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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 73

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  3. Capítulo 73 - 73 Bela Memória 73 Bela Memória Roman você tem que parar com
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73: Bela Memória 73: Bela Memória “Roman, você tem que parar com isso. Confie em mim, você não sabe o que está fazendo, e ela também não. Você está sob o controle dela, não é isso que você quer,” a voz de Alaric era implorante enquanto tentava puxar seu irmão cardeal de volta da beira.

Mas suas palavras pareciam cair em ouvidos surdos, pois o foco de Roman estava inteiramente trancado em Violeta, que se pressionava contra ele, seu peito alinhado ao dele. E para piorar, Roman, hipnotizado, alcançou por trás dela para desabotoar seu sutiã.

Oh, inferno não. Isso não vai acontecer. Não enquanto eu estiver de olho.

Alaric agiu rapidamente, agarrando Roman pelo braço e puxando-o para longe de Violeta. Por um breve momento, ele conseguiu separá-los, mas o olhar que Roman lhe lançou fez o coração de Alaric saltar.

Dizem para nunca arrancar a presa das mandíbulas de um leão, e Alaric tinha feito exatamente isso.

O rosto de Roman contorceu-se de fúria, seus traços torcendo-se em algo mais besta do que humano. Um rugido gutural escapou de sua garganta enquanto seus olhos se estreitavam como os de uma cobra, sua língua se bifurcava e escamas cresciam por seus braços, espalhando-se para o seu pescoço enquanto ele meio se transformava em uma forma serpentina.

“Roman, não—” Alaric começou, mas já era tarde demais. As intenções de Roman estavam claras quando ele cuspiu uma grossa baba de veneno diretamente nele.

Alaric conseguiu desviar, mas não o suficiente. O veneno acertou seu rosto, e dentro de segundos, seu corpo tensionou, um gemido agudo escapando de seus lábios enquanto ele colapsava no chão.

Alaric estava paralisado, seus membros se recusando a cooperar, embora o propósito do veneno não fosse fatal. Roman, mesmo neste estado selvagem, sabia melhor do que prejudicar um irmão cardeal além da incapacitação. Ainda assim, o veneno queimava como fogo do inferno enquanto corria pelas veias de Alaric.

Ajudante, Alaric só podia assistir Roman voltar para Violeta, que ansiosamente o puxou para seu abraço com excitação.

Tanto fez tentar pará-los, Alaric pensou amargamente, a frustração efervescendo dentro dele enquanto observava a cena se desenrolar.

Com mãos ágeis, Roman desabotoou o sutiã de Violeta e o jogou de lado, o tecido rendado pousando de forma zombeteira perto de sua cabeça. O perfume intoxicante do aroma natural de Violeta encheu suas narinas, fazendo-o gemer tanto de frustração quanto de arrependimento. A ironia não lhe escapava, se ele tivesse posto de lado seu autocontrole mais cedo, teria sido ele no lugar de Roman.

Não. Ele não podia pensar dessa forma. Alaric sacudiu o pensamento da melhor forma que pôde, apesar de sua incapacitação.

Violeta não sabe o que está fazendo. Isso não é culpa dela. Ele fez a coisa certa. Mas era quase impossível acreditar nessas palavras, não quando os suspiros e gemidos de Violeta preenchiam o ar enquanto Roman a dava prazer, cada som perfurando-o como uma lâmina.

As mãos de Roman percorriam o corpo de Violeta, sua boca encontrando os seios dela expostos. Alaric cerrava os punhos, as unhas cavando em suas palmas enquanto lutava contra a mordida do veneno. Lá no fundo —uma parte escura e vergonhosa — doía com ciúmes e desejo enquanto observava Roman provocar e adorar o corpo dela com uma intensidade que o sacudia até o âmago.

“Droga,” Alaric gemeu com os dentes cerrados. Mesmo com o veneno de Roman percorrendo seu sangue, uma parte dele permanecia inalterada, em pé firme e atenção total em resposta à cena diante dele.

Os gemidos de Violeta apenas se intensificavam à medida que Roman o filho de uma bolacha provocava, lambia, amassava e sugava os sensíveis seios dela, sua língua dedicando atenção a cada centímetro dela.

Ele deveria ter fechado seus olhos e bloqueado tudo, mas Alaric não conseguia. Não, ele não queria. Porque a verdade era que ele estava tão hipnotizado quanto Roman estava. Ao contrário dele, Roman era o único se divertindo.

Quando Roman términou, era óbvio que Violeta estava pronta para ser tomada.

Era a hora.

Um temor preencheu Alaric. Onde estavam os outros quando você precisava deles. Contudo, para seu alívio, parecia que Roman ainda não estava pronto para reivindicar seu prêmio e ainda tinha outras ideias em mente.

Ele cuidadosamente a posicionou de costas em cima de uma mesa. A beira da mesa, contudo, não a apoiava completamente; seu pescoço pendia levemente para o lado, seu olhar encontrando acidentalmente o de Alaric. Em seus olhos, Alaric viu uma necessidade fervorosa e selvagem, um olhar de total rendição ao que Roman planejara, impulsionada pelo desejo esmagador.

O coração de Alaric acelerou ao perceber as intenções de Roman, especialmente quando ele se virou, permitindo que as calcinhas de Violeta se juntassem ao sutiã no chão. O intenso cheiro do desejo dela preencheu o ar, atingindo Alaric com uma onda de seu próprio desejo não solicitado. Ele gemeu internamente, preso entre seus instintos e a cena desenrolando diante dele, atormentado pela demonstração erótica e incapaz de desviar o olhar.

Conforme Roman afastava mais as pernas de Violeta, Alaric não pôde deixar de notar a reação dela, a forma como sua boca se abriu num pequeno e agudo suspiro, e seus olhos dourados se arregalaram com surpresa e prazer emergente.

Observando de seu ponto de vantagem, Alaric se viu inesperadamente cativado pelo jogo de emoções no rosto de Violeta, enquanto Roman habilmente extraía dela gemidos.

Cada vez que Roman alterava seu ritmo, a boca de Violeta formava um “O” perfeito, seus olhos tremulando fechados enquanto ondas de prazer pareciam arrastá-la. Sua respiração se tornava rápida, seu peito e seios se elevando com cada sopro. Seus dedos não conseguiam evitar se embrenhar em seu cabelo, puxando levemente com frustração e êxtase.

Os sons que ela fazia —os moans, sussurros, gritinhos e suspiros — se fundiam ao silêncio do quarto, criando uma sinfonia de desejo que Alaric sentia ressoar dentro de si.

Ele estava hipnotizado pela expressão eufórica que pintava suas feições quando ela atingia o clímax; seu rosto estava banhado de felicidade, seu corpo por um momento relaxado após o intenso prazer.

Enquanto ela jazia ali, atordoada e bellamente saciada, Alaric percebeu que estava presenciando um raro momento de vulnerabilidade e beleza crua. Naquele instante, ele pensou que Violeta poderia ser a mulher mais encantadora que ele já tinha visto, suas expressões gravando-se de maneira indelével em sua memória.

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