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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 762

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Capítulo 762: Não Pode Ser Medido

“Incrível,” sussurrou Nirmal, uma das Fae encarregada de testemunhar a liberação dos poderes da princesa. Seu papel era documentar cada manifestação, e ela o fazia com emoção quase contida.

Nirmal aproximou-se de Violeta, circulando-a com a pena na mão. Seus olhos atentos traçavam cada detalhe dessa nova forma dela, desde o exato tom do cabelo preto-azulado até seus pés.

Ela parou em frente a Violeta, então virou a cabeça em direção a Annequin.

“Literalmente não há diferença,” disse Nirmal com uma voz cheia de admiração. “Se eu não soubesse melhor, juraria que a Rainha de Astaria estava diante de mim. A princesa poderia se passar por você sem levantar suspeitas.”

Conversas surgiram entre as Fae. Elas estavam mais acostumadas com a ideia de glamour do que de mudança de forma. Deve ser o lado bestial dela, elas raciocinaram.

“Se ao menos não fosse este corpo,” Violeta se ajeitou desconfortavelmente, tentando se ajustar à

presença desconhecida sobreposta à sua própria.

Dentre todas as pessoas para se transformar, por que a vadia?

“Bem, não totalmente,” Annequin contestou as palavras de Nirmal, “Sua princesa pode ser capaz de imitar minha forma física, mas poder é outra questão completamente. Ou será que pode?” Ela ergueu uma sobrancelha, estudando Violeta.

Murmúrios se espalharam pelo espaço, Fae acenando com a cabeça à pergunta.

Embora a postura de Annequin estivesse relaxada, apenas alguém observando atentamente notaria a tensão enrolada sob sua confiança. Ela estava morrendo de curiosidade para saber, pode Violeta copiar seus poderes como ela?

“Essa é uma boa observação,” disse Nirmal, seu olhar permanecendo sobre Violeta com aberta antecipação, como se esperasse que o poder de Annequin irrompesse da princesa a qualquer momento.

Antes que Violeta pudesse levantar a mão, Asher invadiu.

“Uma boa observação,” ele disse, “que deve ser explorada em privado, durante o treinamento da princesa.” Seu olhar deslizou para Annequin, claramente hostil. “Os pontos fortes e fracos de uma princesa não devem ser expostos em um campo cheio de estranhos.”

Annequin riu levemente, mascarando a irritação sob seu sorriso. “Você ainda acha que eu pretendo prejudicar sua princesa?”

“Não se trata de intenção,” Asher respondeu. “De onde eu venho, isso é chamado de segredo nacional.”

“Além do mais,” Alaric acrescentou, aproximando-se dele, “esta é a revelação da princesa, não seu exame. Seus limites podem ser testados mais tarde, em privado. E se você for convidado…” Ele estalou a língua. “Bom para você.”

Annequin olhou ao redor. Muitos olhares estavam sobre ela agora e, pelo que parecia, as Fae concordam com eles.

A Rainha Seraphira interviu. “Os alfas estão corretos. Vamos seguir em frente. Os poderes de Violeta serão estudados em profundidade mais tarde.”

“Se você diz, Sua Majestade,” disse Annequin agradavelmente. Mas no momento em que ela se virou, seu sorriso desapareceu.

Seu olhar encontrou o de Asher. Por um instante, o mundo se estreitou para os dois—seus olhos sombreados e estreitados focando os azuis gelados dela com uma pressão que poderia ter quebrado pedra. Seres menores poderiam ter hesitado, mas Annequin não.

Se Asher Beladona pensava que ela recuaria com o rabo entre as pernas, ele estava gravemente enganado. Sua escuridão não a assustava. Não quando ela era o próprio abismo.

Escuridão reconheceu escuridão.

Ela piscou para ele.

Asher desviou o olhar, uma expressão profunda de desaprovação se formando em seu rosto. Ele não confiava nem um pouco na Rainha Fae.

E a Rainha Seraphira estava definitivamente brincando com fogo ao deixar a cobra em seu reino.

Ao mesmo tempo, Violeta ficou aliviada por finalmente se livrar daquela pele de seu corpo. Ela bateu a palma de volta na cúpula sem hesitação e esperou pela mudança acontecer.

Mal havia se passado um minuto antes de seus joelhos cederem novamente. Ela caiu sobre eles com um gemido agudo enquanto seu corpo começava a se distorcer mais uma vez. Seus músculos se contraíram e seus ossos protestaram. Ela gemeu por entre os dentes cerrados, mas se recusou a levantar a mão do domo.

Ela não sabia sobre mais ninguém, mas não tinha intenção de usar essa habilidade com frequência – apenas quando fosse absolutamente necessário. Em pouco tempo, sua forma se recompôs. Ela era ela mesma novamente, ofegante, suor cobrindo sua pele.

Pelo menos era seu próprio corpo. Não importava o quanto doía como o inferno.

Mas o alívio durou apenas um batimento.

Outro gemido rasgou sua garganta enquanto algo mais se agitava profundamente dentro dela. Esse poder chegou com força avassaladora, muito mais forte que os outros, atingindo-a com tanta força que fez a náusea subir por sua garganta.

“Oh garoto… lá vamos nós,” Roman murmurou sombriamente enquanto observava a grama ao redor de Violeta murchar, enegrecer e se desintegrar em pó fino.

A nulificação se espalhou para fora, em um círculo crescente, o chão se dissolvendo como se a própria realidade estivesse sendo apagada. Os Fae mais próximos dela recuaram instintivamente, o medo ondulando através deles.

“Deusa…” Nirmal arfou, seus olhos arregalados de admiração e terror. “Ela tem o poder de desfazer.”

As palavras enviaram murmúrios correndo pela multidão. Rostos empalideceram enquanto alguns se afastavam ainda mais. Outros congelaram onde estavam, incapazes de desviar o olhar.

“Uh—com licença,” Alaric disse firmemente, “acho que não deveríamos estar perto de Violeta agora. De jeito nenhum.” Ele já havia visto esse poder uma vez antes e sabia do que ele era capaz.

O domo havia se tornado completamente negro agora, sua superfície absorvendo a luz ao invés de refletí-la. Energia fervilhava violentamente lá dentro, e Violeta, por outro lado, estava claramente lutando. As veias ao longo de suas têmporas saltavam, sua mandíbula travada em agonia.

A Rainha Seraphira notou. “Ela está enviando demais—”

Lila deu um passo à frente, seu rosto lívido. “Sua Majestade, acho que você precisa se mover.”

“O quê? Não,” Seraphira recusou no mesmo instante.

“Não é mais seguro,” Lila insistiu, o pânico rompendo sua compostura. “Não sabemos o que esse poder pode fazer.”

Como para provar seu ponto, um som agudo de rachadura cortou o ar.

Todos se viraram a tempo de ver uma rachadura se espalhar pela superfície do domo.

A rainha prendeu a respiração. “Tolos de nós,” ela sussurrou. “Seu poder não pode ser medido—”

“Violeta!” os alfas cardinais gritaram juntos.

“Tire sua mão do domo!” Asher gritou, o medo tingindo sua voz.

A escuridão que havia se espalhado pelo chão agora se ergueu no próprio ar, engolindo o espaço. O pânico se espalhou enquanto os Fae começavam a recuar em todas as direções.

“Eu não posso!” Violeta chorou, sua voz se quebrando.

Era como se uma força invisível houvesse fundido sua palma ao domo, extraindo poder dela sem cessar, e impiedosamente.

“Sua Majestade!” Lila gritou.

E então, o domo se despedaçou.

A escuridão explodiu para fora em uma onda avassaladora, engolfando tudo em seu caminho.

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