly closer ao me esfregar contra ele, suspirando com a fricção enquanto seus quadris bombam contra mim. Mesmo através das nossas roupas, posso sentir o quanto ele me deseja.
Não é suficiente.
Suas mãos deslizam até minhas coxas, e em um movimento suave, ele me levanta. Eu envolvo ambas as pernas ao seu redor instintivamente, meus braços apertando em volta de seu pescoço. A nova posição nos traz ainda mais perto, e ambos gememos com o contato.
Lucas interrompe o beijo, descansando sua testa contra a minha. Estamos ambos respirando pesadamente, nossos peitos subindo e descendo em uníssono. Seus olhos, quando encontram os meus, são ouro derretido, preenchidos com uma fome que faz minhas entranhas se contraírem de desejo.
“Não me lembro de você,” ele diz, sua voz baixa e rouca. “Mas meu corpo lembra. Cada parte de mim está gritando que você é minha.”
Eu assinto, incapaz de formar palavras. Eu sei exatamente o que ele quer dizer. Mesmo quando minha mente me dizia para ter cautela, meu corpo ansiava por seu toque.
Ele se inclina, seus lábios roçando meu ouvido enquanto fala. “Eu quero me lembrar de você, Ava. Quero conhecer cada centímetro de você, reaprender cada som que você faz quando te toco.”
Um arrepio me percorre com suas palavras. “Sim,” eu respiro, apertando minhas pernas ao seu redor. “Por favor, Lucas.”
Ele captura meus lábios novamente, o beijo mais lento desta vez, mas não menos intenso. É uma promessa, uma declaraç�o de intenções. Suas mãos começam a vagar novamente, deslizando sob minha camisa e subindo pelas minhas laterais.
Eu arco em resposta ao seu toque, minhas próprias mãos explorando a ampla extensão de suas costas. A força em seus músculos, o calor de sua pele. Eu quero mais. Quero sentir sua pele contra a minha, traçar cada nova cicatriz e aprender seu corpo novamente.
Lucas parece ler minha mente. Ele interrompe o beijo o tempo suficiente para puxar a bainha da minha camisa. Levanto os braços, permitindo que ele a puxe sobre minha cabeça. O ar frio do quarto do hospital atinge minha pele aquecida, fazendo-me arrepiar.
Seus olhos percorrem minha pele recém-exposta, escurecendo com desejo. “Linda,” ele murmura, antes de inclinar a cabeça para traçar beijos pelo meu colo. Uma mão desliza mais baixo, mergulhando na cintura de minhas calças, enviando eletricidade através de mim.
“Abaixe suas pernas. Abra-as.”
A frieza da parede contra minhas costas contrasta com o inferno que arde em meu corpo. Meus dedos apertam em seu cabelo enquanto tento me manter de pé, descendo minha perna ao chão, seguindo cada ordem sussurrada dele.
Quando sua mão mergulha entre minhas pernas, seus dedos tocando aquele núcleo úmido de mim, pulsando e ansiando por seu toque, eu quase gemo de prazer. “Mais. Mais forte.”
“Deus, Ava. Você está tão molhada,” ele diz, sua voz um rosnado grave contra meu ouvido. “Você está encharcada por mim.”
Minhas bochechas coram com suas palavras, mas eu não consigo me importar. Tudo o que posso fazer é gemer enquanto ele desliza um dedo para dentro, encurvando-o e buscando o ponto que faz faíscas explodirem atrás de minhas pálpebras fechadas. Inclino minha cabeça para trás, expondo a linha do meu pescoço enquanto o prazer dispara através de mim.
Seus lábios estão bem ali, e ele morde meu pulso novamente, mais suave desta vez. Um som necessitado escapa de mim, parte súplica, parte rendição. Meu corpo é dele para fazer o que quiser. Eu só preciso de mais.
“Por favor, Lucas,” eu sussurro, minha voz rouca. “Mais.”
Sinto-o sorrir contra minha pele. “Tão ansiosa. Tão exigente, minha pequena companheira,” ele diz, sua voz cheia de diversão sombria. “Você vai ser a morte de mim.”
“Só se você não me matar primeiro,” eu resmungo, apertando meu grip em seus ombros.
Ele ri, o som vibrando através de mim.