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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 78

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  3. Capítulo 78 - 78 Criador de Regras 78 Criador de Regras Violeta acordou
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78: Criador de Regras 78: Criador de Regras Violeta acordou assustada, seu respiro irregular com o coração batendo descompassado no peito. Seu corpo estava pesado e dolorido em lugares que ela nem conseguia entender, como se tivesse passado por um grande suplício.

Sonolenta e desorientada, piscou observando ao redor, sua mente lutando para distinguir o que era real e o que não era.

Sua cabeça latejava e ela gemeu de dor conforme flashes de memórias vívidas e horríveis começaram a assaltá-la. As imagens vinham em ondas; seus lábios pressionados contra os de Alaric; seu corpo colado ao de Roman; suas mãos percorrendo Griffin. Era um caleidoscópio de memórias constrangedoras, cada uma fazendo seu estômago revirar.

“Oh Deus… não…” Violeta balançou a cabeça como se tentasse afastar as memórias. Mas quanto mais tentava, mais claras elas ficavam, como um filme perturbador em sua mente.

Sua respiração se acelerou, e suas mãos voaram para o rosto, os dedos cravando em seu couro cabeludo enquanto soltava o que pareciam mil maldições. Não podia ser real. Mas era.

As sensações eram muito vivas, muito cruas, para ser apenas um sonho. O jeito que sua pele queimava sob o toque deles, o calor de seus olhares, a conexão elétrica que não deveria existir. As bochechas de Violeta ardiam, mesmo que seu corpo estivesse gelado, como se o sangue tivesse completamente drenado dela.

Ela tocou seus lábios, como se esperasse encontrar algum traço deles ali. Em vez disso, a bile subiu em sua garganta, e ela colocou a mão sobre a boca, receosa de vomitar.

O que ela tinha feito? Por que tinha agido assim… desse jeito? Não, a palavra “prostituta” nem começava a descrever. Ela se lançou não apenas em um, mas em três deles! Sem vergonha, desesperada por seu toque.

Nancy estaria tão orgulhosa dela agora!

Se isso não fosse um pesadelo, Violeta não sabia o que mais poderia chamar.

“Você acordou,” uma voz disse, puxando-a de seus pensamentos. Ela virou-se para ver a curandeira, Adele, de pé ao lado de uma mesa, de costas para ela enquanto misturava algum tipo de poção.

“Onde estou?” Violeta perguntou, sua voz rouca, sua garganta seca.

“Você está na suíte do Griffin,” Adele respondeu despreocupadamente, ainda focada no líquido girando no copo que segurava.

“Por que estou aqui?” Violeta insistiu, sua inquietação crescendo.

Adele virou-se para encará-la, uma sobrancelha erguida como se divertida. “Você não se lembra?”

O calor subiu às bochechas de Violeta, e ela desviou o olhar. Essa reação foi resposta suficiente, e Adele sorriu maliciosamente. “Ah, você se lembra. Só está com vergonha de admitir.”

“Eu não estou com vergonha,” Violeta retrucou, seu olhar afiado apesar do constrangimento.

“Como você quiser,” Adele respondeu despreocupadamente, claramente não convencida. Ela terminou de misturar a poção e caminhou até Violeta, sentando-se ao lado da enorme cama com o copo na mão.

“Você está aqui porque Asher mexeu mentalmente com sua cabeça,” Adele começou sem rodeios. “Como você se sente agora? Ainda sente a compulsão de…” ela pausou, seus lábios se curvando, “…fazer sexo?”

As bochechas de Violeta ardiam ainda mais, e ela cruzou os braços defensivamente. “Não,” ela disse firmemente, embora a verdade se sentisse um pouco mais complicada. Ela não sentia mais a necessidade avassaladora, mas ainda havia uma leve e perturbadora sensação persistente.

“Bom,” Adele disse com um aceno de cabeça satisfeito. Ela empurrou o copo nas mãos de Violeta. “Agora beba isso.”

Violeta olhou para o copo com suspeita. “O que é isso?”

“Uma poção para garantir que você não engravide,” Adele respondeu de forma direta.

As palavras atingiram Violeta como um tapa, e seu rosto se torceu em ultraje e incredulidade. “Grávida?!” ela exclamou, empurrando o copo instintivamente.

Adele não se mexeu, seu tom gelado e firme. “Lobos são muito viris, e tenho certeza de que seria… confuso, não saber quem seria o pai do seu bebê.”

O queixo de Violeta caiu, uma mistura de humilhação e raiva borbulhando dentro dela. Ela encarou Adele, cerrando os punhos enquanto debatia entre gostar da mulher pela sua honestidade direta ou desprezá-la pela falta de tato.

Relutantemente, Violeta pegou o copo, franzindo o nariz enquanto o levava aos lábios. O gosto amargo atingiu sua língua imediatamente, fazendo-a engasgar e quase cuspir.

“Não desperdice uma gota,” Adele disse friamente, seu olhar penetrante fixado em Violeta.

Com um sorriso de desafio, Violeta se obrigou a engolir a poção repugnante, fazendo caretas a cada gole. Quando finalmente devolveu o copo vazio a Adele, sua expressão era de pura irritação.

Adele, completamente impassível, pegou o copo e sorriu. “Boa garota,” ela disse, levantando-se e afastando-se, deixando Violeta remoer em seu constrangimento e irritação crescente.

Violeta recostou-se no imenso cabeceira, cruzando os braços enquanto observava Adele se movimentar pelo quarto. “O que acontece agora?” ela finalmente perguntou, seu tom afiado misturado com exaustão e raiva residual.

Adele se virou para ela com uma expressão neutra. “Você descansa aqui pelo resto do dia. As aulas para você serão retomadas amanhã, embora alguns ajustes tenham sido feitos em sua agenda para compensar as que você perdeu hoje.”

Os olhos de Violeta se estreitaram. “E sobre Asher? O que acontece com ele pelo que fez comigo?”

Adele pausou, então ergueu uma sobrancelha, seus lábios se curvando em um leve sorriso. “Sério? Você acha que alguém vai punir Asher? Você acha que pode puni-lo?”

As palavras atingiram como um tapa, e a fúria de Violeta veio à tona. “Você está dizendo que ele simplesmente sai impune?” ela cuspiu.

Adele suspirou, caminhando mais perto e sentando na borda da cama. “Olha, Violeta, não estou dizendo que é justo, mas você está lidando com alguém que não joga pelas regras, porque, no mundo dele, ele faz as regras.”

“Isso é um absurdo,” Violeta rosnou, seus olhos dourados ardendo de desafio.

“Talvez,” Adele concedeu com um encolher de ombros. “Mas aqui vai uma coisa. Asher não vai mexer com sua mente novamente, a menos que você queira. Isso eu posso garantir.”

“Isso é tudo?” Violeta perguntou, sua voz subindo. “Isso é tudo? Essa é a grande resolução para tudo isso?”

Adele se levantou, limpando as mãos como se tivesse terminado sua tarefa. “Sim, Violeta. Isso é tudo. Agora, descanse. Você teve um dia difícil, e vai precisar de sua energia para enfrentar o que vem a seguir. Até mais, Violeta Roxa.”

Sem esperar por uma resposta, Adele caminhou até a porta, abriu-a e saiu, seus passos ecoando fracamente pelo corredor.

Violeta encarou a porta fechada, sua raiva emergindo à superfície. Ela nunca tinha sentido tanta raiva quanto naquele momento. Seus punhos apertaram os cobertores até seus nós dos dedos ficarem brancos e seu maxilar se contraiu enquanto ela fervia em silêncio.

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