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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 775

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Capítulo 775: Mate a Filha dele

Vila Duskmoon

Ziva estava em uma reunião com seu pai e seu beta, Jericho, explicando seu plano.

“Uma vez que o feitiço for feito, no momento em que Violeta e os companheiros voltarem para o reino humano, eu serei alertada, e nós puxaríamos—”

A porta da sala de reuniões foi abruptamente aberta. Três pares de olhos se voltaram para a entrada.

Layla entrou apressada, apenas para parar no meio do passo quando os olhares delas a prenderam no lugar.

“Bem…” Ziva arrastou as palavras, uma mão pousando na cintura. “Veja quem decidiu aparecer cedo.”

Os olhos dela percorreram lentamente sobre Layla, fixando-se na bolsa pendurada em seu ombro. Um sorriso lento curvou seus lábios ao ver o quão cheia ela estava.

“E parece que você se divertiu.”

Então seu olhar se voltou para o espaço vazio ao lado de Layla.

“E onde está sua irmã, Laura?”

Ao mencionar esse nome, os lábios de Layla tremeram.

Antes que alguém pudesse dizer Jack Robinson, os olhos dela se encheram de lágrimas.

A mudança na sala foi imediata.

Angus endireitou-se, sua postura mudando de imediato. Mas não era preocupação que cruzava seu rosto. Era inquietação. Uma sensação fria e rastejante desceu por sua espinha.

“Onde está sua irmã, Layla?” ele perguntou dessa vez. Sua voz era rouca e perigosa, escuridão sangrando em seus olhos.

Layla tentou falar, mas as palavras se emaranharam em sua garganta. As lágrimas escorriam mais rápido do que ela conseguia piscá-las, borrando sua visão.

“N-nós pegamos os i-tens e então—” ela inspirou bruscamente, seu peito arfando, “tinha um lobo… ele surgiu do nada. Tentou atacar—deusa—eu lutei contra ele—eu—”

“Layla!”

A voz de Angus trovejou pela sala.

Layla se encolheu como se fosse atingida. As palavras morreram em sua boca, mas o soluço não. Ele a rasgou incontrolavelmente, seus ombros tremendo enquanto ela se dobrava para dentro.

Angus levantou-se.

Ele podia sentir agora. Algo havia acontecido. As crianças deviam ter cometido um erro — como sempre. Ele deveria saber que não poderia confiar em suas filhas estúpidas para algo tão importante.

Seu rosto escureceu como uma tempestade se aproximando enquanto ele atravessava a sala com passos longos. Angus parou diretamente na frente de Layla, pairando sobre ela, sua presença esmagadora.

Lentamente, ele exigiu, cada palavra um sibilo, “Onde. Está. Sua. Irmã.”

Layla choramingou, o som pequeno e quebrado.

“Fale!” Angus rugiu.

A força disso fez a sala parecer recuar. Até Ziva endureceu onde estava, surpreendida apesar de si mesma. Layla encolheu-se, se curvando em si mesma, tremendo como um animal ferido.

Não havia como escapar dele.

Layla levantou a cabeça por fim, seu rosto encharcado de lágrimas, olhos vermelhos. Sua voz saiu áspera, mal mais que um sussurro.

“Ela está… ela está morta.” Um soluço escapou dela. “Ou—pelo menos eu acho que ela está.”

“Nós encontramos um dos lobos,” ela prosseguiu apressada, a confissão derramando-se agora, incontrolável. “Eu tentei lutar contra ele—eu tentei. Laura deveria escapar primeiro, mas ela… ela não conseguiu. Ela tentou me ajudar….”

O fôlego dela engasgou violentamente.

“Mas então o feitiço dela falhou. Acertou uma superfície de ferro e ricocheteou—” Layla sufocou, agarrando-se ao peito. “Acertou ela. Ela foi lançada pela janela…. Ela caiu—quatro andares abaixo.”

E então, como se percebesse plenamente a gravidade do que havia feito, Layla correu para explicar, suas palavras tropeçando umas nas outras.

“Eu juro que não quis deixá-la para trás,” ela chorou. “Os alunos começaram a se reunir. Não havia como eu voltar para buscá-la sem ser pega. Eu— Eu sinto muito.”

A culpa não estava apenas em seus olhos. Ela tremia em sua voz, grossa e sufocante, como se cada palavra arranhasse sua garganta ao sair.

Por um momento, não houve nada além de silêncio pesado e sufocante, como se todos na sala estivessem tentando digerir o que haviam acabado de ouvir.

“Então deixe-me entender direito…” Angus finalmente falou, sua voz alarmantemente calma. “Não só Laura foi pega, mas você nem sabe se ela está morta ou viva?”

Layla não precisava responder, o pequeno som quebrado que escapou de sua garganta foi suficiente.

A próxima coisa que Layla sentiu foi dor quando Angus acertou-a no rosto.

O som ressoou pela sala.

Layla mal registrou o golpe. Ela tinha visto isso vindo e, naquele momento, ela o acolheu. Desejou a dor. Era a punição que ela merecia.

Como ela pôde ter deixado sua irmã assim?

A força do soco a mandou ao chão. Ela nem tentou se levantar. Laura ficou lá, aceitando, esperando por mais.

“Droga!” Angus rugiu, puxando duramente seu cabelo. Ele olhou para a forma amontoada de Layla, mas não a golpeou novamente. Qual era o ponto? O dano já estava feito.

De repente, isso o atingiu.

“Hannah…” ele murmurou amargamente. “Ela não teria estragado tudo se estivesse aqui.”

Ziva se mexeu.

O olhar acusador de seu pai foi direto para ela.

Ela engoliu em seco. “Certamente há algo que podemos—”

Ela não terminou porque Angus estava sobre ela num piscar de olhos.

Suas mãos envolveram a garganta dela, os dedos se cravando enquanto ele a jogava contra a parede.

“Tudo isso é sua culpa,” ele sibilou. “Se você não tivesse passado por cima de mim e arruinado tudo, Hannah teria resolvido isso com facilidade.”

“Eu—eu ainda posso fazer algo,” Ziva engasgou, sua respiração saindo dolorosamente de seus pulmões.

“Sim,” Angus cuspiu, soltando-a abruptamente. “Você pode.”

Ziva cambaleou, tossindo violentamente, segurando a garganta. Lentamente, ela se endireitou, sua expressão austera.

“Você vai encontrar aquela garota, Laura,” Angus disse. “E se ela ainda estiver respirando… acabe com ela.”

“O quê?” Layla sussurrou do chão, seu

coração batendo dolorosamente contra as costelas. Certamente ela não tinha ouvido direito.

Angus nem olhou para ela.

“Se meu irmão sequer ouvir um sussurro dos meus planos pela boca daquela garota estúpida,” ele continuou, “pode ter certeza que sua cabeça vai rolar desta vez.”

Um frio percorreu a espinha de Ziva. Ela assentiu uma vez. Ela podia ver nos olhos de seu pai. Ele não estava blefando.

Angus murmurou algo que parecia uma maldição e avançou em direção à saída. À medida que ele passava, Layla agarrou desesperadamente a perna dele.

“Pai—por favor,” ela soluçou. “Você não quer dizer isso. Ela é sua filha.”

Angus olhou para ela com nada além de desprezo. Então ele a chutou para longe.

Layla bateu no chão com força.

Uma vez que Angus se foi, Layla virou-se para Ziva, lágrimas escorrendo pelo rosto. “Você não vai fazer isso… certo?”

Ziva não respondeu.

O olhar frio e sem emoção que ela deu foi resposta suficiente.

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