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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 758

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Capítulo 758: Treinando com a Rainha

A névoa da aurora ainda se agarrava à grama, prateando as lâminas sob suas botas. Assim como no dia anterior, Violeta estava no centro do campo de treinamento com seus companheiros flanqueando-a, o amplo céu se estendendo acima deles.

E sim, sua mãe ainda não estava aqui.

“Talvez ela esteja atrasada,” Roman disse, olhando para a linha das árvores antes de acrescentar, incerto, “…de novo?”

“Ou ela não está vindo,” Asher respondeu secamente. Ele se recostou contra um marco de pedra, braços cruzados, seu olhar escuro fixo adiante. “O que é muito mais provável.”

Alaric franziu a testa. “Mas ela prometeu.”

Asher lhe lançou um olhar. “E você acha que rainhas não são capazes de quebrar promessas?”

Griffin soltou um suspiro, passando a mão pelo cabelo agora comprido. “Vamos dar um desconto para ela. Provavelmente está lidando com aquele Fae estranho de ontem à noite. Ela virá.”

Asher bufou. “Vocês são todos muito otimistas.”

“E você é tão pessimista,” Griffin retrucou.

Violeta não disse nada.

Seus lábios estavam firmemente pressionados enquanto ela olhava para o campo vazio. Os Fae deveriam cumprir promessas, e ainda assim sua própria mãe, a rainha, falhava nisso.

Violeta endireitou os ombros, ignorando a dor no peito. Ela finalmente disse, “Está tudo bem. Com ou sem ela, eu ainda posso treinar.”

Asher virou a cabeça lentamente para ela. Sua sobrancelha levantou. “Sim,” disse secamente. “Treine-se para um julgamento onde todo mundo espera que você falhe e morra.”

“Isso não ajuda, Asher,” Griffin murmurou.

“É honesto,” Asher retrucou, então suavizou seu tom ao olhar para Violeta. “Não estou dizendo que você não pode vencer. Estou dizendo que isso não é um jogo, meu amor.”

Violeta abriu a boca para responder—e então todos eles congelaram.

Quatro pares de sentidos aguçados se voltaram para a mesma direção ao mesmo tempo quando captaram passos.

Através da névoa que se dissipava, figuras surgiram. Primeiro vieram os guardas, depois os atendentes, depois silhuetas familiares, e no centro caminhava Rainha Seraphira—e para o choque de todos, Rainha Annequin.

Rainha Seraphira não estava vestida para cerimônia hoje. Ela usava couro ajustado por baixo de vestes externas esvoaçantes, seu cabelo preso, sua expressão focada.

Atrás dela vinha Lila, Rhara conspicuamente ausente, e uma pequena escolta de Fae cujos olhos varriam o campo com alerta.

Roman soltou um assobio baixo. “Bem,” murmurou. “Eu me enganei.”

Griffin pareceu impressionado.

Asher, claro, não disse nada.

A rainha parou a poucos passos de distância, seu olhar varrendo sobre sua filha, reconhecendo-a antes de cair sobre o grupo.

“Sua Majestade,” todos os quatro inclinaram suas cabeças.

“É fascinante,” ela disse friamente, “descobrir que sou o assunto de um debate tão animado tão cedo pela manhã.”

Sim. Ela ouviu eles falando sobre ela.

Alaric tentou explicar. “Nós estávamos apenas—”

Seraphira sorriu. “Relaxe. Eu acho divertido.” Ela bateu as mãos. “Então. Se já terminaram de especular sobre a minha confiabilidade, podemos começar?”

Enquanto os outros começavam a trabalhar, a rainha estendeu a mão e puxou sua filha para um abraço firme, um braço envolvendo os ombros de Violeta e o outro pressionando-a junto a si.

“Como você está se saindo?” Seraphira perguntou calmamente, sua voz baixa para que apenas Violeta ouvisse.

Violeta se enrijeceu por meio segundo, depois relaxou em seus braços. “Estou bem”, respondeu. Era a verdade—na maior parte.

Seraphira se afastou apenas o suficiente para estudar seu rosto. “Desculpe por ter deixado a celebração tão abruptamente. Mas estou aqui agora.”

Violeta assentiu, depois franziu a testa. Seu olhar deslizou além de sua mãe em direção à figura familiar e muito indesejável que estava a uma curta distância.

Annequin, Rainha de Astaria, levantou dois dedos em um aceno preguiçoso.

O maxilar de Violeta se apertou. Ela olhou de volta para sua mãe. “O que ela está fazendo aqui?” perguntou, com um tom cuidadoso, mas tenso.

Seraphira seguiu seu olhar. “Annequin ficará por um tempo.”

Violeta piscou. “O quê?” A palavra saiu mais alta do que pretendia. “Mas por quê? Você nem confia—”

Seraphira colocou a mão no braço de Violeta, interrompendo-a. “Nós discutiremos isso mais tarde.”

Violeta engoliu seco, a frustração queimando em seu peito.

“Por enquanto,”, continuou a rainha, “seu foco é o treinamento. A Ascensão se aproxima, e distrações não vão te ajudar. E talvez a Rainha Annequin tenha uma ou duas técnicas que valham a pena aprender.”

O sorriso de Annequin se alargou. Ela deu um passo à frente apenas o suficiente para ser irritante. “Oh, eu tenho muito mais do que isso. Tenho muito a ensinar à filhote.”

Violeta reagiu, mostrando os dentes para a rainha irritante. O ar ao seu redor parecia tenso, o poder se agitando perigosamente perto da superfície.

Mas Annequin apenas riu suavemente, claramente satisfeita.

“Violeta,” disse Seraphira, sua voz calma mas com um toque de comando.

Violeta se forçou a respirar. Lentamente controlou seu temperamento. Ela desviou o olhar de Annequin, com o maxilar tenso, obviamente ainda irritada.

Annequin disse, “Isso vai ser divertido.”

Violeta deliberadamente virou as costas para Annequin e focou em sua mãe em vez disso.

Ao redor delas, os Fae se moviam, montando um estranho dispositivo cristalino. Havia runas escritas ao redor dele que ela não conseguia ler, incluindo no suporte de metal em que estava colocado. Tudo aquilo lembrava Violeta de uma bola de cristal que as bruxas usavam para sua magia.

Violeta perguntou, “O que eles estão fazendo?”

Seraphira seguiu seu olhar. “Estão montando a cúpula.”

“O dispositivo é um sintonizador,” Seraphira explicou. “Foi desenhado para chamar a magia à superfície.”

Os ombros de Violeta se tensionaram. “Então vai puxar meu poder para fora.”

“Não,” corrigiu Seraphira gentilmente. “Vai atrair sua consciência para ele. Sua magia já está lá, Violeta—talvez enterrada e entrelaçada entre o que você é—mas a cúpula a desenrola uma de cada vez ao amplificar a ressonância.”

Seraphira continuou. “Pense nisso como um diapasão. Quando você colocar suas mãos nele, sua magia se reconhecerá. Ela surgirá porque quer, não porque está sendo arrastada para fora.”

Violeta engoliu seco. “E se não surgir?”

Seraphira se endireitou e encontrou seu olhar. “Não há espaço para dúvidas agora, Violeta. Você é quem você é. E isso é uma princesa poderosa. Eu sei disso.”

Violeta encarou sua mãe, sem palavras diante da confiança que ela tinha nela.

“E o que há com os guardas?” Violeta observou.

Seraphira sorriu. “Você nunca sabe o que pode invocar. Caso você rasgue através de outra dimensão, deve haver força suficiente para lidar com isso.”

“Além disso…”, o olhar da rainha se estreitou desta vez, “há uma rainha e sua filha em um espaço aberto, e vulneráveis. Você nunca sabe o que pode acontecer.”

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