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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 96

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  3. Capítulo 96 - 96 Você Está Pronto Para Sangrar 96 Você Está Pronto Para
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96: Você Está Pronto Para Sangrar 96: Você Está Pronto Para Sangrar O treinamento de combate foi realizado no salão de treinamento da Academia Lunaris. O salão em si era enorme e as paredes eram estantes cheias de armas, lâminas de todas as formas, cajados, escudos e outras ferramentas de combate. Cada uma delas estava bem polida e reluzindo sob as luzes fluorescentes. O ar da sala tinha um leve toque metálico, provavelmente devido ao suor e ao aço que já tinha visto inúmeras sessões de treinamento antes.

“Vamos para a guerra, é isso?” Violeta não pôde deixar de perguntar enquanto olhava ao redor da sala. Esse currículo nem tinha sido uma opção na sua antiga escola, mas a Academia Lunaris nunca para de surpreendê-la.

Ela e Lila estavam juntas no meio da multidão de outros estudantes que também estavam curiosos como ela.

“Então, você sabe o que nos espera?” ela perguntou para sua enciclopédia humana, também conhecida como Lila.

Mas até Lila balançou a cabeça. “É a minha primeira vez também. Mas pelo que ouvi, a aula é intensa. Tem muito treinamento físico e poucas pausas. As pessoas dizem que é brutal, mas de alguma forma, ainda parecem empolgadas com isso.”

“Hmmm?” Violeta inclinou a cabeça, surpresa. “Empolgados? Eles são loucos?”

Antes que Lila pudesse responder, as portas do salão se abriram com estrondo, e um pesado silêncio cobriu a sala. O professor de combate, um lobisomem imponente com uma barba grisalha e olhos verdes penetrantes, entrou no salão.

Só a presença dele já era intimidadora, e Violeta sentiu seu estômago apertar de inquietação. Não haveria misericórdia com esse homem, isso estava claro.

Mas ele não estava sozinho.

Atrás dele, seguiram os Alfas Cardeais, cuja simples presença era suficiente para separar a multidão como o Mar Vermelho. Suas auras comandantes tornavam a atmosfera já tensa ainda mais pesada. O olhar de Violeta corria para Elsie no outro lado do salão, notando como seus olhos aguçados estavam fixos nos Alfas, especialmente em Asher.

Antes que Violeta pudesse processar o momento, a voz do professor trovejou pelo salão, fazendo-a pular. “Abaixo! Vinte flexões agora mesmo!”

Murmúrios confusos se espalharam entre os estudantes. “O quê?” alguém sussurrou, mas o instrutor rugiu, “FAÇAM TRINTA!”

Os alunos se apressaram em obedecer, caindo no chão e gemendo enquanto empurravam contra o solo polido. Os braços de Violeta tremiam com o esforço, e justo quando ela pensou que não podia piorar, a voz sem emoção do homem soou novamente. “Trinta e cinco.”

Um choro coletivo de protesto se ergueu, mas foi silenciado por seu próximo comando. “Quarenta!”

As reclamações apenas pioravam a situação, todos perceberam. Violeta apertou os lábios, determinada a não fazer nenhum som.

Foi até um alívio quando ela notou que eles não estavam sozinhos e que os alfas cardinais também participavam. Mas enquanto a maioria dos alunos lutava, os Alfas faziam as flexões sem esforço.

Seus olhos estavam especialmente voltados para Griffin, cujos bíceps flexionavam a cada flexão, a pura força e controle a hipnotizando. Era, sem dúvida, a coisa mais sexy que ela já tinha visto.

Os olhos de Griffin encontraram os dela no meio de uma flexão, e ele piscou, um sorriso astuto surgindo em seus lábios. Violeta sentiu seu rosto esquentar ao perceber que tinha sido pegada encarando. Infelizmente, sua distração a custou caro, pois sua mão escorregou em uma gota de suor, e ela desabou no chão.

Risadas eclodiram ao seu redor, ecoando pelo salão.

“Eu filmei!” uma garota exclamou, mas sua vitória foi breve. O professor avançou em sua direção, arrancou o celular de sua mão e o atirou contra a parede. O estalo do vidro se estilhaçando silenciou a sala.

“VOCÊS ACHAM MINHA AULA UMA PIADA?!” ele rugiu, a saliva voando enquanto ele pairava sobre a garota.

Mas a estudante não conseguia responder, chocada com o que acabara de acontecer.

“PAREM DE RECLAMAR E RESPONDAM-ME! SIM OU NÃO!”

“N-não, senhor,” ela repetiu, a voz tremendo.

“ENTÃO POR QUE ESTAVAM BRINCANDO NA MINHA AULA?”

“Não vai acontecer novamente, senhor,” ela sussurrou, a cabeça baixa e as lágrimas ameaçando cair.

“BOM PRA VOCÊ!” Ele girou para encarar o resto da classe. “LEVANTEM-SE AGORA!”

A quantidade de flexões ainda não tinha sido atingida, mas ninguém ousou reclamar. Exaustos mas aterrorizados, os alunos obedeceram sem hesitação. Violeta quase sentiu pena da garota—quase. Ela havia aprendido rapidamente que pena não ajudaria ninguém a passar por essa aula.

“Meu nome é Malakai,” ele anunciou, seu olhar de aço varrendo o grupo, “mas vocês vão me chamar de Comandante. Está claro?”

“Sim, senhor!” a classe respondeu em uníssono.

“EU OUVI DIREITO?”

“Sim—não! Comandante!” os alunos se corrigiram apressadamente, suas vozes formando uma cacofonia confusa.

Por uma vez, Malakai não gritou. Ele andava pela sala, seus olhos penetrantes estudando cada estudante como um falcão. Quando seu olhar pousou em Violeta, demorou. Seu coração batia acelerado enquanto ela relembrava a cena anterior. Sua expressão era inescrutável, mas ela se sentiu julgada do mesmo jeito.

Violeta engoliu em seco. Ótimo. Primeira impressão arruinada.

A sala mergulhou em um silêncio desconfortável enquanto o Comandante Malakai se postava alto diante dos estudantes reunidos.

“Bem-vindos ao Treinamento de Habilidades de Combate & Defesa,” ele começou. “Hoje, vocês vão aprender o que significa resistir. Lutar. Sobreviver. Se pensam que isto é apenas outra aula, estão enganados. Esta é a única aula que vai salvar suas vidas quando estiverem encurralados e em menor número. Se não estão prontos para sangrar, não pertencem aqui.”

Uma pausa densa seguiu suas palavras, sua afirmação se infiltrando nas mentes de todos os estudantes presentes.

Malakai continuou. “Para o benefício dos novos estudantes, começaremos pelo básico. Vou repassar os exercícios e ajudá-los a se ajustar à sua nova realidade. Não se enganem, esta realidade não é opcional. Não é algo que vocês podem desistir porque têm vontade. Isto é vida ou morte.”

Ele cruzou seus braços musculosos sobre o peito e acrescentou, “Antes de começarmos, há alguma pergunta?”

A sala permaneceu em silêncio, os alunos trocando olhares receosos. Ninguém ousava levantar a mão, não querendo atrair a atenção do comandante, ou sua ira. Violeta se mexia desconfortavelmente, grata que os holofotes não estivessem sobre ela.

Justo quando parecia que a paciência de Malakai começava a vacilar e ele estava prestes a seguir adiante, uma mão se ergueu no fundo da sala.

Todos viraram a cabeça quando Dion perguntou com genuína curiosidade, “Você disse, ‘quando estivermos cercados e em menor número.’ Mas somos apenas estudantes aqui. Por que estaríamos nessa situação, comandante?”

A pergunta pairou no ar, e por um momento, Violeta pensou que Malakai poderia explodir. Em vez disso, ele fixou Dion com um olhar frio e calculista que poderia congelar fogo.

“Vocês já são um alvo,” Malakai disse, sua voz firme mas ameaçadora. “Cada um de vocês, pelo simples fato de serem estudantes da Academia Lunaris, tem um alvo nas costas. Existem pessoas, humanos e lobisomens, que desprezam a aliança que esta academia representa. Eles gostariam de vê-la destruída. E isso sem mencionar os renegados, caçadores e outras criaturas sobrenaturais lá fora que ficariam felizes em tirar a vida de vocês.”

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