Duque, isso dói... - Capítulo 88
- Home
- Duque, isso dói...
- Capítulo 88 - 88 Momentos no vagão 3 (R-18) 88 Momentos no vagão 3 (R-18) Oh
88: Momentos no vagão 3 (R-18) 88: Momentos no vagão 3 (R-18) “Oh, eu nem toquei ainda, então nunca imaginei que ficaria tão ereto,” a respiração de Serafina tornou-se rouca enquanto seu seio saltava do mamilo rígido, seu peito subindo e descendo a cada respiração. A sensação era eletrizante, enviando ondas de calor por seu corpo, fazendo sua pele pulsar em antecipação.
“Se ao menos eu soubesse o quanto você estava ansiosa por isso, eu definitivamente teria tocado antes,” Corvo provocou, com sua voz num murmúrio baixo e sedutor. Seus olhos brilhavam com travessura, os cantos de sua boca levantando num sorrisinho brincalhão.
“Não é assim…” A voz de Serafina soou fraca, seu rosto corando de vergonha.
Ela podia sentir suas dobras já encharcadas por sua roupa íntima, um testemunho de seu desejo.
O tecido grudava nela, um lembrete constante de quanto ela o desejava.
A mão de Corvo começou a invadir sua saia, seus dedos roçando a delicada renda de suas coxas.
O contato enviou arrepios pela espinha de Serafina, fazendo-a suspirar suavemente. O contraste da renda áspera contra sua pele macia intensificava seus sentidos, cada toque se tornando mais intenso.
Ele não sabia por que a pele dela nua se sentia tão boa contra seus lábios, mas até seus pequenos gritos eram irresistivelmente fofos sempre que ele mordia ela.
O calor e a maciez de sua pele estavam o enlouquecendo. Ele podia sentir seu pulso acelerando, seu corpo respondendo avidamente ao toque dele.
“Desculpe-me se eu estava enganado,” ele murmurou, sua mão finalmente varrendo sobre a roupa íntima tão ansiada.
Sua cintura endireitou em resposta, seu hálito quente pairando no ar. A antecipação era palpável, fazendo seu coração disparar.
“Mas, acho que este lugar não concorda de jeito nenhum,” ele brincou, erguendo seu dedo antes de espetá-la sobre a roupa íntima.
O tecido estava úmido, aderindo à sua pele aquecida, e seu toque enviou ondas de prazer por ela.
“Você pode ver a parte de cima da sua roupa íntima tentando engolir meu dedo?” ele provocou, com sua voz cheia de um tom brincalhão. Seus olhos brilhavam com prazer enquanto observava a reação dela.
“Huh…” Serafina estremeceu, incapaz de negar a verdade em suas palavras. Seu corpo estava a traindo, respondendo avidamente ao toque dele.
Ela podia sentir o calor se acumulando em seu baixo ventre, a necessidade de liberação se tornando mais forte.
“Eu nem preciso mais tocar,” a voz baixa de Corvo atravessou direto até seus ouvidos, enviando um arrepio por sua espinha. A intensidade do olhar dele a fazia se sentir exposta e vulnerável, e incrivelmente excitada.
“Você consegue ver como minhas calças ficaram molhadas na área em que você está sentada, Serafina?”
“Bem, chega…” ela murmurou, sentindo uma mistura de vergonha e excitação. Suas bochechas arderam com um rubor profundo, seu coração batendo forte em seu peito.
“Você está se sentindo tímida agora?” Corvo sorriu e a beijou na bochecha, seus lábios demorando-se em sua pele.
A suavidade de seu beijo contrastava com a intensidade de suas palavras, fazendo-a estremecer.
“É um prazer ver a excitação da minha esposa sob o toque de seu marido. Então, por que você tem que se sentir tímida?” Seus dedos sondaram um pouco mais fundo, o barulho da carruagem fazendo seus dedos deslizarem por muitos lugares diferentes.
A sensação era alucinante, enviando ondas de prazer pelo seu corpo.
“Está tudo bem para você se sentir excitada enquanto desfruta, minha querida esposa.” Sua voz era suave, encorajando-a a se desinibir.
O calor de sua respiração contra sua pele a fez estremecer, seu corpo respondendo instintivamente.
“Huuu!” Serafina deixou escapar um grito de repente quando ele amassou sua carne inchada. Seus sentidos estavam sobrecarregados quando seu dedo invadiu e esfregou seu clitóris, enviando ondas de prazer pelo seu corpo.
Ela podia sentir-se balançando na beira, a necessidade de liberação crescendo mais forte a cada momento.
Corvo não pôde mais se conter. Vendo-a sentada com a cintura ereta, esfregando seu fundo contra suas coxas, o deixou selvagem.
Ele imediatamente desafivelou seu cinto e tirou seu membro, a visão disso fazendo o fôlego de Serafina falhar.
“Levante sua cintura um pouco,” ele instruiu, sua voz carregada de desejo. Seus olhos estavam escuros com luxúria, sua respiração vindo em ofegos rasos.
Serafina obedeceu, erguendo os quadris e revelando sua pele naturalmente branca conforme ela se levantava junto com a bainha de sua saia. A visão era tentadora, e os olhos de Corvo escureceram de desejo.
A extensão lisa de sua pele o chamava, implorando para ser tocada.
“Devagar, desça…” Corvo a guiou, sua voz uma mistura de impaciência e suavidade. Suas mãos repousavam em seus quadris, estabilizando-a enquanto ela se movia.
Serafina moveu-se com cuidado, abaixando-se sobre ele. Ela suspirou brevemente quando algo mais quente que o ar quente tocou sua entrada.
A sensação era elétrica, enviando faíscas de prazer por seu corpo. Ela podia sentir ele a preenchendo, esticando-a de formas que faziam seus dedos dos pés se curvarem.
De repente, a carruagem sacudiu, talvez por causa de uma pedra na estrada. O movimento abrupto fez com que ela perdesse o equilíbrio e despencasse direto sobre ele.
“Ah!” O corpo de Serafina tremia enquanto ela o recebia até o limite. Um objeto grande e estranho parecia ter invadido ela completamente, preenchendo-a.
…
Corvo cerrava os dentes, o prazer inesperado quase insuportável. A intensidade da sensação o fazia gemer, suas mãos apertando os quadris dela.
Os dois estavam desesperadamente tentando recuperar o fôlego, seus corpos pressionados juntos no espaço apertado.
O ar estava denso com o cheiro de sua excitação, misturado com a fragrância floral que tinha preenchido a carruagem mais cedo.
“Vocês dois estão bem? Eu não percebi que havia uma pedra adiante,” a voz repentina do cocheiro deixou Serafina paralisada por um momento.
O contraste entre o murmúrio íntimo de Corvo e a voz alta e clara do cocheiro era desconcertante.
Corvo abriu ligeiramente a pequena janela da carruagem. “Está tudo bem. Apenas dirija devagar,” ele instruiu, sua voz calma e composta apesar da situação. Ele podia sentir o corpo de Serafina tensionando contra o dele, seu fôlego preso na garganta.