Duque, isso dói... - Capítulo 19
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- Capítulo 19 - 19 Sussurros de Desejo2 (R-18) 19 Sussurros de Desejo2 (R-18)
19: Sussurros de Desejo2 (R-18) 19: Sussurros de Desejo2 (R-18) Serafina, encarando o peito largo de Raven, rapidamente olhou para baixo ao ouvir o som de seu cinto sendo desfeito.
Sua respiração ficou presa de surpresa com a visão dele, um lembrete da noite que a deixou ao mesmo tempo extasiada e incapaz de andar no dia seguinte.
Desta vez, ela sabia o que esperar. A memória daquela dor se misturava com sua antecipação, ansiedade visível em seu rosto.
“Não vou te machucar,” ele sussurrou, notando sua apreensão. Ele a beijou suavemente na bochecha, embora ela desejasse que ele pudesse de alguma forma diminuir seu tamanho intimidador. Seu olhar ressentido encontrou o dele brevemente.
Raven pegou-se na mão e lentamente provocou sua entrada, seu comprimento quente roçando contra ela. O corpo de Serafina se tensionou com uma antecipação nervosa.
“Relaxe,” ele acalmou, sua mão acariciando sua testa, seu toque confortante enquanto traçava os contornos de seu rosto.
Ele demorou, circulando sua entrada, pressionando deliberadamente seu clitóris para aumentar sua excitação. Sua respiração ficou ofegante enquanto o prazer começava a superar seu medo. Satisfeito que seu medo havia diminuído, ele começou a entrar nela lentamente.
“Ah…”
Um pequeno grito de dor escapou de seus lábios, suas sobrancelhas se franzindo com uma ansiedade persistente.
“Está tudo bem. Não vai doer,” ele a tranquilizou, beijando sua carranca. Ele lutou contra o impulso de empurrar totalmente, mantendo o controle enquanto estimulava seu clitóris com os dedos.
Sua respiração acelerou, o prazer aumentando, e Raven aproveitou o momento para empurrar mais para dentro.
“Você está me recebendo tão bem,” ele sussurrou em seu ouvido, seu hálito quente enviando arrepios pela sua espinha. Sua mão segurou o ombro dele enquanto ele se movia mais profundamente.
Quando ele estava quase totalmente dentro, respirava pesadamente, gotas de suor se formando em sua testa pelo esforço de se segurar.
“Você está bem?”
Serafina assentiu, a dor menos intensa do que antes.
“Pelo contrário…”
Ela corou.
“Posso me mover?”
“…sim.”
Com sua permissão, Raven começou a se mover, puxando os quadris para trás lentamente. Cada movimento provocava gemidos suaves dela, levando-o ao limite de sua restrição.
‘Ha, droga.’
Ele se repreendeu mentalmente por precisar de mais autocontrole. A sensação das paredes apertadas dela o envolvendo era quase demais para suportar.
‘Isso é intencional?’
Ele balançou a cabeça, descartando o pensamento. O corpo de Serafina, embora com medo, naturalmente respondia a ele, deixando-o selvagem.
Seu ritmo constante fazia com que ela se balançasse com ele, as joias em seu cabelo se soltando e brilhando à luz do luar, seus cachos prateados cascata como uma cascata.
“Ah… Raven…”
Sua voz era doce, e ele se movia mais forte em resposta, seu corpo aceitando-o sem resistência. O calor úmido dentro dela a fez relaxar, seu corpo inteiro tremendo de prazer.
Conforme seu medo dissipava, seu corpo lembrava a alegria, movendo-se em sincronia com suas investidas. Ele aumentou seu ritmo, deixando marcas em seu peito que tremulava.
Ele a observava de perto, pronto para parar se ela mostrasse desconforto. Serafina fechou os olhos, sua confiança nele absoluta.
Ele afastou mais suas coxas para aliviar qualquer dor restante, o som de sua união enchendo o quarto.
“Ha!”
Seu gemido agudo sinalizou seu clímax, suas coxas tremendo e apertando-o. Momentos depois, ele alcançou sua própria libertação, derramando-se dentro dela.
Sem fôlego, eles ficaram juntos, corpos cobertos de suor, corações batendo em uníssono.