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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 59

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  3. Capítulo 59 - 59 Queime pelo seu Rei 59 Queime pelo seu Rei Ela não vai
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59: Queime pelo seu Rei 59: Queime pelo seu Rei “Ela não vai dizer. Ela não vai dizer,” Violeta repetia as palavras na sua cabeça como um mantra sombrio.

Mas quando outro tapa pousou em seu bumbum já sensível, um som de dor e prazer escapou dos seus lábios, e Violeta não conseguiu mais segurar.

“Tudo bem! Me desculpe por ter te abandonado, meu rei!” ela finalmente capitulou, sua voz carregando um tom de derrota.

Um sorriso vitorioso iluminou o rosto de Asher, brilhante e arrogante. Lá estava. As palavras que ele havia esperado. Ela finalmente admitiu que ele era o rei dela.

Com uma ternura que contrastava fortemente com suas ações anteriores, ele começou a massagear suas bochechas avermelhadas. Sua voz suavizou enquanto murmurava, “Diga mais uma vez, Violeta. Quero ouvir essas palavras novamente.”

Com as bochechas em chamas de humilhação, Violeta não teve escolha senão obedecer. “Me desculpe por tentar te deixar, meu rei,” ela repetiu vazia.

Afinal, eram apenas palavras. Dizer e significar eram duas coisas diferentes. Agora, tudo o que Violeta queria era escapar dessa provação humilhante. Já tinha durado tempo suficiente.

O peito de Asher parecia inchar de orgulho, seus olhos brilhando com uma mistura caótica de emoções. Então, com uma lentidão deliberada, ele se inclinou e pressionou um beijo prolongado em uma de suas bochechas doloridas.

Violeta congelou, sua mente lutando para processar o que acabara de acontecer. O toque de Asher, embora apaixonado, carregava uma reivindicação inegável de possessão que borrava as linhas entre afeto e obsessão. Se é que isso poderia sequer ser chamado de afeto.

No entanto, contra seu melhor julgamento, ela não pôde negar o arrepio que percorreu seu corpo quando os lábios dele deslizaram delicadamente sobre sua pele. Uma sensação pulsante profunda começou a agitar-se baixo em seu ventre.

“Asher…” a voz de Violeta tremia, presa entre mandá-lo parar e desafiá-lo a continuar. Ela odiava o modo como seu corpo a traía, odiava o modo como o toque dele acendia sensações que ela não estava pronta para enfrentar.

Asher finalmente levantou a cabeça, seus olhos escurecidos fixando nos dela. A intensidade de seu olhar fez com que ela prendesse a respiração, seu olhar ardente.

“Você não sabe como está linda agora, minha pequena roxa,” ele disse com sua voz sedosa e suave.

Ela queria rejeitar suas palavras, jogá-las de volta em seu rosto, mas elas se infiltraram sob sua pele, fazendo seu coração gaguejar apesar das barreiras que ela erguia ao redor de si mesma.

“Você está tão linda,” ele continuou, sua voz tão sedutora quanto um feitiço, “Não consigo evitar, quero te morder.” Suas palavras enviaram um arrepio pela espinha dela, pontuado pela picada aguda de seus dentes enquanto ele a mordia nas nádegas.

“Ahh!” Violeta gritou, a dor chocando seu sistema. “Que diabos, Asher?!”

Ignorando seus protestos, ele se inclinou e mordeu a outra bochecha. A primeira mordida tinha doído, pegando-a desprevenida, mas a segunda enviou uma onda intoxicante de prazer-dor por todo o seu corpo.

“Vou deixar minhas marcas em você, minha pequena rainha,” Asher murmurou baixo e possessivamente. “Para que o mundo saiba que você é minha.”

Mortificada e sobrecarregada, Violeta tapou a boca com a mão para abafar os sons que ameaçavam escapar. Ela se sentia como uma estranha em seu próprio corpo, suas respostas desconhecidas e indesejadas. Se Nancy pudesse vê-la agora, ela ficaria horrorizada com a audácia do garoto, apenas para eventualmente estalar de orgulho.

Sim. Aquela mãe louca dela definitivamente aplaudiria Asher por puni-la. Violeta rezava para que Nancy e Asher nunca se encontrassem. Isso seria um pesadelo.

“Além do seu cabelo…” Asher continuou, suas mãos amassando suas bochechas como se fossem massa, “Acho que isso está rapidamente se tornando minha parte favorita do seu corpo.” Seu olhar carregava uma selvageria que sempre a deixava sem fôlego, seja de medo ou de outra coisa completamente.

“Você terminou?” Violeta conseguiu engasgar, seu rosto queimando de humilhação. Tudo o que ela queria agora era se enrolar e desaparecer. Ela tinha falhado em escapar e agora se encontrava nessa bagunça humilhante.

“Sim, minha rainha,” Asher respondeu suavemente. Mas antes que ela pudesse sentir algum alívio, ele acrescentou, “Embora, não completamente.”

O estômago de Violeta afundou. “Você ainda vai me punir?” ela perguntou com uma voz trêmula. A ardência em sua pele ainda estava fresca, e ela não suportaria mais dor — não importa como incrivelmente boa ela pudesse ter sido.

“Não,” Asher disse com um sorriso malicioso. “Pelo contrário, vou te recompensar.”

Violeta estremeceu com suas palavras. “R-recompensar?” ela gaguejou, insegura se deveria temer ou antecipar suas intenções.

“Sim, recompensar você, minha rainha.”

Antes que ela pudesse processar suas palavras, Asher a virou sem esforço de costas. Ela suspirou com o movimento repentino, aterrissando suavemente de costas.

O olhar escurecido de Asher varreu sobre ela, suas pupilas dilatadas com desejo. A intensidade em seus olhos fez com que seu pulso acelerasse. Ele a olhava como se ela fosse uma presa, um banquete que ele estava ansioso para devorar.

A fome sombria e ardente em sua expressão fez o coração de Violeta acelerar. Esse não era um homem. Isso era algo primal, algo perigoso. E ela não conseguia dizer se queria fugir ou se render.

Asher separou as coxas de Violeta e se encaixou entre elas. Seu coração batia alto e rápido com a ação, quase afogando seus pensamentos.

Seu olhar segurava o dela inabalavelmente enquanto ele se inclinava sobre ela, a intensidade em seus olhos a ancorando ao momento.

“Você deveria me impedir agora, Violeta, porque uma vez que eu começar, não haverá como parar,” ele sussurrou, sua voz um murmúrio perigoso que ameaçava desfazê-la.

Violeta sabia que deveria ter aproveitado a oportunidade para empurrá-lo para longe; era o que ela tinha querido o tempo todo. No entanto, naquele momento, ela não conseguia se obrigar a fazê-lo. A verdade era que, apesar de tudo, Violeta ansiava por ele. Ela odiava essa fraqueza, essa queimação”]],
seu desejo ardente que não conseguia extinguir ou negar.

Seu silêncio foi toda a confirmação que Asher precisava. Ele capturou suas mãos e as prendeu acima de sua cabeça, pressionando seu corpo contra o dela até que o espaço entre eles desaparecesse, seus peitos tocando em uma conexão eletrizante. Violeta se encontrou prendendo a respiração, hiperconsciente de seu corpo, o calor emanando dele enredando seus sentidos.

Mas justo quando seus lábios estavam prestes a se tocar, Asher pausou e ordenou, “Gema alto.” Quando Violeta abriu a boca para responder, os lábios de Asher a capturaram, cortando qualquer réplica.

O mundo pareceu girar enquanto um fogo derretido se acendia em suas veias. Violeta sentia como se estivesse queimando viva, consumida por uma sensação tão intensa que beirava o elemental.

Asher a beijou com uma ferocidade que não deixava espaço para dúvidas. Ele beijava como um homem possuído, como alguém privado desse mesmo toque, e agora que ele a tinha, parecia determinado a devorá-la por completo.

Asher Nightshade tinha gosto de pecado, de destruição e caos, se tais sabores pudessem sequer быть discernidos. Era uma mistura que de alguma forma fazia sentido perfeito na névoa que turvava sua mente.

Naquele momento, Violeta percebeu que isso não era apenas uma fome física, mas algo muito mais profundo, algo irresistivelmente aterrorizante. Asher Nightshade não a tinha marcado apenas fisicamente, mas tinha reivindicado algo profundo dentro dela, um lugar ao qual ela não conseguia chegar, um lugar que ela talvez nunca quisesse que ele deixasse.

Enquanto Asher começava a se mover contra ela, Violeta se viu gemendo alto, arrebatada pela excitação avassaladora. Ela estava tão sensibilizada que até mesmo o atrito mais leve parecia suficiente para empurrá-la para o abismo.

Seu corpo queimava com um desejo tão intenso que a frustrava não poder usar suas mãos, para puxá-lo para mais perto, para eliminar qualquer espaço restante entre eles e talvez, sentir aquele membro pulsante mais diretamente.

Asher parecia sintonizado com sua necessidade crescente, mantendo seu movimento tentador, cada um enviando prazer correndo por ela.

Os gemidos de Violeta reverberavam pela sala, preenchendo o espaço com o som de seu prazer escalando. Naquele momento, ela estava intensamente grata por Asher ter garantido que suas colegas de quarto permanecessem indisturbadas, dormindo ao longo de suas expressões vocais de êxtase.

“Asher!” ela gritou, sua voz carregada de desejo, vacilando na beira do clímax.

Mas justo quando ela estava prestes a tombar no alívio avassalador, Asher interrompeu abruptamente seus movimentos.

Confusa e frustrada, Violeta inicialmente pensou que ele poderia estar mudando de posição ou provocando-a ainda mais. No entanto, quando ele se levantou e se afastou, a cessação súbita do contato ficou claramente evidente — ele havia terminado.

“O que você está fazendo?” Violeta perguntou com incredulidade e pânico crescente. Ela estava tão excitada que poderia muito bem estar sofrendo de um “blue ball” se tivesse bolas, isto é.

Com um sorriso que parecia ao mesmo tempo cruel e calculista, Asher respondeu, “Esse é o meu presente, pequena roxa. Você vai ansiar, ter fome, e queimar por mim, seu rei. Somente por mim.”

Ele a compelira.

Ela era uma tola.

Uma tola por ter caído nisso.

As palavras de Asher atingiram Violeta como um banho frio, extinguindo as chamas de seu desejo com a sombria realização de sua astúcia manipuladora.

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