Duque, isso dói... - Capítulo 124
- Home
- Duque, isso dói...
- Capítulo 124 - 124 Eu também te amo (R-18) 124 Eu também te amo (R-18) Mesmo
124: Eu também te amo (R-18) 124: Eu também te amo (R-18) Mesmo aqueles ligados a ela por sangue haviam sido monstros, pisoteando seu frágil coração. Era natural que ela se perguntasse se outros fariam o mesmo. Mas Corvo não era como eles. Ele não fez nada disso. A bondade que ele mostrou a ela era algo que ela nunca havia experimentado antes.
Era diferente. Não era pena, nem apenas outro sentimento superficial.
Pela primeira vez, ela não precisava mais se preocupar em ser ferida.
“Huh…”
Lágrimas brotaram nos grandes olhos de Serafina, mas não eram mais lágrimas de tristeza. Eram lágrimas de alegria, de puro alívio, derramando por suas bochechas como uma chuva purificadora.
“Obrigado por se casar comigo, Serafina,” Corvo sussurrou, sua voz carregada de emoção.
Ele a segurou perto, sua mão áspera acariciando suavemente suas costas, enraizando-a em seu abraço.
“Obrigado por estar comigo,” ele continuou, suas palavras um bálsamo para sua alma.
Serafina se aninhou mais profundamente em seus braços, os seus corpos ainda pressionados juntos.
Parecia que estavam mais profundamente entrelaçados do que nos seus momentos mais íntimos.
Corvo continuou a acariciar suas costas com ternura até que seus soluços silenciosos se dissipassem. Então, ele depositou um beijo suave no topo da cabeça dela, movendo-se devagar para beijar cada fio de cabelo dela, como se valorizasse cada parte dela.
“Eu te amo…” sua voz saiu, encharcada de emoção, um sussurro repleto de sinceridade.
“Eu te amo.”
“Eu te amo tanto.”
Suas lágrimas haviam cessado, mas ela continuou sussurrando no ouvido dele, sua respiração roçando suavemente contra seu pescoço.
Seu corpo delicado e quente estava envolto em seus braços, encaixando-se perfeitamente contra ele.
“Eu também te amo”
Corvo olhou para baixo, para ela, segurando seu rosto em suas mãos.
Quando seu olhar encontrou os olhos vermelhos dela, ele foi irresistivelmente atraído para seus lábios.
Suas respirações se misturaram, ficando mais quentes do que o ar úmido do banheiro. Sua língua mergulhou em sua boca com uma urgência feroz.
Sua mão desceu da espinha dela para agarrar seus quadris, puxando-a para mais perto.
Então, Corvo se levantou lentamente, levantando-a com ele. Seus lábios, relutantes em se separar, seguiram-no à medida que ele se movia.
Ela estava segurando-o como um macaco.
Ele entrelaçou sua língua com a dela, o beijo deles profundo e consumidor, até que nenhum dos dois pudesse distinguir de quem era a saliva de quem.
“Mmm…”
“Mmmmmmm….”
Ele a segurou na vertical, guiando suas pernas para se enrolarem em volta da cintura dele. Serafina se apoiou em seus ombros, seus braços pendurados em seu pescoço, antes de descer lentamente sobre ele.
“Haah…!”
Sua vara penetrou diretamente na vagina dela, já preenchida.
A gruta inteira dela estava fluindo com um líquido branco e espesso.
Quando o membro de Corvo bateu em sua porta, parte dele derramou para fora.
Sua vagina, já cremada, fez um som estranho quando ele entrou.
Ele entrou devagar, completamente até o fim, quando seu membro substituiu todo o creme.
O corpo dela o comprimia fortemente, aceitando-o completamente. Suas pernas, ainda envolvidas em volta da cintura dele, tremiam levemente com a intensidade da conexão.
Desta vez ele penetrou mais fundo do que o habitual, impulsionado pelo peso do corpo dela. Serafina, enquanto isso, respirava suavemente contra o ombro dele, suas respirações quentes e rápidas…
“Haahhhh….”
“Hhhhhhhaaaahhhhhhh…..”
Os dedos dela, agarrando seus ombros, se apertaram à medida que ele começou a se mover. Seu aperto era desesperado, como se segurá-lo fosse a única coisa que a mantinha aterrada no meio da tempestade giratória de sensações.
“Vou começar a me mexer agora,” Corvo sussurrou, sua voz rouca de desejo, espessa pelo peso de sua necessidade.
Sua respiração estava quente contra o ouvido dela, enviando arrepios pela espinha dela enquanto suas palavras ressoavam por ela.
Ele segurou os quadris dela, macios e borbulhantes, a suavidade da pele dela um contraste gritante com a força das mãos dele.
Seus dedos cavavam em sua carne, não para causar dor, mas para ancorar-se, para sentir cada parte dela enquanto ele guiava seu corpo.
A sensação de suas mãos em seus quadris era eletrizante, enviando faíscas de calor pelas veias dela.
Levantando-a lentamente, ele aproveitava o tempo, saboreando a sensação do corpo dela envolto no dele. Cada movimento era deliberado, quase reverente, como se ele a estivesse adorando a cada movimento.
Ela sentia ele ascender dentro dela, a subida lenta e estável a preenchendo centímetro por centímetro, esticando-a da maneira mais requintada. Cada parte do corpo dela respondia ao toque dele, ao modo como ele a preenchia tão completamente.
Serafina seguia seu comando instintivamente, seu corpo se movendo em perfeita harmonia com o dele. Suas respirações vinham em suspiros superficiais, seu peito subindo e descendo rapidamente enquanto o prazer se acumulava dentro dela, enrolando-se firmemente como uma mola pronta para estourar.
À medida que Corvo se movia dentro dela, ela podia sentir cada centímetro dele, cada pulso e arritmia do corpo dele. A sensação era avassaladora, ela mordia o lábio, tentando conter os gemidos que ameaçavam escapar, mas eles borbulhavam incontrolavelmente, sussurros suaves de desejo escapando de seus lábios.
O ritmo lento e torturante que ele estabeleceu era quase insuportável, cada movimento a aproximando do limite. Cada nervo no corpo dela estava vivo, cada toque, cada carícia enviando ondas de prazer direto para o núcleo dela.
Com cada levantamento, ela se sentia sendo puxada mais fundo para dentro dele, seu corpo esticando para acomodá-lo da maneira mais íntima. A sensação era inebriante, uma mistura embriagante de prazer e dor que borrava a linha entre onde ela terminava e ele começava.
Seus movimentos, lentos no começo, logo ganharam velocidade.
“Ptttt….”
“Pttttt….”
“Pttt..pttt…pttt…facchhh…patt…”
O som dos corpos deles colidindo podia ser ouvido no banheiro…
Havia também o gemido de Serafina misturado.
Com cada empurrão vigoroso, os seios macios, mas grandes de Serafina balançavam, o corpo dela respondendo à intensidade dele.
“Hah, oh, Ra…ven!”
ela chamou, procurando-o com o olhar. Corvo encontrou os olhos dela, depois encurtou a distância, capturando seus lábios mais uma vez.
Os soproso sufocantes que enchiam o cômodo eram engolidos pelo beijo deles enquanto ele ia mais fundo, suas línguas se entrelaçando apaixonadamente.
Ele aplicou alguma força,
As costas dela pressionadas contra a parede com a força de seus empurrões, cada movimento criando um baque surdo contra os azulejos do banheiro.
Serafina sentia como se seu corpo estivesse se movendo por conta própria, seguindo o ritmo de Corvo enquanto ele a guiava.
Ela o segurava com força e sentia o prazer de sua vida.
‘É uma posição diferente, mas eu gosto. Fico imaginando como seria em uma posição diferente.’ com esse pensamento, Serafina corou.
Ela de repente se lembrou que uma vez Corvo fez por trás, como um cachorro…
Como era mesmo o nome?
Ahhh… estilo cachorrinho…
‘Eu me pergunto se podemos chamar de estilo macaco?’
Serafina tinha esses pensamentos estranhos, sem se dar conta de que Corvo a observava…
Ela parece esquecer que ele pode fazer amor com ela e fazer multitarefa também.
Quando ela percebeu, já era tarde demais.
“No que você está pensando?” Corvo perguntou, seus olhos penetrando seus pensamentos internos.
“Ahh..i…nada…”
“Não tenha vergonha; me conte, afinal, eu sou seu marido.”
“Estava pensando se poderíamos experimentar diferentes posições como essa, como seria?”
“Ohh?” Corvo estava divertido e sorriu…
“Não se preocupe, vou te dar todo o prazer que este mundo tem a oferecer… vamos experimentar cada posição… cada lugar… até cada buraco.”
Na última parte, Serafina ficou confusa, mas quando entendeu, ela corou…
“O quê..o que você quer dizer com Buracos?”
Ela estava apenas confirmando, mas Corvo usou um dedo e penetrou seu ânus.
Ele não parou de martelar nela quando percebeu que o ânus dela era muito apertado
“Está apertado, preciso afrouxá-lo um pouco.” Ele lambeu os lábios…
Era muita estimulação para Serafina; vendo isso, ele parou de dedilhar o ânus dela e se concentrou na vagina dela.
“Vamos afrouxar isso mais tarde; você ainda está apertada no buraco principal; precisa de uma boa percepção. Terei que trabalhar duro para você.”
Serafina corou mais e mais ao ouvir suas palavras, ela concordou com a cabeça.
Vendo-a assim e vendo que ela está ansiosa por isso, ele se sentiu mais vigoroso.
Ele a segurou e usou sua força para baixá-la em vez de bombear naturalmente.
Ele a bombeou…
Encheu ela de prazer. Foi verdadeiramente uma experiência nova e desafiadora para Serafina. Certamente ela será mais EXPERIENTE depois disso.
Toda vez que sua grande mão baixava seu corpo, ele afundava mais fundo dentro dela, como se estivesse perfurando até seu núcleo.
“Mmm…”
Serafina gemeu.
A sensação avassaladora se espalhou pelo banheiro como uma onda, envolvendo-os a ambos. À medida que seus empurrões se tornavam mais intensos, o aperto de suas mãos em seus ombros ficava mais forte.
Corvo se inclinou para perto, seus lábios roçando o ouvido dela enquanto ele falava. Sua voz estava pesada com o prazer vertiginoso que o havia dominado.
“Eu te amo, Serafina.
Suas entranhas instantaneamente contraíram como se reagissem às palavras dele. Assustada, as unhas de Serafina começaram a cravar nos ombros de Corvo, mas ele não parecia se importar.
“Eu te amo,” ele sussurrou, sua voz baixa e intensa.
Suas marcas de mão vermelhas estavam impressas em seus quadris um tanto pálidos, como a lua, divinos, borbulhantes. As pernas que ainda estavam envoltas em volta de sua cintura se debatiam no ar, tremendo a cada movimento. Seus quadris cobiçavam por seu líquido.
“Vou te amar para sempre,” Corvo prometeu, seu tom cheio de sinceridade.