Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 72
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- Capítulo 72 - 72 Sedutora Natural 72 Sedutora Natural ~ Roman ~
72: Sedutora Natural 72: Sedutora Natural ~ Roman ~
Roman Draven falava um idioma fluentemente: a linguagem universal do amor. Ele adorava mulheres, e por que não? Mulheres eram a perfeição encarnada – suas curvas suaves e firmes eram uma tentação divina. Seus seios, duas porções perfeitas, imploravam por serem acariciados, massageados e sugados até que seus doces gemidos enchessem o ar, uma sinfonia só para ele.
E então havia o bumbum, duas metades irresistíveis e deliciosas feitas para as suas mãos – para serem batidas, agarradas e amassadas até que se contentasse. Mas o tesouro supremo, a peça de resistência, era a parte mais doce de todas – a buceta delas. Para Roman, não havia ambrosia mais fina do que os sucos que ele podia degustar enquanto sua língua adorava o clitóris sensível delas.
Para ele, as mulheres eram o maior presente de Deus, tesouros que mereciam ser valorizados, adorados e satisfeitos além da medida.
No entanto, havia algo que despertava uma raiva profunda e fervilhante dentro de Roman, e eram homens que procuravam machucar mulheres da maneira mais vil e degradante imaginável. Para Roman, isso era um crime imperdoável.
Por que recorrer à violência quando havia inúmeras maneiras de conquistar uma mulher? Você poderia escrever cartas apaixonadas, do tipo que a faziam sorrir só de pensar em você.
Você poderia surpreendê-la com flores, cada pétala um símbolo da sua admiração. Você poderia serenatá-la com canções românticas, mesmo que sua voz não fosse perfeita – o esforço importava mais do que a habilidade. Para os ousados, você poderia dar a ela um gostinho do prazer que ela estava perdendo, deixando-a desejar mais e voluntariamente.
Havia infinitos caminhos para o coração dela, para ganhar seu afeto. Com todas essas opções, por que alguém escolheria a crueldade? Roman não podia entender isso, nem podia tolerar.
Homens que machucavam mulheres, que usavam medo e força em vez de charme e respeito, eram os mais baixos na sua visão. Ele os desprezava completamente e fez disso sua missão não declarada de proteger as mulheres desses monstros sempre que pudesse.
Os olhos de Roman ardiam de raiva ao observar a cena diante dele, seu maxilar tensionado pelo que ele considerava ser evidência inegável de Alaric se forçando sobre Violeta. Ele não conseguia entender tal traição, especialmente vindo de um Alfa Cardinal companheiro. O chamado desesperado de Violeta por ajuda – cheio de falso desespero, desconhecido por ele – apenas solidificava o pressuposto errado em sua mente.
“Chame o Asher,” Roman ordenou a seu beta asperamente, sua voz carregada de fúria mal contida. Seu beta, embora igualmente atônito, saiu de seu transe e rapidamente saiu da sala, fechando a porta atrás de si.
Os passos de Roman eram pesados enquanto ele avançava em direção a Alaric, seus punhos cerrados de raiva. Alaric, que imediatamente reconheceu o mal-entendido pelo olhar tempestuoso nos olhos de Roman, levantou as mãos em uma tentativa fútil de acalmá-lo. “Não, não é o que você está pensando!” ele disse desesperadamente.
Mas Roman não estava ouvindo. A névoa vermelha da raiva nublava seu julgamento, e sem hesitação, ele desferiu o punho. O soco atingiu em cheio o rosto de Alaric, fazendo-o cambalear para trás, momentaneamente atordoado. Violeta, libertada do agarro de Alaric, ficou de lado, observando a cena se desenrolar com uma estranha expressão de satisfação.
Roman não tinha terminado. Ele agarrou Alaric pela gola e desferiu outro soco, a força reverberando pelo cômodo.
Alaric se contorceu, tentando se proteger. “Roman, pare!” ele implorou, mas suas palavras foram ignoradas enquanto Roman recuava o punho para um terceiro golpe.
Antes que o golpe pudesse atingir, um toque suave nas costas de Roman o congelou no lugar. Era Violeta. Sua mão, quente e suave, parecia dissolver a tensão que o havia consumido. Lentamente, ele se virou para encará-la, sua raiva derretendo como neve sob o sol.
Com um sorriso encantado, Violeta segurou o rosto de Roman em suas mãos. Seu olhar era suave, mas inquietante, e antes que Roman pudesse registrar o que estava acontecendo, ela o puxou para baixo e o beijou.
Seus lábios se moviam contra os dele com fome, uma mistura intoxicante de doçura e fogo que deixou Roman completamente desarmado. Por um breve momento, ele esqueceu sua raiva, perdido na paixão inesperada do beijo.
Oh meu Deus. Pensou Alaric enquanto segurava seu maxilar latejante, olhando em choque e descrença. A situação tinha saído completamente de controle, além do que ele poderia pensar ou controlar.
Ele achou que Violeta estava ardendo só por ele, mas parece que o que quer que estivesse acontecendo com ela não tinha discriminação. Ela queria um parceiro que lhe desse exatamente o que ela queria. Merda. Merda. Merda. Eles estavam perdidos.
Roman sempre se orgulhou de ser impulsivo, mas isso era diferente. Ao contrário de Alaric, cujo autocontrole se mantinha firme mesmo diante de tamanha doce tentação, Roman não tinha nenhum, especialmente agora.
No momento em que os lábios de Violeta tocaram os seus, o mundo deixou de existir. Ela o beijou com tal paixão desenfreada, uma sedutora nata de repente desperta, que obliterou qualquer pensamento racional em sua mente.
Seus lábios se moviam contra os dele com uma fome que correspondia à sua própria, e ele estava impotente para resistir. O calor entre eles era elétrico, queimando seus sentidos. Suas grandes mãos encontraram seu caminho até a cintura dela, agarrando-a firmemente enquanto ele aprofundava o beijo, colando o corpo dela ao seu. Cada som, cada sensação o impulsionava ainda mais para o vórtice de desejo que ela criava.
Roman agiu sem hesitar, levantando-a com facilidade e colocando-a sobre a mesa enquanto suas bocas permaneciam trancadas. Ele a beijou com fervor, como se sua própria existência dependesse disso. Seus dedos se cravaram em seus quadris, segurando-a firme enquanto ele começava a movê-la contra ele.
Um som grave roncou de sua garganta enquanto sua ereção pressionava contra ela, o atrito o enlouquecendo. O contorno de sua excitação pulsante estava claro como o dia, fazendo pressão contra o tecido de suas calças enquanto ele a balançava contra ele com intensidade crescente. Violeta gemia em sua boca, suas mãos entrelaçando em seu cabelo e puxando-o ainda mais para perto.
Suas línguas se entrelaçavam numa dança ardente, o beijo se tornando mais quente a cada segundo. A mente de Roman estava turva, consumida inteiramente pelo toque de suas curvas suaves contra ele, pelo sabor de seus lábios, e pelo calor intoxicante de seu corpo. Ele estava perdido, completamente perdido, nela.
A sala de aula estava cheia de seus gemidos e grunhidos, crus e sem filtros, enquanto Roman e Violeta se entregavam a essa loucura entre eles. Seus corpos se moviam num ritmo desesperado, se agarrando como se fossem os únicos no universo. Alaric ficou paralisado, seu rosto corado de uma mistura de constrangimento, raiva e algo que ele não queria nomear.
Pela maneira como as mãos de Roman seguravam os quadris de Violeta e como ela se arqueava para ele, estava claro para Alaric que se ele não intervisse, Roman logo dobraria Violeta sobre a mesa e a foderia sem sentido. Exceto que era exatamente isso que Violeta queria e ele não poderia deixar isso acontecer.