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Enredado ao Luar: Inalterado - Capítulo 215

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  3. Capítulo 215 - 215 Ava Indo até a Irmã Miriam Novamente (I) 215 Ava Indo até
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215: Ava: Indo até a Irmã Miriam Novamente (I) 215: Ava: Indo até a Irmã Miriam Novamente (I) A mecha da vela cintila e ganha vida intensa. As mãos de Marcus e Liam são pesadas em meus ombros, me mantendo aterrada enquanto Adam e Vanessa completam o círculo. O pelo de Selene roça minha perna, um lembrete silencioso de sua presença.

Me concentro em Irmã Miriam, na minha necessidade desesperada de entender… tudo.

Meus poderes. A cidade. Essas ligações telefônicas. Steve. Os Fae. A Deusa da Lua. Lisa. E aquele maldito Príncipe Louco.

A chama cintila, projetando sombras sinistras sobre os rostos daqueles reunidos ao meu redor. Fecho os olhos, imaginando o sorriso enigmático da Irmã Miriam, seus olhos de rubi brilhando com segredos.

Irmã Miriam, preciso de você.

Prendo a respiração, aguardando o fluxo da magia, a sensação vertiginosa de ser transportada através do espaço e do tempo.

Mas nada acontece.

Abro os olhos, piscando em confusão. Ainda estamos em meu quarto, cercados pelos enfeites da minha vida cotidiana. Kellan e Jerico trocam um olhar, suas expressões uma mistura de curiosidade e preocupação.

“Quando isso deveria acontecer?” Kellan pergunta, com a testa franzida.

Um sentimento de desânimo toma conta do meu estômago. “Eu não sei. Funcionou antes.”

Encarando a vela, sussurro o nome da Irmã Miriam, cada sílaba um apelo desesperado. “Irmã Miriam. Irmã Miriam, por favor.”

O silêncio se estende, quebrado apenas por minha respiração ofegante. Selene se aperta mais contra minha perna.

Estou prestes a tentar novamente quando meu telefone toca, o som repentino fazendo todos nós darmos um pulo. Busco por ele, minhas mãos tremendo enquanto vejo o número desconhecido na tela.

“Alô?” Minha voz falha, traindo meus nervos.

“Você é idiota?” uma voz robótica exige. “Tentar acessar seu poder agora pode matar todos ao seu redor!”

Jerico e Kellan olham atentamente para o telefone, e eu coloco no viva-voz.

“Quem é você?”

A voz robótica suspira, o som áspero e irritante pelo alto-falante do telefone. “Você está demorando muito.”

Lanço um olhar ao redor procurando em seus rostos qualquer sinal de compreensão. Kellan e Jerico trocam um olhar perplexo, enquanto Marcus e Liam apenas balançam a cabeça.

“Quem é você?” Exijo, apertando o telefone. “Me diga.”

“Estou tentando te ajudar,” a voz estala, a frustração evidente apesar da distorção robótica. Há uma beirada em suas palavras, algo que não se traduz através do filtro que estão usando.

“Você tocou no seu poder,” a voz continua, e meu coração acelera.

“Como você sabe disso?” sussurro.

A linha fica em silêncio por um momento, a ausência de som quase ensurdecedora. Então, abruptamente, o alto-falante muda de assunto. “Lisa logo estará em mãos seguras. Isso deve ajudar com suas preocupações.”

Gelo inunda minhas veias. “O que você quer dizer? O que você fez com ela?”

“Você precisa se apressar,” a voz repete, ignorando minhas perguntas. “O tempo está acabando.”

Kellan se inclina, com a testa franzida. “Quem é você? O que você quer com a Ava?”

“Não falo com lobos,” o orador rosnou, e a linha ficou muda.

Encaro o telefone em minha mão, meu coração batendo forte. A vela cintila, lançando sombras sinistras pela sala.

“Eles disseram que não falam com lobos,” digo a Kellan, que exala um longo suspiro, parecendo pensativo.

“Que diabos foi isso?” Jerico exige, com os olhos estreitos.

“Eu não sei,” sussurro, minha mente girando. “Mas eles sabem sobre meus poderes, e disseram algo sobre Lisa. Disseram que ela ficaria segura.”

Kellan passa a mão pelo cabelo, sua expressão sombria. “Pelo que sabemos, a segurança deles é só mais um perigo.”

Aceno com a cabeça, minha garganta apertada. Essa pessoa não responde perguntas e sabe demais.

“E a Irmã Miriam?” Vanessa pergunta, sua voz suave. “Por que ela não veio?”

Balanço a cabeça, olhando para a chama tremeluzente da vela. “Eu não sei. Talvez ela não possa, ou talvez ela não queira.”

O silêncio se estende, pesado com todas as nossas perguntas sem resposta.

“Não podemos apenas ficar aqui,” digo finalmente, minha voz tremendo. “Temos que fazer alguma coisa.”

“Você parece vestida para o papel,” uma voz concorda, assustando todos nós.

Irmã Miriam emerge das sombras. Seu vestido preto adere à sua figura, e ela caminha com passos miúdos. Há um piteira pendurada em seus dedos, uma linha esguia de fumaça espiralando em direção ao teto. Algo que só vi em um filme antigo uma vez.

Kellan e Jerico estão na minha frente antes que eu possa piscar, um muro de músculos e ameaça. Até Vanessa avança, seu rosto gentil riscado com linhas de determinação.

Mas Irmã Miriam apenas arqueia uma sobrancelha, seus lábios rubi curvando-se em um sorriso que é igualmente divertido e perigoso. “Essa é uma maneira de receber uma convidada, criança?”

“Irmã Miriam! Como você…?”

Ninguém relaxa, mesmo depois de ouvir sua identidade. Inabalável pela hostilidade direcionada a ela, ela dá uma longa tragada no seu cigarro, a brasa iluminando-se intensa na penumbra do quarto. “Você me chamou, não chamou?”

Engulo em seco, meu coração batendo contra minhas costelas. “Chamei, mas pensei que não tivesse funcionado.”

“Porque não fui à minha casa?” Ela ri, mas soa estranhamente afetuosa. “Oh, Ava. Você tem tanto a aprender.”

Kellan se mexe, seus ombros tensos. “Quem é você?”

O olhar de Irmã Miriam desvia para ele, seus olhos brilhando. “Eu sou muitas coisas, lobo. Mas para você, sou uma aliada. Por enquanto.”

“Por enquanto?” Jerico rosna, sua mão se movendo em direção à arma em seu quadril.

“Paz,” digo, avançando para tocar a parte de trás do seu ombro. “Ela veio para ajudar.” Ambos estão em alerta após aquela ligação telefônica, e eu também.

Irmã Miriam inclina a cabeça. “Com efeito. Embora eu deva dizer, sua escolha de companheiros é… interessante.”

Respiro fundo, forçando-me a encarar seu olhar. “Irmã Miriam, estes são Kellan, Jerico, Marcus, Liam, Adam e Vanessa. Eles são amigos. Matilha.”

Algo cintila em seus olhos, desaparecendo rápido demais para nomear. “Entendo.”

“Como você entrou aqui?” Kellan exige, sua voz áspera. “Nós temos barreiras, guardas…”

Irmã Miriam acena com a mão, desdenhosa. “Suas barreiras são brincadeira de criança, lobo. Você já deveria saber disso. Quanto aos seus guardas? Eles nem tiveram chance de me perceber.”

Abro caminho até a frente, colocando-me entre ela e os outros. “Você disse que veio ajudar?”

Ela dá outra tragada no cigarro, a fumaça envolvendo seu rosto. “De certa forma. Você se colocou numa situação bastante complicada, não é, criança?”

A condescendência em seu tom me faz enrijecer. “Isso não foi exatamente planejado.”

Mas eu percebo o quão infantil minha resposta é assim que as palavras saem da minha boca.

Claro que eu não planejei nada disso. Isso não muda o fato de que está acontecendo. Não me isenta da responsabilidade. Uma lição difícil, aprendida com a perda de muitas vidas.

“Não, eu suponho que não,” ela suspira, o som ancestral e cansado. “Mas aqui estamos nós.”

“Você pode nos ajudar a encontrar a Lisa?” Kellan pergunta, sua voz contida.

O olhar de Irmã Miriam desliza para ele, ponderando. “Nós já sabemos onde ela está. Suspeito que você esteja me pedindo para ajudá-lo a salvá-la, mas não é por isso que estou aqui.”

“Então por que você está aqui?” pergunto, minhas mãos se cerrando em punhos ao meu lado.

Ela sorri, lento e perigoso. “Para ensinar-lhe, claro. Você finalmente despertou seu poder, Ava. Mas você não faz ideia de como controlá-lo.”

Engulo seco, minha boca de repente seca. “Eu não…”

“Não o quê? Não quer aprender?” Ela ri, o som áspero e irritante. “Você não tem escolha, criança. Seu poder irá consumi-la se você não aprender a dominá-lo.”

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