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Duque, isso dói... - Capítulo 85

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85: Preocupações eternas 85: Preocupações eternas “””
Dito isso, é diferente se eles fossem muito mais especiais do que eu mesmo. Era absolutamente necessário para ele ter certeza de que era a pessoa certa – especialmente por gênero. Corvo ouvia atentamente a Serafina, seu olhar intenso nunca deixando o rosto dela. O movimento rítmico da carruagem e o leve trote dos cascos do cavalo pareciam desaparecer ao fundo enquanto ele se concentrava somente nela.

“Você é família para mim. Como posso discutir sobre nossa amizade incondicional?” ela disse suavemente, seus olhos refletindo sinceridade.

Sua voz, embora quieta, estava cheia de uma seriedade que o tocava profundamente.

“É verdade,” Corvo respondeu, seu coração se aquecendo com suas palavras.

Ele imediatamente escondeu o sorriso que começava a aparecer em sua boca. Em outras palavras, ela acabara de declarar que não tinha nenhum outro relacionamento especial além do que tinha com ele.

Corvo deu de ombros antes de se recostar no assento, sentindo uma onda de satisfação o invadir. Seus ombros largos relaxaram, e ele se permitiu um momento de tranquilo contentamento.

À medida que o ar quente fluía continuamente pela janela aberta da carruagem, o cheiro de flores começou a fazer cócegas na ponta do nariz de Serafina.

O campo estava em plena floração, as cores vibrantes e fragrâncias doces criando uma cena pitoresca fora da carruagem. Ela respirou fundo, apreciando o ar fresco misturado com o aroma floral.

“atchim!” Um pequeno espirro ecoou, ressoando na carruagem estreita. Serafina levemente tocou a ponta do nariz, tentando aliviar a sensação de cócegas.

O pólen, que flutuava no ar, parecia ter desencadeado seu espirro. Ela fungou um pouco, tentando limpar a coceira persistente.

“Você pegou um resfriado?” Corvo perguntou, preocupação tingindo sua voz enquanto ele se inclinava para a frente. Ele estendeu a mão instintivamente, sua mão pairando perto dela como se pronto para oferecer apoio a qualquer momento.

“Não, é só…” Serafina começou a explicar, mas antes que pudesse terminar, um casaco foi colocado sobre seu corpo. O grosso casaco do Corvo—sem que ela soubesse quando ele o havia tirado—já estava cobrindo seus ombros, envolvendo-a em seu calor. O tecido pesado era confortante contra sua pele, embora o tempo estivesse ameno.

“Eu nunca pensei que você pegaria um resfriado. É realmente um resfriado?” ele questionou, sua voz tingida de preocupação.

Seus olhos vasculhavam seu rosto, procurando quaisquer sinais de desconforto ou doença.

O coração de Serafina palpitou com sua atenção. Ela sentiu um calor se espalhar por ela, não do casaco, mas de sua preocupação.

“Não, rapidamente, volte para a mansão assim que pudermos…” Corvo começou, sua urgência clara. Ele já estava se levantando pela metade de seu assento, sua intenção de virar a carruagem evidente.

“Corvo, estou bem—realmente. Foi só um simples espirro. Não estou com febre e não estou sentindo frio,” Serafina o tranquilizou, tentando acalmar sua ansiedade. Ela colocou uma mão em seu braço, tentando ancorá-lo e mantê-lo de reagir exageradamente.

Corvo, no entanto, não estava facilmente convencido. Ele já estava alcançando a porta da carruagem em movimento, com intenção de voltar. Serafina rapidamente estendeu a mão e o impediu, suas mãos gentis, mas firmes.

Suas mãos, que seguravam a porta, caíram ao seu lado por causa de suas palavras, mas seu olhar ansioso ainda estava fixo nela.

“Mas seu rosto está muito vermelho para você dizer isso,” ele insistiu, seus olhos escaneando suas características. Ele notou o leve rubor em suas bochechas, interpretando-o como um sinal de possível doença ao invés de constrangimento.

“É porque está bastante quente aqui dentro,” ela explicou pacientemente. Ela fez um gesto para as janelas fechadas do lado dela da carruagem, que prendiam o calor lá dentro.

“A ponta do seu nariz também está vermelha,” ele apontou, sua preocupação não diminuída. Ele se inclinou mais perto, inspecionando-a com um olhar crítico.

“É a mesma coisa,” ela respondeu, sua voz firme. “Mesmo assim…”

Se ela deixasse assim, ele inventaria inúmeras razões para se preocupar. Serafina logo alcançou e segurou a mão do Corvo, seu toque suave fazendo com que as pontas dos dedos dele tremessem sem que ele percebesse.

A mão dela era pequena e delicada, contrastando acentuadamente com a dele, maior e mais áspera.

“Está mesmo tudo bem. Para ser honesta, eu posso estar um pouco cansada, mas definitivamente não é um resfriado,” ela o tranquilizou, seus olhos encontrando os dele com sinceridade. Ela apertou a mão dele gentilmente, esperando transmitir seu bem-estar genuíno através do gesto simples.

“Eu vou me preocupar se você pegar outro resfriado,” ele admitiu, sua voz amolecendo. Ele se lembrava muito bem quão frágil ela havia sido durante sua última doença, e o pensamento dela sofrendo novamente o enchia de medo.

“Não se preocupe. Não vou ficar doente novamente,” ela prometeu, sua voz cheia de determinação. Ela sorriu para ele, tentando aliviar suas preocupações.

“Você disse que estava um pouco cansada antes?” ele perguntou, ainda preocupado. Sua testa se franziu ao lembrar da admissão anterior dela. Ele odiava vê-la esgotada e queria fazer tudo ao seu alcance para evitar isso.

Ele ainda estava preocupado e em pânico, fazendo Serafina desviar o olhar com pressa. Assim que viu que ela estava se afastando dele, sua expressão se endureceu um pouco. A visão dela evitando seu olhar apenas intensificava sua preocupação.

Como esperado, este tempo estava muito perigoso para ela. Uma mulher delicada como ela, vulnerável ao vento frio, fazia com que ele quisesse mantê-la em seus braços até que a brisa quente da primavera chegasse.

O pensamento dela pegando frio e ficando doente novamente era insuportável.

“Serafina,” ele chamou suavemente.

Os ombros dela imediatamente estremeceram ao seu chamado. A mão dela, que estava cobrindo a parte de trás da dele, já estava sob seu aperto firme. Ela olhou para ele, seus olhos arregalados e um pouco apreensivos.

“Eu te disse — repetidamente — para não exagerar,” ele a lembrou gentilmente. Sua voz era suave, mas havia uma firmeza subjacente.

“Não é demais, porém,” ela argumentou. Tinham sido apenas algumas horas.

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