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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 67

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  3. Capítulo 67 - 67 Não Como o Griffin 67 Não Como o Griffin Violeta se
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67: Não Como o Griffin 67: Não Como o Griffin Violeta se endireitou bruscamente, empurrando-se para longe dele tão abruptamente que parecia ter sido queimada. Sua mente atordoada tentava fazer sentido do que havia acontecido. A última coisa que lembrava era lutar para ficar acordada durante a aula e… Ah.

Olhando em volta, Violeta percebeu constrangida que as aulas já haviam terminado há tempos e que ela tinha dormido todo esse tempo. Os deuses sabiam quantas aulas ela perdeu desde então.

Ela lançou um olhar para Alaric, que a observava com uma expressão que parecia esperar gratidão.

“Isso não vai acontecer, cara”, disse Violeta secamente. Então, seus olhos caíram sobre a jaqueta dele, onde uma pequena mancha brilhava fracamente. Seu estômago virou de mortificação. “Uh… desculpe pela baba. Apenas a baba.” Ela enfatizou.

Alaric permaneceu em silêncio, seu olhar penetrante fixo nela como se tentasse decifrar o funcionamento interno de sua mente. O silêncio dele a deixava nervosa, e ela sentia o calor subindo em suas bochechas.

Annojada e envergonhada, Violeta levantou-se abruptamente, determinada a deixar para trás a situação constrangedora. Mas antes que pudesse dar um passo, a mão de Alaric disparou, agarrando firmemente seu braço, e a guiou de volta para o seu lugar.

“Qual o significado disso?” Violeta disse irritada, olhando-o fixamente.

“Temos assuntos inacabados”, Alaric disse com uma voz calma, mas inflexível. “Eu acredito que você estava prestes a me contar sobre um certo sonho?”

Violeta franziu a testa, balançando a cabeça. “De jeito nenhum. Não há nada para contar.”

“Tudo bem”, Alaric disse, recostando-se levemente. Seu tom tornou-se mais agudo, carregado de desafio. “Faremos da maneira difícil, então. Mas você vai descobrir que, ao contrário de Griffin, a quem você pode manipular emocionalmente com suas lágrimas, esse tipo de truque não funciona comigo.”

O queixo de Violeta caiu. Ele *sabia.* Seu coração acelerou, suas bochechas queimando com uma humilhação fresca enquanto ela se lembrava do incidente com Griffin. Enquanto suas lágrimas podem ter começado como um artifício com Griffin, elas se tornaram genuínas no final. Não que o príncipe do relâmpago jamais entenderia isso.

Sua respiração parou enquanto Alaric começava a tirar suas luvas. Quando suas mãos nuas finalmente foram expostas, faíscas de relâmpago crepitavam entre seus dedos, dançando como fios de energia pura.

O ar ao redor deles parecia carregar, ficando pesado com tensão. A garganta de Violeta apertou enquanto ela o observava manipular as correntes elétricas com facilidade, os fios de luz tecendo e estalando como se fossem uma coisa viva sob seu controle.

Violeta observava, sua respiração superficial, tanto hipnotizada quanto alarmada. “O que diabos você está fazendo?” ela exigiu, sua voz tremendo levemente apesar da tentativa de soar forte. Sem medo.

Alaric estendeu um fio de eletricidade, puxando-o de sua palma como se fosse uma coisa viva, respirando. O fio de relâmpago torcia e enrolava como uma serpente, zumbindo fracamente com energia pura. Seu brilho azul pálido lançava sombras sinistras em seus traços angulosos, fazendo-o parecer perigoso.

A respiração de Violeta ficou presa, e ela estremeceu levemente quando o fio se aproximou, a estática no ar eriçando os finos pelos de seus braços. Seus olhos dourados saltavam do relâmpago para o rosto de Alaric, apenas para encontrar o olhar dele levemente embaçado, sua atenção aparentemente concentrada na corrente dançante em sua mão.

“Você sabe o que a eletricidade faz ao corpo humano, Violeta Roxa?” ele perguntou, sua voz propositalmente baixa, cada palavra caindo como uma pedra pesada. O tom lento e perigoso fez seu estômago revirar.

Violeta engoliu, incapaz de falar, enquanto ele continuava, seu foco ainda no relâmpago.

“Ela viaja através do corpo em velocidades que você nem pode compreender”, ele disse, seu tom suave, mas impregnado de ameaça. “Os nervos? São os primeiros a ir—fritos instantaneamente. Receptores de dor? Sobrecarregados antes que possa até gritar.”

O fio de relâmpago se aproximou ainda mais, crepitando de forma sinistra no ar carregado entre eles. Violeta se encolheu levemente, suas costas pressionando contra a cadeira.

“E o coração”, Alaric continuou, seu tom friamente clínico, “não é feito para lidar com esse tipo de choque. Ele se contrai. Para. Um humano tem… segundos. Talvez um minuto. Mas um lobisomem?” Ele deu de ombros levemente, como se estivesse discutindo o tempo. “Nós temos mais chances de sobreviver. Por quê? Nossos corpos se curam. O seu não.”

O peito de Violeta se apertou. Ela pensou duro, tentando determinar se Alaric era realmente capaz de realizar tal ameaça ou se isso era apenas mais um de seus jogos perversos que os alfas eram bons em jogar.

Mas então, sua expressão não revelava nada, seus olhos azuis pálidos frios e distantes, como se ele estivesse apenas relatando fatos.

Como se para cumprir sua ameaça, o fio de relâmpago flutuou mais perto, seu brilho refletido em seus olhos grandes e temerosos. O olhar de Alaric mudou para ela então, o gelo em seus olhos derretendo ligeiramente enquanto ele focava totalmente nela. “Agora,” ele disse, sua voz um comando suave e calmo. “Me conte sobre o sonho. Tudo.”

Suas mãos se fecharam em punhos ao seu lado, e por um breve momento, Violeta considerou mandá-lo se foder. Por que ele estava tão interessado no sonho? Mas o suave zumbido da eletricidade, o ardor afiado do calor no ar, e a intensidade fria no olhar de Alaric lhe disseram o contrário.

Ela engoliu e desabafou, “Certo! Eu vou te contar!”

Alaric pareceu satisfeito com a resposta, recuando o relâmpago para sua mão, onde desapareceu com um estalo silencioso. Ele se recostou na cadeira, cruzando os braços sobre o peito, seu semblante convencido.

“Boa escolha, Violeta”, ele disse, sua voz ainda carregando aquela borda de advertência. “Agora, comece a falar.”

Violeta fixou Alaric com um olhar tão intenso que parecia estar tentando furar um buraco direto através de sua cabeça. Beleza, se ele queria invadir seu sonho particular, ela contaria tudo.

Respirando fundo, ela começou, “É verdade. Eu sonhei com Asher. Ele—”
“Espere.” Alaric a interrompeu bruscamente. “O que levou ao sonho? Foi uma de suas manipulações mentais, ou você o conjurou por conta própria?”

“Eu não sei.” Violeta hesitou, “Não consigo dizer exatamente, especialmente depois que ele…” Ela parou abruptamente, percebendo que já havia revelado demais.

O olhar aguçado de Alaric não perdeu nada. Seu tom tornou-se mais firme, pressionando-a, “Depois que ele fez o quê, Violeta?”

Seu coração começou a acelerar, a memória brilhando vividamente em sua mente enquanto um calor subia involuntariamente dentro dela. Engolindo em seco, Violeta admitiu, “Ele me pegou tentando escapar da academia… e então ele me puniu.”

Alaric se inclinou ligeiramente para frente, sua voz mais baixa, uma mistura de curiosidade e algo quase simpático. “E como exatamente ele te puniu?”

A respiração de Violeta falhou, as palmas das mãos úmidas enquanto ela lutava para suprimir o calor que aumentava.

Sua voz vacilou enquanto ela confessava, “Ele… ele me deu palmadas… até eu… desejá-lo.”

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