Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 58
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58: O Pedido de Desculpas de uma Rainha 58: O Pedido de Desculpas de uma Rainha “Você é louco! Solta-me, Asher!” Violeta se debatia ferozmente contra ele, sua frustração fervendo. Mas seus esforços eram fúteis porque o aperto de Asher era como ferro, firme e inabalável.
“Você fez isso com você mesma,” respondeu Asher calmamente, sua voz desprovida de malícia mas cheia daquela irritante autoridade que ele exercia tão facilmente. “Todo ato tem consequências. Culpe-se por esta, pequena roxa.”
“Pare com isso agora! Você perdeu a cabeça, seu psicopata?” Violeta rosnou, contorcendo-se furiosamente numa tentativa de se libertar.
Asher se inclinou, sua respiração quente contra a orelha dela. “Psicopata? Talvez. Mas o que isso faz de você quando deliberadamente desobedece minhas ordens? Quando tenta me deixar para trás? Supostamente somos um time, quem faz isso?”
A pele dela arrepiou com as palavras dele. Certamente, ele não estava falando sério. Não poderia estar. Ele realmente acreditava que ela estava presa a ele?
A maneira como ela tinha saído depois daquela proposta ridícula deveria ter sido resposta suficiente. Mas não, este era Asher. Ele só ouvia o que queria e descartava o resto.
Decidindo que a força não iria funcionar, Violeta mudou de tática, sua voz suavizada. “Tudo bem, você fez seu ponto, Asher. Não tentarei fugir novamente. Eu não te deixaria, meu rei.” Ela entrou no delírio dele, esperando que isso mudasse a ideia dele.
Mas Asher apenas sacudiu a cabeça. “Aí é que você se engana, Violeta. Não estou fazendo isso só para mostrar algo.”
“Então o quê?” Violeta estalou, sua paciência se esgotando. “Isso é patético, Asher. O que você acha que isso vai conseguir? Você acha que vou me curvar a você? Temer você? Jamais.”
“Temer-me?” Asher repetiu, sua voz baixando para um tom assustadoramente baixo. “Não, Violeta. Não quero que você me tema. Isso é o que te faz diferente. Você me desafia, e eu gosto disso. Mas,” ele fez uma pausa, seu tom escurecendo, “quero que você lembre-se deste momento toda vez que pensar em fugir. Sempre que pensar que pode desafiar o seu rei.”
Antes que Violeta pudesse responder, a mão dele desceu abruptamente contra o traseiro dela. O som foi ensurdecedor no quarto silencioso, a ardência imediata. Os olhos de Violeta se arregalaram enquanto ela ofegava, a sensação sendo ao mesmo tempo chocante e humilhante.
“O quê—!” ela começou, mas outro tapa pousou, mais forte dessa vez, cortando-a. O corpo dela balançou com a força, as bochechas queimando de dor e vergonha.
“Asher, seu bastardo! Você está realmente me espancando?!” ela gritou, incredulidade e raiva colorindo seu tom. O que diabos estava errado com ele?
Asher riu, insuportavelmente convencido. “Claro. Um castigo adequado para uma rainha travessa.”
“Você é completamente louco!” Violeta sibilou, sua voz tremendo de indignação enquanto se debatia contra a prisão dele.
“Linguagem, minha querida,” ele repreendeu, sua mão descendo novamente, a ardência mais aguda do que antes. Violeta mordeu os lábios, determinada a não gritar e dar a ele a satisfação.
“Você vai se arrepender disso,” ela rosnou com os dentes cerrados. “Eu juro, Asher, vou fazer você se arrepender disso.”
Ele fez uma pausa, sua mão descansando levemente em suas costas enquanto inclinava a cabeça, uma imitação de reflexão. “Talvez,” ele refletiu. “Mas no momento, estou me divertindo demais para me importar.”
Outro tapa, depois outro, a ardência aguda durando mais a cada vez. Violeta queria arranhar o rosto dele, gritar com ele, mas tudo o que ela podia fazer era suportar. A satisfação presunçosa que irradiava dele era o que mais doía, e ela jurou ali mesmo que certamente encontraria uma maneira de virar o jogo.
Não foi até o sexto tapa que Violeta parou de contar, incapaz de continuar acompanhando. Suas nádegas pareciam estar em chamas, e ela estava à beira das lágrimas enquanto ele continuava a espancá-la implacavelmente.
Asher se aproximou mais, seu tom zombando. “Você poderia chorar, sabe. Ninguém ouviria você. Suas colegas de quarto estão dormindo profundamente.”
“Você é doente,” Violeta cuspiu, sua voz tremendo de raiva. “Você é um bastardo doentio e torcido.”
“E você, minha rainha roxa, é teimosa demais para o seu próprio bem. Mas não se preocupe,” ele disse, seus lábios formando um sorriso maldoso. “Eu quebrarei essa teimosia eventualmente.”
O próximo tapa foi tão forte que lágrimas finalmente escorreram por suas bochechas. “Eu te odeio, Asher! Eu te odeio pra caralho!” ela gritou.
“Isso é tão bom,” ele disse suavemente, dando outro tapa, “que ódio é só uma linha tênue distante do amor.”
“Ahh!” Violeta berrou, agarrando-se aos lençóis enquanto as lágrimas fluíam livremente. Ela não era tão forte quanto queria acreditar.
“Apenas diga que está arrependida, pequena roxa. Prometa-me que não tentará fugir novamente, e ficaremos bem.”
“Vai se foder!” Violeta cuspiu, sua voz cheia de veneno.
Pah!
Outro tapa.
“Não se preocupe com a parte do foder,” ele disse com um sorriso maroto. “Chegaremos lá eventualmente. Por agora, vamos aproveitar este momento romântico.”
Momento romântico? Espera—o quê?!
Pah! Pah!
“Tudo bem, eu estou arrependida!” Violeta finalmente gritou, sua voz quebrada.
Asher debochou. “Vinte tapas para obter um pedido de desculpas? Você é dura na queda, minha pequena roxa.”
Ele começou a massagear a pele dolorida e avermelhada dela, e ela se encolheu com a sensação. “Então, diga direito. Desculpe-se pelo quê, minha rainha roxa?”
“Desculpe por ter fugido,” Violeta murmurou, recusando-se a encarar os olhos dele.
“E?” ele pressionou, esperando sua admissão completa.
Mas Violeta apertou os lábios. Ela jamais concordaria em ser a rainha dele.
“Você está desculpada pelo quê, minha rainha?” ele repetiu, sua voz rígida.
Pah!
Outro tapa, mais forte do que antes. E, para seu horror, um estranho umedecimento acumulou-se entre suas pernas. Violeta percebeu que estava excitada e amaldiçoou-se pela traição de seu corpo.
“A gata mordeu sua língua, pequena roxa?” Asher provocou, dando outro tapa. Desta vez, para sua completa vergonha, um pequeno gemido escapou de seus lábios.
Asher se inclinou, sua voz um sussurro sedutor. “Diga, Violeta. Pelo quê você está arrependida?”
“Por favor,” ela implorou, sua voz mal audível.
“Por favor, o quê?” ele perguntou, seu tom irritantemente calmo. Então, com outro tapa forte, Violeta enterrou o rosto no colchão, seu gemido abafado escapando pelo quarto.
Asher tinha feito isso de propósito. E Violeta o odiava ainda mais por isso.