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Duque, isso dói... - Capítulo 75

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75: Não pare, marido (R-18) 75: Não pare, marido (R-18) Corvo estava intrigado com o que acabara de ouvir, e uma centelha de curiosidade se acendeu dentro dele, compelindo-o a ouvir novamente.

Havia algo encantador na forma como Serafina falava, algo que o atraía e o fazia desejar mais. Sua voz, suave e melodiosa, parecia tecer um feitiço ao seu redor, e ele se viu desejando ouvir suas palavras mais uma vez.

“O que você disse? Repita,” ele pediu, com um sorriso travesso se espalhando em seu rosto.

Seus olhos brilhavam com uma mistura de travessura e desejo, um olhar que fez o coração de Serafina disparar.

Serafina sabia que Corvo a tinha ouvido claramente na primeira vez, mas ela compreendeu o desejo dele de ouvir novamente.

A forma como ele a olhava, com tanta intensidade e vontade, fez suas bochechas corarem com uma mistura de timidez e empolgação. Ela sentiu uma sensação morna e formigante se espalhando pelo seu corpo, e seu coração acelerou em antecipação.

Reunindo coragem, ela sussurrou suavemente, “Por favor, me faça sentir prazer, marido…”

Suas palavras, mal audíveis, enviaram um arrepio pela espinha de Corvo. Ser chamado de ‘marido’ acendeu um fogo estranho e intenso dentro dele, um fogo que exigia ser alimentado. A necessidade de ouvi-la chamar ele de ‘marido’ repetidas vezes o consumia. Com uma velocidade que parecia quase sobrenatural, ele se aproximou dela, deixando Serafina momentaneamente atônita com sua rapidez.

“Então deixe-me cumprir meus deveres como marido”, declarou ele, sua voz cheia de determinação e um toque de provocação. Seus olhos penetravam nos dela, cheios de promessa e um lampejo de algo primal.

Sem hesitação, Corvo a retirou da banheira, seus braços fortes a levantando sem esforço como se ela não pesasse nada. Ele a carregou para a cama com um ar de graça e controle que a deixou sem fôlego. Levou menos de um segundo para realizar a tarefa, deixando Serafina deitada na cama, com os olhos arregalados de choque e antecipação.

“Há muitas coisas que podem te chocar sobre mim”, disse ele, deitando ao lado dela e olhando em seus olhos espantados, “mas agora não é a hora para isso. Vamos continuar, esposa.”

Com isso, Corvo se inclinou e começou a acariciar seus seios. Seu toque era gentil, porém firme, enviando ondas de prazer pelo corpo dela. Ele havia contido seus impulsos por tempo demais, e agora ele finalmente podia se entregar. Conforme sua língua traçava círculos em volta de seus mamilos, um doce gosto semelhante ao de framboesa enchia sua boca, fazendo-o desejar mais. A sensação era intoxicante e ele não conseguia ter o suficiente dela.

Serafina, por outro lado, sentia ondas de prazer percorrendo seu corpo como raios. Seu corpo todo estremecia, e ela estava tomada de êxtase. Instintivamente, ela agarrou o cabelo de Corvo e pressionou sua cabeça mais perto de seu peito, incitando-o a continuar.

“Ahhh… sim, é isso… faça mais… mais alto…” ela gemeu, sua voz repleta de desespero e desejo. O prazer era quase insuportável, e ainda assim ela ansiava por mais.

Corvo não a desapontou. Sua outra mão, que havia estado acariciando seu seio esquerdo, agora desceu para explorar sua área mais íntima.

Sua caverna sagrada estava encharcada em seus sucos, e conforme seus dedos a adentravam, eles imediatamente ficaram revestidos de sua essência. Seu interior se contraía em volta de seus dedos, se recusando a soltar. A sensação era indescritível, uma mescla perfeita de prazer e pressão que a fez gemer ainda mais alto.

“Eu deveria terminar isso rapidamente agora”, Corvo pensou consigo mesmo, decidindo usar sua habilidade especial, o toque de prazer, que elevaria o seu arousal a níveis inimagináveis. Ele sabia exatamente como levá-la ao limite e além, e estava determinado a fazer com que ela sentisse todo o prazer que ele pudesse oferecer.

“Aaaahhhhh… estou gozando… Gozandooo… mais alto…” Serafina gritou enquanto a habilidade de Corvo surtia efeito, fazendo-a alcançar um clímax como nunca antes. Ela esguichou, encharcando toda a cama com seus sucos. Sua coluna arqueou, e seus olhos se reviraram em puro êxtase. A intensidade de seu orgasmo foi avassaladora, deixando-a sem fôlego e tremendo.

Vê-la em tal estado de felicidade preencheu Corvo com uma sensação de satisfação. Ele retirou sua mão dela, seus dedos brilhando com seus sucos. Em seguida, ele olhou para Serafina e disse, “Não se canse ainda, temos muito o que fazer agora,” antes de se posicionar acima dela.

Serafina olhou para ele, seu rosto adquirindo um tom profundo de vermelho. Este era um momento que ela queria saborear para sempre, um momento que nunca mais se repetiria. Corvo, sentindo seus pensamentos, a abraçou com força. Ele sabia que a dor dela logo se transformaria em prazer. Ele queria tornar essa experiência inesquecível para ela, para mostrar o quanto ele a desejava e a estimava.

Ele esfregou seu membro contra a camada externa de sua caverna, revestindo-o em seus sucos para facilitar a entrada. Serafina mordeu o lábio em antecipação nervosa, uma mistura de medo e empolgação percorrendo seu corpo. Essa mescla de emoções lhe deu um novo tipo de prazer, um que era amplificado pelo conhecimento de que Corvo estava prestes a reclamá-la completamente.

Corvo estava pronto. Ele começou a inserir lentamente seu membro dentro dela, sentindo a apertidão de seu interior. Mas Corvo não se importou. Ele continuou a empurrar-se mais para dentro dela, apesar dos gritos de dor dela. Seu membro era grande demais para ela. Ela agarrou nervosamente os lençóis, cerrou os dentes e se preparou para a dor esperada.

Mas ao invés de dor, ela foi envolvida em prazer. Corvo a abraçou com força, empurrando todo o seu comprimento dentro dela. A agonia que ela esperava foi substituída por ondas de prazer intenso, deixando-a em um estado de descrença eufórica. A sensação era diferente de tudo que ela já havia sentido antes, e isso a fez se sentir mais próxima de Corvo do que nunca. Ela o envolveu com seus braços, puxando-o para mais perto, enquanto os dois se perdiam no momento, seus corpos movendo-se em perfeita harmonia…

“Mmmm…Não pare, marido…”

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