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Duque, isso dói... - Capítulo 71

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71: Auto prazer (R-18) 71: Auto prazer (R-18) “Você está brincando, né?” ela perguntou, balançando a cabeça com um leve sorriso. “Eu gostaria de realizar meu primeiro evento como Duquesa de Everwyn sem problemas.” Sua determinação era clara, e ela queria provar que era capaz.

“Certo. Então, vou me concentrar totalmente no meu trabalho naquele dia,” ele cedeu, sua mão acariciando suavemente o ombro dela. Seu toque era uma promessa silenciosa de apoio.

A cabeça dela virou naturalmente, e ela se encostou no peito firme dele. “Mas, deixa eu assumir até lá.”

“D-Duque?” ela gaguejou, surpresa por sua súbita intimidade.

“Você realmente está me chamando assim quando estamos sozinhos agora?” ele brincou, sua voz baixa e íntima. O uso de seu título parecia distante em seus momentos privados.

“Não isso, Corvo… hum,” ela começou, mas suas palavras foram interrompidas enquanto ele capturava seus lábios em um beijo profundo e apaixonado. Sua língua varreu seus lábios, provando a doçura que ali permanecia.

O beijo era tanto uma garantia quanto uma reivindicação, um lembrete de seu vínculo.

Independentemente de quanto ele tentasse suprimir isso, Corvo não conseguia afastar o pensamento de que sua esposa não deveria estar sozinha. A ideia dela se misturando com outros, mesmo em um ambiente controlado, o incomodava…

…

Aqui está a versão refinada e detalhada do capítulo:
—
Serafina estava profundamente excitada após o beijo apaixonado de Corvo há pouco tempo. Ele acabara de deixá-la sozinha, sua partida abrupta e insatisfatória.

Ela pensou que seria mais uma sessão de amor apaixonado, mas não seria desta vez. Ela estava decepcionada, ansiando por ele, desejando sua presença, seu toque e seu grande…*#*#…

Ahh…era vergonhoso demais para ela dizer em voz alta.

Não era apenas luxúria; ele era seu marido e era simplesmente muito bom em fazê-la se sentir desejada e valorizada.

Decepcionada, ela caminhou em direção ao banheiro. Seu vestido deslizou pelos ombros e caiu no chão, formando um monte aos seus pés. Ela ficou ali por um momento, encarando a banheira cheia de água morna e pétalas de rosas espalhadas.

Serafina, agora completamente nua, revelava sua pele branca como alabastro, longos cabelos prateados caindo sobre suas costas, figura esbelta, seios fartos e um bumbum perfeitamente moldado. Sua área íntima tinha um pequeno tufo de pelos bem aparado.

Ela entrou na banheira, a água morna envolvendo seu corpo, as pétalas de rosa flutuando ao seu redor. Conforme ela afundava na água, seus pensamentos se voltavam para as noites apaixonadas que compartilhara com Corvo…

Ela se lembrava de como ele a preenchia com seu creme, como ela amava a espessura dele, o prazer que a consumia cada vez que estavam juntos. Ela queria mais disso, precisava mais disso.

Sua mente vagava ainda mais, revivendo seus momentos íntimos em vívidos detalhes. Ela quase podia sentir as mãos dele em sua pele, seus lábios traçando um caminho de fogo pelo seu corpo. Inconscientemente, seus sucos de amor começavam a escapar dela, misturando-se com a água do banho, testemunho de sua excitação.

A respiração de Serafina acelerava enquanto suas memórias se tornavam mais vivas. Ela quase podia ouvir a voz profunda e sensual de Corvo sussurrando em seu ouvido, sentir o peso do corpo dele pressionando o dela. Ela fechou os olhos, sua mão deslizando para baixo em seu corpo, dedos acariciando sua pele sensível.

Sua outra mão envolvia um de seus seios, apertando gentilmente, seu polegar esfregando seu mamilo até endurecer. Ela soltou um suspiro suave, a sensação enviando um pulso de prazer pelo seu corpo. Seus dedos deslizavam mais para baixo, encontrando seu lugar mais íntimo, já escorregadio de excitação.

Ela circulava seu clitóris lentamente, provocando-se, imaginando que eram os dedos de Corvo que a proporcionavam prazer. Ela mordia o lábio, abafando um gemido, enquanto aplicava mais pressão, seus quadris levantando levemente fora da água. Sua mente estava consumida por pensamentos dele, sua vara grossa a preenchendo, a esticando, a levando ao ápice do êxtase.

Seus dedos moviam-se mais rápido, sua respiração se tornava áspera. Ela imaginava a voz de Corvo incentivando-a, suas mãos guiando seus movimentos, sua boca em seu seio. O prazer dentro dela aumentava, se apertando cada vez mais, até se tornar quase insuportável.

“Ahhh…..”

Com um grito suave, ela gozou, seu corpo tremendo, ondas de prazer a envolvendo.

Ela ficou deitada na banheira, ofegante, o coração acelerado, os tremores do seu orgasmo a fazendo tremer.

Serafina abriu lentamente os olhos, um sorriso satisfeito brincando em seus lábios. Mesmo que Corvo não estivesse ali com ela, a memória de sua paixão tinha sido suficiente para levá-la a um clímax arrebatador. Ela o veria mais tarde, e talvez então eles terminassem o que haviam começado. Por enquanto, ela se sentiria bem, aproveitando o calor do banho e o prazer persistente….

…

Serafina estava agora como uma mulher no cio. Ela não queria fazer isso sozinha, sentindo-se profundamente conflituosa. Afinal, ela era uma pura dama de uma casa nobre, filha de um conde e esposa de um duque. Como ela poderia fazer tais coisas vergonhosas sozinha? Era diferente quando estava com seu marido.

Ele poderia fazer o que quisesse com ela, usar qualquer buraco que desejasse, preenchê-lo, fazê-la chorar de prazer e usar seus dedos como e onde quisesse. Afinal, ele era seu esposo.

Mas agora, ela estava fazendo isso sozinha. Parecia um pouco errado, mas igualmente prazeroso. Embora não estivesse no nível do prazer que ele podia dar, era suficiente para um bom orgasmo.

Após esses pensamentos, ela novamente sentiu a urgência…

“Estou fazendo isso apenas uma vez… não é tão errado, é só desta vez.”

Quem poderia dizer a ela que é como um acordo com o diabo? No futuro, ela não conseguiria resistir a esse prazer…

Ela também sabia disso, mas…

Ele estava excitado além do limite… tudo o que ela queria era a sensação com Corvo…

Ela abriu suas pernas dentro da água, formando um ‘M’ com elas. Seus dedos encontraram sua caverna sagrada, enquanto sua outra mão alcançava seus picos redondos. Ela beliscou seus mamilos e mordeu o lábio, imaginando o toque de Corvo.

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