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Duque, isso dói... - Capítulo 20

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20: Sussurros de Desejo3(R-18) 20: Sussurros de Desejo3(R-18) Serafina estava com os ombros nus elevados e caía de forma abrupta, sua respiração ainda desigual devido ao encontro apaixonado.

O membro de Corvo permanecia rígido, seu desejo insatisfeito evidente, mas ele se retirou cuidadosamente, atento ao conforto dela.

Um filete do seu líquido seguiu, e Serafina gemeu baixinho, seu corpo sensível reagindo até ao menor toque.

“Você está bem?” Corvo perguntou, com uma voz gentil.

“Acho que sim,” ela murmurou, os olhos encontrando os dele. Suas palavras, embora suaves, carregavam um peso sedutor. Ele afastou o cabelo dela da testa, tentando ignorar o calor renovado em seu ventre.

Serafina fechou os olhos ao toque terno dele. A dor que ela temia tinha sido menos intensa dessa vez, mais suportável. Seu rosto corou ao lembrar como ela se agarrou a ele, gemendo de êxtase.

Embora seu corpo inferior sentisse nitidamente a atividade recente, não era insuportável. Talvez ela não precisasse ficar de cama dessa vez, pensou.

“Fico feliz,” Corvo disse, o alívio evidente em seu tom. “Eu estava preocupado que você ficasse tão mal quanto da última vez.”

“Você estava realmente preocupado comigo?” ela perguntou, surpresa em sua voz.

Sua expressão permanecia fechada. Desta vez, ele tinha sido mais cuidadoso, não querendo repetir o sofrimento do primeiro encontro. No entanto, assim que se uniram, toda cautela fugiu, substituída por uma necessidade avassaladora.

Os pensamentos de Corvo se desviaram para o quão facilmente sua restrição desaparecia toda vez que ele a segurava. Ele mantinha os lábios bem apertados, quase defensivamente.

“É sua escolha acreditar ou não,” ele disse finalmente, com a mão repousando na cintura dela. Quando ela fez um pequeno som de surpresa, ele removeu cuidadosamente o vestido de casamento dela, despedaçado.

Serafina corou enquanto o vestido se afastava. Apesar da timidez anterior, ela havia respondido avidamente a ele.

Com o corpo nu e tremendo, ele puxou um cobertor para cobri-la. Ela olhou para ele, uma pergunta em seus olhos.

“…por que você saiu primeiro naquele dia?” ela perguntou, dando voz a um pensamento que tinha guardado em segredo.

“Eu fiquei até você acordar,” Corvo respondeu.

“Sério?” A surpresa dela era evidente.

“Fomos discretos. Era melhor assim,” ele explicou. Ela não havia considerado isso antes, e seus olhos se arregalaram conforme a compreensão surgia. Ele sorriu ao ver a reação dela.

“Limpei todos os vestígios, então acho que você não os viu,” ele adicionou.

“Mas… nós íamos nos casar. Não havia necessidade de esconder,” ela disse, perplexa. “Era sabido que estávamos juntos.”

“Não há um certo entusiasmo nisso?” Seus olhos negros penetraram nos dela, um rubor se espalhando pelas bochechas pálidas dela. A maquiagem pesada da cerimônia havia mascarado sua verdadeira beleza, mas agora, no momento privado deles, ela estava ainda mais cativante.

Ele acariciou os mamilos avermelhados dela, fazendo-a estremecer.

“Foi uma pena você não ter me reconhecido,” ele disse.

“Isso é…”
“Não estou te culpando,” ele a tranquilizou. “Eu vi seu rosto sonolento e saí.”

A compreensão surgiu em Serafina. Nem todo o seu comportamento fazia sentido, mas ela entendeu que ele não a tinha abandonado. O conhecimento trouxe alívio.

“Então,” ele começou.

“O quê?” ela perguntou.

“Quando você vai me chamar pelo meu nome?”

O toque dele no peito dela era insistente. Apesar de suas tentativas de se afastar, sua mão permanecia firme, arrancando um pequeno gemido dela.

Ela virou a cabeça para o lado, as joias espalhadas na cama tilintando suavemente.

“Você está tentando me impedir de falar de novo?” ela perguntou.

“Agora não,” ele respondeu com uma risada baixa.

Serafina olhou para ele incrédula, um esboço de sorriso nos lábios enquanto aceitava o convite não dito para uma conexão mais profunda e íntima.

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