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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 757

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Capítulo 757: Não Corteje a Princesa

Lucien foi convocado para a sala do trono cedo naquela manhã.

A hora foi escolhida de propósito, pouco antes da luz pálida filtrar-se pelas altas janelas e anunciar o amanhecer de um novo dia. Assim, ela tinha tempo para o treinamento de sua filha.

A Rainha Seraphira não havia recebido Lucien na noite anterior porque sua reunião com Annequin tinha se prolongado e foi tensa, mas isso não significava que a questão havia sido esquecida.

Agora Lucien estava diante do estrado.

A Rainha Seraphira estava sentada em seu trono, sua postura composta e sua expressão ilegível. No extremo oposto do estrado, Lila e Rhara montavam guarda, silenciosas como estátuas.

Seraphira olhou para ele. “Você sabe por que está aqui, príncipe Lucien.”

Lucien inclinou a cabeça educadamente. “Eu tenho uma suspeita, Sua Majestade, mas posso estar enganado e prefiro ouvir de você.”

Os dedos da rainha apertaram-se ligeiramente ao redor do braço de seu trono. “Você mostrou interesse na minha filha.”

Lucien não hesitou. “Sim.”

A franqueza de sua resposta fez sua sobrancelha levantar-se de surpresa. Pelo menos ele estava sendo honesto. Mas essa confiança também era um problema.

Lucien disse a ela. “Eu admiro a Princesa Violeta. Seu poder, sua vontade e sua presença. Eu seria um tolo se negasse isso.”

O olhar de Seraphira se estreitou. “Mesmo sabendo que ela já está acasalada? Três laços confirmados, e se a deusa permitir, um quarto em breve?”

A expressão de Lucien permaneceu calma. “Eu não me importo.”

As palavras pousaram pesadamente.

“Você não se importa,” repetiu a rainha.

“Não,” disse Lucien. “Se a Princesa Violeta me acolher no harém dela, eu consideraria uma honra.”

Seraphira o estudou de perto.

“E se ela não te quiser?” ela perguntou. “Por que você se submeteria—e a ela—a tal destino?”

Lucien levantou o queixo. “Porque eu sou o último dos peryton.”

A rainha franziu a testa.

Ele continuou. “Meu tipo está morrendo. Mas Violeta é poderosa e forte além da medida. Uma união como a nossa poderia produzir herdeiros capazes de reviver meu povo.”

Os olhos de Seraphira endureceram. “Então você busca minha filha pelos filhos que ela pode te dar.”

Lucien encontrou seu olhar. “É uma união lucrativa. E mais do que isso—Princesa Violeta não foi criada entre os Fae Livres. Ela ainda não pertence completamente ao nosso povo. Se ela se unisse a mim, eu poderia ajudá-la a governar, guiá-la e ensiná-la nossos costumes. Ela estaria melhor posicionada entre os seus.”

Enquanto Lucien falava, calmo e articulado, a Rainha Seraphira sentiu um frio familiar subir por seus ossos. Isso era uma repetição de seu próprio destino. Exceto que era sua própria mãe sentada ali e selando seu próprio destino.

“Essas foram as mesmas promessas que o Barão fez à minha mãe, antes de amarrar minha vida à dele.” Seraphira disse, sua mente distante.

Lucien enrijeceu. “Eu não sou o Barão.”

“Não,” concordou a rainha. “Você não é.”

Ela então se inclinou para frente, sua presença preenchendo a sala. “Mas uma coisa permanece constante, Príncipe Lucien. Mudança. O tempo muda as pessoas. E o poder corrompe a intenção.”

Ela se levantou de seu trono.

“Você considerou o que Violet escolhendo você faria com seus companheiros acasalados?” Seraphira exigiu. “Você alega respeitar os laços dos Fae Livres, mas você desconsideraria um entre o tipo-lobo—como se fosse inferior.”

Sua voz subiu, trovejante agora.

“É uma abominação interferir em um laço abençoado. Não importa a razão.”

O maxilar de Lucien se contraiu.

“Eu não sou minha mãe,” Seraphira continuou, fogo ardendo em seus olhos. “E eu não sujeitarei minha filha ao mesmo destino. Eu não trocarei sua liberdade por promessas que levariam à sua ruína.”

Ela apontou para ele.

“Você pode cortejar qualquer Fae poderoso neste reino, Príncipe Lucien, mas não minha filha.

Se eu ouvir sequer um sussurro de que você está cortejando a Princesa Violeta novamente,” disse Seraphira, sua voz mortalmente fria, “as consequências serão terríveis.”

O rosto de Lucien ficou vermelho de fúria contida, mas ele se curvou profundamente. “Como você ordenar, Sua Majestade.”

“Pode se retirar.”

Lucien se endireitou, seus olhos brevemente se encontrando com os de Rhara em uma carranca antes de ele se virar e sair da sala do trono.

A Rainha Seraphira observou Lucien até que as pesadas portas se fechassem atrás dele, só então permitiu que a tensão em seus ombros relaxasse um pouco.

A sala do trono parecia mais fria agora, mas Seraphira retornou ao seu trono, e sentou-se com graça. Por um longo momento, ela não disse nada. Então seu olhar se deslocou para sua direita.

“Diga-me, Rhara,” Seraphira perguntou. “O que você acha da proposta do Príncipe Lucien?”

Rhara se enrijeceu. A pergunta era inocente, mas carregava peso.

Ela engoliu antes de responder.

“Lucien foi rude,” ela disse cuidadosamente. “Tentar interferir em um vínculo de companheiro é desrespeitoso.”

Seraphira acenou uma vez, encorajando-a a continuar.

Rhara hesitou, então acrescentou, “No entanto, ele não está totalmente errado. A Princesa Violeta ainda é uma estranha neste lugar. Os Fae Livres ainda não a conhecem. Seria útil para ela ter alguém deste reino ao seu lado. Alguém para manter as coisas unidas politicamente.”

A rainha permaneceu em silêncio.

Rhara tomou isso como permissão para continuar. “Ela nem precisa se casar com ele. Ela poderia simplesmente mantê-lo por perto e produzir um herdeiro que seria criado entre os Fae Livres. Isso garantiria seu futuro e o de nosso povo.”

Seraphira inclinou a cabeça. “Belas palavras.”

Alívio passou pelo rosto de Rhara—somente para desaparecer quando a rainha falou novamente.

“É por isso que você tentou convencer o Príncipe Lucien a perseguir minha filha?”

O ar ficou parado.

A boca de Rhara se abriu. “Sua Majestade, eu—”

“Você pode responder honestamente,” disse Seraphira. “Ou não responder de forma alguma.”

Os ombros de Rhara cederam. Ela deu um passo à frente, então caiu de joelhos, pressionando sua testa contra o chão.

“Sim, eu fiz,” ela sussurrou. “Mas eu juro que nunca foi para ganho pessoal.”

Seraphira levantou-se lentamente de seu trono.

“Eu te avisei,” ela disse, sua voz fria. “Eu te disse para não interferir na vida amorosa da minha filha.”

Rhara levantou a cabeça, lágrimas escorrendo pelo rosto. “Por favor, Sua Majestade. Tudo o que fiz foi pelos Fae Livres. Pelo reino.”

“Eu sou o seu reino,” Seraphira disse incisivamente, de pé na frente dela. “E assim é minha filha.”

Rhara tremeu. “Por favor—”

“Basta,” disse Seraphira.

Ela se virou. “A partir deste momento, você está destituída de sua posição ao meu lado. Você não servirá mais como minha assistente ou conselheira.”

Rhara engasgou. “Sua Majestade, por favor, reconsidere—”

“Está feito,” disse Seraphira com um tom de finalização.

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