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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 88

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  3. Capítulo 88 - 88 Igual a Lucille 88 Igual a Lucille Olá Adele
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88: Igual a Lucille 88: Igual a Lucille “Olá Adele,”
Adele se virou de sua mesa, seu olhar afiado pousou em Violeta, descendo até sua mão sangrando. Ela suspirou pesadamente, murmurando em voz baixa, “Você só pode estar de brincadeira.”

Violeta tentou uma piada seca. “Eu sei, surpresa, surpresa, certo?”

Mas Adele não estava no clima. Abandonando o grosso livro que estava lendo, ela levantou e se aproximou de Violeta, o rosto uma imagem do exaspero. “Você e Alaric,” Adele começou, balançando a cabeça, “eu não sei qual de vocês é pior neste ponto. Você deve realmente me amar tanto que não pode esperar para me visitar todos os dias.”

Violeta deu um sorriso irônico, não era de deixar o sarcasmo passar batido. “Sim, estou com tanta saudade de você que minhas bolas estão começando a doer.”

Adele ergueu a sobrancelha, seus lábios tremendo. “Crianças das ruas e suas bocas sujas,” ela murmurou com falsa irritação, balançando a cabeça.

Se fosse qualquer outra pessoa, Violeta talvez tivesse rebatido, mas vindo de Adele, isso não a feria. Se era alguma coisa, era estranhamente neutro. Ela seguiu o gesto de Adele para uma das camas e sentou sem protesto. Adele não era exatamente uma amiga, mas também não era inimiga, a relação delas naquele momento estava em algum lugar naquele espaço liminar de indiferença e obrigação.

Lila não tinha seguido Violeta até a enfermaria porque ela tinha mandado ela para a aula. Ela não deixaria a garota segui-la em detrimento da sua educação. Lunaris poderia ser muitas coisas, mas a educação deles era de primeira linha.

Além disso, Lila era sua amiga, não sua serva. Não que os elites de Lunaris entendessem isso, considerando que literalmente tinham outros “estudantes” servindo-os como “servos”.

Ela observou enquanto Adele limpava o ferimento, justo quando a pergunta veio. “Então o que aconteceu desta vez? Qual dos alfas é responsável por esta?”

“Nenhum, na verdade,” Violeta admitiu. “Fui eu que me distraí e esmaguei um copo de água.”

Adele pausou, uma sobrancelha levantada. “Você esmagou um copo? Com suas próprias mãos?”

“Sim. Estúpido, né?”

“Hmmm,” Adele refletiu, retomando seu trabalho. “Você é mais forte do que aparenta. Não é fácil esmagar isso com as mãos nuas.”

“Eu estava… emocional,” Violeta fez uma careta quando se lembrou do que levou ao surto, enquanto Adele trabalhava. “As pessoas fazem coisas estúpidas quando estão com raiva.”

“E deixe-me adivinhar,” Adele disse secamente, “Asher?”

Violeta exalou com força. “O único. No entanto, ele teve uma pequena ajuda desta vez.”

Adele não disse nada, sua atenção na limpeza do ferimento. Após um momento, ela se recostou e disse, “Sem caco de vidro encravado. Vou fechar isso.”

Segurando a mão de Violeta, Adele começou a canalizar sua energia curativa. O calor se infiltrou em sua pele, acalmando e formigando ao mesmo tempo.

“Então,” Adele perguntou de repente, o tom
muito casual, “você gosta do Asher?”

A pergunta surpreendeu Violeta, e ela instintivamente tentou puxar sua mão de volta, mas Adele segurou firme. Afinal, ela ainda não tinha terminado o processo de cura.

“Ha,” Violeta riu nervosamente. “Você percebe que isso é manipulação emocional, certo? Não deveria ser ético?”

“Responda à pergunta, Violeta. Sim ou não.”

“Não,” Violeta respondeu defensivamente.

“Mentirosa.”

“Mas eu—” Violeta parou no meio da frase, percebendo que lobisomens podiam farejar mentiras. Ela suspirou, derrotada. “Ok, tudo bem. Eu poderia ter sido atraída por ele,” ela admitiu relutante. “No começo,” enfatizou, “mas o cara é um lunático, e não há chance no inferno de começar alguma coisa com aquele maluco.”

Adele a examinou por um momento a mais antes de finalmente soltar sua mão. Violeta olhou para baixo e viu sua pele impecável, como se nada tivesse acontecido. Embora não fosse a primeira vez, ainda assim a surpreendia.

“Adolescentes,” Adele murmurou, limpando suas ferramentas como um pai desaprovador. “Sempre atraídos pelos maus. Pelo menos ainda tem seus sentidos e isso mostra que Asher também não roubou isso de você.”

“Você quer dizer como a Lucille?” Violeta perguntou cautelosamente, sua voz um sussurro. Ela percebeu como Adele, que tinha estado organizando suas coisas, endureceu ao ouvir o nome.

“E onde você ouviu isso?” A voz de Adele estava firme, sem trair emoção enquanto continuava sua tarefa, sem se virar para enfrentar Violeta.

Pelo menos ela não havia negado, Violeta pensou, sentindo uma oportunidade.

“Griffin não é tão fechado como os outros,” Violeta continuou, tentando parecer nonchalante. “Embora ele não tenha entrado em detalhes.”

“E você espera que eu entre nesses detalhes?” Adele finalmente se virou, os braços cruzados sobre o peito, a expressão indecifrável. “O que te faz pensar que eu revelaria uma história que não é minha para contar?”

Violeta se levantou, fechando a distância entre elas com alguns passos decididos. “Porque você se importa com os Alfas Cardeais, e está particularmente preocupada com as recentes ações de Asher. Talvez se a ‘segunda’ entender a história do ‘primeiro’, ela possa evitar um destino semelhante.”

Por um momento, pareceu que o apelo de Violeta tinha alcançado Adele, mas então a expressão da curandeira endureceu. “Você não precisa se preocupar em repetir a história; precauções estão em vigor para garantir que Asher não mexa com sua mente, não sem o seu consentimento,” Adele respondeu, seu tom final.

“Então seus medos não acontecerão, Violeta Roxa. Você pode voltar para a aula agora; sua mão está curada,” Adele concluiu, sinalizando o fim da conversa enquanto se virava para sair.

Mas justo quando Adele alcançou sua mesa, provavelmente para retomar sua leitura, Violeta chamou, impulsionada por um ímpeto súbito. “Estou começando a ter visões sobre ele.”

Adele pausou, virando-se bruscamente. “Visões? Dele?”

“Não só dele. De todos eles,” Violeta confessou. Ela engoliu em seco, ciente das possíveis consequências de sua revelação. A informação podia acabar no artigo do Oráculo amanhã se não tivesse cuidado.

“Quando começaram as visões?”

“Hoje.” Violeta respondeu.

“Desde hoje, você disse?” Adele repetiu, seu tom investigativo.

Violeta assentiu. “Sim, logo depois que eu tomei banho. Estava olhando no espelho, e então isso simplesmente… aconteceu.” Ela hesitou, engolindo em seco, suas bochechas queimando enquanto lutava para encontrar as palavras. “Eu os vi… e eles estavam—”
“Diga mais nada,” Adele interrompeu bruscamente, levantando a mão para detê-la.

Violeta sentiu uma onda de alívio passar por ela. Por mais embaraçoso que fosse admitir, pelo menos ela não precisava descrever os detalhes gráficos. Ainda assim, ela não conseguia abalar a inquietação no comportamento de Adele.

“Lucille teve as mesmas visões que eu?” Violeta perguntou com cautela, observando atentamente a reação de Adele. “Asher mentiu quando disse que não mexeria com minha cabeça novamente? Ele ainda está fazendo isso, mesmo sem saber?”

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