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Enredado ao Luar: Inalterado - Capítulo 185

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  3. Capítulo 185 - 185 Ava Não se pode sacrificar a matilha por uma pessoa 185
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185: Ava: Não se pode sacrificar a matilha por uma pessoa 185: Ava: Não se pode sacrificar a matilha por uma pessoa “Não me importo em sacrificar minha vida pela da Lisa. Mas não posso sacrificar esta Matilha por ela. Estou lutando para saber como equilibrar esses sentimentos.”

A verdade me faz desmoronar os ombros, mas ele apenas acena com a cabeça.

“A responsabilidade sempre será um grilhão para as suas decisões. É uma boa lição para aprender.”

“Melhor se eu tivesse aprendido antes de vidas serem perdidas,” murmuro, cheio de autodepreciação.

“Endireita essa espinha,” Jerico estala, sua voz rachando como um chicote. “Ficar se lamentando não ajuda ninguém.”

Minha coluna fica rígida mesmo enquanto me encolho, apressando-me em obedecer ao lobo mais velho antes que meu cérebro alcance suas exigências.

O treinamento é uma coisa assustadora.

As orelhas de Selene se erguem, e sua cabeça gira em direção à porta. Poucos segundos depois, ouço o baque de passos que se aproximam. Jerico resmunga, “Esse alfa certamente demorou uma eternidade.”

A porta se abre com estrondo, e Lucas marcha para dentro, com Kellan em seu encalço.

Os olhos âmbar de Lucas se fixam em mim, selvagens e desesperados, e ele corre para o meu lado. Suas mãos deslizam pelos meus braços, meu rosto, como se para se assegurar de que estou ilesa.

“Você está bem? O vampiro te machucou?” Suas palavras saem em um atropelo frenético, embora eu esteja certa de que ele já foi informado várias vezes da minha segurança.

“Estou bem,” eu o tranquilizo, segurando suas mãos nas minhas. “Nada sequer aconteceu comigo.”

Kellan cumprimenta seu Pai com um aceno frio, uma troca silenciosa ocorre entre eles. Ambos estão rígidos e distantes um do outro, tensão estampada em seus rostos.

Lucas se volta para Jerico, com uma ruga na testa. “O que aconteceu?”

Jerico resume a situação em tons cortantes – a aparição da Irmã Miriam, seu aviso enigmático, os guardas estranhamente incapacitados. O rosto de Lucas se escurece a cada palavra, um rosnado brotando em seu peito.

“Eu sabia que não podíamos confiar nela,” ele rosna, andando de um lado para o outro no quarto como um predador enjaulado. “Ela está brincando conosco.”

Jerico murmura baixinho, “Criei uma besta impulsiva, isso sim.”

Sinto um arrepio com as palavras duras, mas não posso negar a verdade nelas. Lucas deixa suas emoções turvarem seu julgamento, pulando para conclusões sem provas.

Parece ser sua fraqueza quando estou envolvida.

“Não sabemos disso com certeza,” digo suavemente, buscando a mão de Lucas. “As motivações da Irmã Miriam são nebulosas, mas não acho que ela queira nos fazer mal.”

Lucas se volta para mim, os olhos faiscantes. “Como você pode dizer isso? Com esse timing?”

“Porque ela teve inúmeras oportunidades de me machucar, mas não o fez,” argumento, minha voz ganhando força. “Ela é enigmática e irritante, mas não acredito que seja nossa inimiga. Ela está nos alertando, não nos impedindo.”

Kellan pigarreia, chamando nossa atenção. “A Ava está certa. Não podemos nos dar ao luxo de fazer suposições. Precisamos de mais informações antes de agir.”

O ímpeto de luta escapa de Lucas, e seus ombros se curvam um pouco sob o peso desta última semana. Passando a mão pelos cabelos, ele urra, “Eu sei. Eu só—porra. Esses malditos sugadores de sangue continuam a invadir minhas terras, e eu não sei como.”

Jerico solta uma risada de escárnio. “Já falei para vocês milhares de vezes, nunca se acomodem no poder da Matilha. Fiquem muito orgulhosos, e serão derrubados.”

“Jesus, Pai, não agora—”
Os lábios de Jerico se curvam em desdém enquanto ele observa Kellan, um rosnado grave emanando de seu peito. “Modere seu tom, garoto.”

O ar crepita com tensão, seus lobos eriçando por baixo da superfície enquanto Kellan fica rígido, os ombros quadrados. Ele encara o olhar de seu Pai diretamente, e a dominação irradia deles em ondas.

Lucas se interpõe entre eles, sua própria força despertando. “Chega,” ele ordena, sua voz ressoando com autoridade. “Não temos tempo para isso.”

Os dois homens recuam, mas a animosidade persiste, fervilhando logo abaixo da superfície. Um dia, aprenderei mais sobre essa história entre eles, mas agora não é a hora.

Lucas se vira para Jerico, a testa franzida. “O que você quer dizer com estamos excessivamente complacentes? Estamos em estado de alerta máximo desde o ataque.”

Jerico zomba, balançando a cabeça. “Alerta máximo? Vocês chamam isso de alerta máximo? Suas fronteiras são tão porosas quanto uma peneira, e você está deixando suas emoções nublarem seu julgamento. Os vampiros não são como os transformistas. Não são como os humanos. Eles têm poderes, e vocês nada fazem para aprender sobre eles. Apenas colocam mais guardas por aí e esperam que funcione.”

“Então o que você sugere?” Lucas pergunta, o maxilar tenso.

O olhar de Jerico se desloca para mim, um brilho calculista em seus olhos. “Vocês precisam usar todos os recursos disponíveis. Incluindo aqueles com os quais não se sentem confortáveis.”

Engulo em seco, meu coração batendo forte no peito. Ele está falando de mim. Minha conexão com Irmã Miriam, com o mundo dos vampiros.

Lucas segue seu olhar, sua expressão se escurecendo. “Não. De jeito nenhum. Não vou colocar Ava em perigo.”

“Ela já está em perigo,” rebate Jerico, sua voz cortante. “Você só está cego demais para perceber.”

Selene emite um gemido suave, pressionando o focinho em minha mão. Posso sentir a preocupação dela, o medo por mim. Mas por baixo disso, há uma resolução firme. A determinação de fazer o que for necessário para proteger nossa Matilha.

Minha Matilha. O pensamento se assenta profundamente em meus ossos, um peso e um calor ao mesmo tempo. Estas pessoas, este lugar – eles são meus agora. Minha responsabilidade. Minha família.

E eu vou danar-me se deixar alguém machucá-los.

Endireito os ombros, enfrentando o olhar de Jerico frontalmente. “O que você acha que devemos fazer?”

Lucas se vira para mim, os olhos arregalados. “Ava, não. Você não pode—”
“Não estou dizendo que vou me jogar no perigo novamente,” asseguro a ele, agarrando sua mão. “Estou apenas disposta a fazer as coisas. Com bom senso. Sem esconderijos. Sem segredos. A realidade é que tenho uma conexão com os vampiros. Como podemos usar isso?”

“Não usamos,” ele retruca abruptamente. “Não é seguro.”

“E como você teria mantido ela segura se esta Irmã Miriam a tivesse levado embora, bem daqui deste quarto?” Jerico intervém. “Acho melhor aprendermos um pouco mais sobre nossos oponentes. Quanto você sabe sobre a magia deles? O que você sabe sobre as cidades deles? Vocês têm mandado vidas lá, e o que ganharam em troca? É hora de deixar o orgulho de lado e olhar o panorama geral. Há uma guerra chegando, e todos nós perderemos se você não abrir esses malditos olhos.”

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