Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Enredado ao Luar: Inalterado - Capítulo 116

  1. Home
  2. Enredado ao Luar: Inalterado
  3. Capítulo 116 - 116 Ava Necessidade de Espaço 116 Ava Necessidade de Espaço
Anterior
Próximo

116: Ava: Necessidade de Espaço 116: Ava: Necessidade de Espaço Enrolo minhas pernas ao redor dele enquanto ele entra, devagar e cuidadoso, numa ardência que só aumenta o desejo.

Mas ele é cuidadoso demais.

Demasiado gentil.

Muito atencioso.

“Lucas,” eu gemo, apertando minhas pernas ao redor dele e puxando-o para dentro.

Seus quadris avançam e o comprimento inteiro dele afunda em mim, preenchendo-me de um jeito que me faz sentir completa.

Inteira.

Mas todo controle que ele tem se vai. Ele usou o que restava dele para tentar entrar com cuidado.

Agora é tudo estocadas fortes, pesadas e ritmo selvagem, com metade do meu corpo fora da cama e sustentado apenas pelas mãos dele em meus quadris, os dedos se cravando na minha bunda.

Acho que grito. Não tenho certeza. Estou tonta de prazer enquanto ele acerta aquele ponto lá no fundo, um lugar que quase dói a cada investida funda.

“Porra, você é tão gostosa, Ava,” ele geme, e eu não consigo responder.

Mal consigo respirar.

Tudo que posso fazer é gemer e empurrar de volta contra a cama para tentar encontrar cada uma de suas estocadas, querendo ainda mais forte.

Parte de mim quer puxar a cabeça dele para o meu ombro e forçar uma mordida de acasalamento, mas eu consigo me controlar pelo menos nessa parte.

“Ava,” ele geme, sua voz rouca de desejo. “Você está me enlouquecendo.”

Eu rio entre os gemidos. “Você também.”

Minha inteligência está no fundo do poço, todo meu poder cerebral concentrado onde nossos corpos se encontram, os sons obscenos no ar, e o quão perto estou do limite.

Quando o ritmo dele fica frenético, suas estocadas desesperadas, sinto meu corpo se retesar.

E quando o calor irrompe em mim enquanto ele rosna sua liberação, eu me despedaço.

Despedaço.

Cada parte de mim acende como fogos de artifício fodidamente brilhantes, e eu soluço com a força do clímax que me atravessa, me arrastando para o céu numa corrente.

Lucas se inclina sobre mim, seu peito arfando, sua respiração quente contra minha pele. Eu fecho meus olhos, focando no calor e na ternura que florescem dentro de mim, um delicioso rescaldo que se espalha por cada centímetro do meu corpo.

Seus lábios tocam minha testa, minhas bochechas, meu nariz, cada toque um sussurro de devoção. “Desculpa,” ele murmura entre beijos. “Eu deveria estar acorrentado a um poste sempre que você está por perto.”

Uma risada borbulha no meu peito, a absurdidade de sua declaração cortando a neblina do prazer. “Eu não acho que isso ajudaria muito.”

Ele ri, o som vibrando através do seu peito e no meu. “Provavelmente não. Você encontraria uma maneira de me tentar mesmo assim.”

Ficamos assim por um momento, deleitando-nos no rescaldo de nossa paixão, o mundo se reduzindo a apenas nós dois. Mas a realidade começa a se infiltrar, me lembrando das complicações que nos esperam fora deste quarto.

Relutantemente, me afasto, sentando-me e arrumando minhas roupas. Lucas faz o mesmo, seus movimentos eficientes, mas tingidos com um indício de arrependimento.

Enquanto aliso meu cabelo, tentando apagar as evidências de nosso encontro, Lucas se aproxima, seus braços me envolvendo por trás. A intimidade do gesto, a forma como seu corpo se molda contra o meu, envia uma nova onda de desejo por mim.

Mas eu não posso me deixar cair nisso outra vez. Não agora. Não quando acabei de lutar tanto pela minha independência.

Com delicadeza, afasto seus braços, a culpa torcendo em meu estômago enquanto me viro para encará-lo. “Lucas, eu… me desculpe. Não deveria ter deixado isso acontecer.”

Sua testa se franze, um lampejo de frustração escurecendo seus olhos dourados. “Ava, eu pensei—”
“Eu sei,” eu interrompo, minha voz suave, mas firme. “Me deixei levar pelo momento. Pela ligação. Mas isso não muda o que eu disse antes. Eu ainda preciso de espaço. Tempo para descobrir as coisas sozinha.”

Ele me olha por um longo momento, seu maxilar contraído, suas mãos flexionando ao lado. Eu me preparo para uma discussão, para ele tentar me convencer a mudar de ideia.

Mas para minha surpresa, ele dá um passo para trás, levantando as mãos em um gesto de rendição. “Eu entendo,” ele diz, embora as palavras pareçam causar-lhe dor. “Não gosto, mas entendo. Vou te dar o espaço que precisa.”

Alívio me invade, misturado com uma dor agridoce. Parte de mim anseia por diminuir a distância entre nós, me perder em seu abraço mais uma vez. Mas eu sei que não é o caminho certo, não agora.

“Obrigada,” eu sussurro, minha voz carregada de emoção. “Sei que não é fácil.”

Ele balança a cabeça, um sorriso irônico puxando o canto de sua boca. “Nada disso é fácil, Ava. Mas eu disse e mantenho minha palavra. Vou esperar por você, pelo tempo que for necessário.”

A sinceridade em suas palavras, a profundidade do sentimento em seus olhos, enviam um arrepio pela minha espinha. Eu sei que ele fala sério, que ele moveria céu e terra por mim se eu pedisse.

Mas eu não posso pedir isso a ele. Ainda não. Talvez nunca.

“Ele está te dando o que você quer, Selene sussurra em minha mente, sua presença um bálsamo calmante. Não se sinta culpada por aceitar.”

Eu aceno, mais para mim mesma que para ela. Ela está certa. Preciso me concentrar em minha própria jornada, meu próprio crescimento. Lucas é forte o suficiente para lidar com a distância, mesmo que doa.

“Eu deveria ir,” eu digo, minha voz mais firme do que me sinto. “Lisa está me esperando.”

Lucas acena, sua expressão cuidadosamente neutra. “Claro. Vou pedir para o Kellan te acompanhar de volta ao apartamento.”

A menção de Kellan traz uma nova onda de ansiedade. Quanto ele sabe sobre o que acabou de acontecer? Ele contará aos outros?

Como se sentindo meus pensamentos, Lucas estende a mão, seu toque acariciando minha bochecha numa carícia leve como uma pena. “Não se preocupe com o Kellan. Ele é discreto. E leal. Ele não vai dizer nada.”

Eu me inclino no toque dele por um breve momento, saboreando o conforto que traz.

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter