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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 56

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  3. Capítulo 56 - 56 Um Apelo à Misericórdia 56 Um Apelo à Misericórdia Punish
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56: Um Apelo à Misericórdia 56: Um Apelo à Misericórdia “Punish me?” Violeta disse nervosamente, apesar de sua tentativa de bravura.

“Claro, minha pequena rainha roxa,” Asher respondeu suavemente, seu tom como seda entremeada por aço.

Ele estendeu a mão e passou pelos cabelos dela, o gesto tão carinhoso que era quase cruel. O contraste entre o toque suave e a escuridão em sua voz enviou arrepios pela espinha dela. “Você tentou fugir de mim, Violeta. Que rainha foge de seu rei?”

“Um rei que é um idiota manipulador e psicopata! E já te disse, não sou sua rainha! Pare de me chamar assim!” ela sibilou, seus olhos dourados cintilando.

Por um breve momento, algo cintilou nos olhos de Asher, uma emoção que ela não conseguia exatamente nomear. Mas então ele puxou seu cabelo de repente e com força, fazendo-a arfar de dor que irrompeu em seu couro cabeludo.

Deus o amaldiçoe!

Asher se inclinou para perto, seu hálito quente contra o ouvido dela, e sussurrou, “Eu disse a você, pequena roxa, você é minha.”

O coração de Violeta batia forte no peito, mas ela recusava a retroceder.

“Eu não sou sua!” ela cuspiu. “Eu não sou uma propriedade para ser possuída. Eu sou uma pessoa com direitos! E se eu fosse pertencer a alguém, você seria a última pessoa que eu escolheria, seu canalha!”

Suas palavras eram corajosas, mas Violeta sabia que provocá-lo era perigoso. Ainda assim, ela não conseguia se conter. Que Asher fosse para o inferno, pelo que ela se importava.

Em vez de raiva, Asher riu. Era um som baixo e maldoso que fez a pele dela se arrepiar. Ele se inclinou mais perto, seus lábios roçando no pescoço dela tão levemente que a fez tremer, embora lutasse para suprimir isso. Não, isso não era atração; era seu corpo reagindo à proximidade dele. Era só isso.

Asher deu um sorriso presunçoso, notando claramente a reação dela. “Não se preocupe, minha pequena rainha,” ele disse com um ronronar provocante. “Vamos ver quanto tempo você se agarra a essas palavras atrevidas depois que eu terminar com você.”

De imediato, a desafiância de Violeta vacilou, sua expressão substituída por um repentino medo. “O que você vai fazer comigo?” ela engoliu.

O sorriso dele se aprofundou, escuro e cheio de promessas não ditas. “Algo que você não vai odiar.”

Violeta engoliu, imaginando o que diabos ele queria dizer com aquilo.

Antes que ela pudesse questioná-lo mais, Asher recuou, sentando-se despojadamente aos pés da cama dela como se o lugar fosse dele. Sua postura estava relaxada, mas seus olhos ardiam com intensidade.

“Tire suas roupas,” ele comandou de repente, sua voz gotejando com autoridade.

Os olhos de Violeta arregalaram de choque, e ela abriu a boca para protestar, mas sentiu a força do poder dele a atingir como uma onda. Seu corpo se movia contra a sua vontade, seus dedos já alcançando a bolsa nas suas costas.

Não! Ela não queria isso! Mas suas mãos não obedeciam.

A bolsa caiu no chão, seguida pelo seu casaco escuro. Pânico e humilhação percorreram suas veias enquanto ela alcançava o cós de suas calças pretas. Ela não tinha controle, seu corpo compelido a obedecer cada palavra dele.

Suas calças escorregaram, deixando-a parada ali, apenas de regata branca e calcinha preta. As bochechas de Violeta ardiam de humilhação, suas mãos tremiam conforme se moviam para a bainha de sua regata. Ela queria parar, mas estava impotente, e completamente à mercê de Asher. E isso a enfurecia demais.

“Deixe o resto,” Asher comandou, sua voz interrompendo o tormento dela.

Ela foi liberada da influência do controle dele e Violeta cambaleou para trás, agarrando-se à sua camisa como se fosse uma armadura. O alívio a inundou, mas foi breve. Ela sentia o olhar de Asher passando por ela, seus olhos cinzentos-fendidos devorando-a como se ela fosse uma presa.

Seus suspiros vinham em jatos curtos, todo o seu corpo tenso. Ela encarava Asher, mas o sorriso bastardo dele era largo, como se ele desfrutasse de cada segundo do tormento dela.

Então Violeta decidiu mudar as regras do jogo dele. Ela fechou os olhos de uma vez.

Os poderes de Asher só funcionavam quando ele estava encarando nos olhos da vítima. Se Asher quisesse compelir ela, teria que abrir os olhos dela sozinho. Violeta estava apostando que a suposta afeição dele por ela faria com que ele evitasse machucá-la.

“O que você está fazendo?” ele perguntou surpreso.

Violeta não vacilou, não se moveu. “O que você acha que eu estou fazendo? Você poderia me deixar cega de tanto manter esses olhos abertos,” ela estalou. Sua resolução era inflexível.

“E por que eu faria isso, minha rainha roxa?” A voz de Asher estava de repente em seu ouvido, tão perto que ela podia sentir o calor de seu hálito contra sua pele.

Violeta deu um pulo, assustada. Ela nem sequer o tinha ouvido se mover. Como é que ele estava atrás dela já? Mas ela se lembrou com uma praga silenciosa: Ele é um lobisomem, idiota. Lobisomens eram rápidos, furtivos, predadores por natureza.

Ainda assim, não importa o quanto fosse tentador espiar e ver o que ele estava fazendo, ela não ousava abrir os olhos.

“Você acha que eu vou machucar minha rainha?” Seu tom estava repleto de descrença, mas carregava uma borda perigosa que fazia o estômago de Violeta se revirar.

Antes que ela pudesse responder, ela sentiu o toque mais leve de sua mão em suas costas. O contato enviou um choque por ela, um arrepio que ela não queria reconhecer. Seu corpo a traiu, quase arqueando ao toque dele antes que ela se controlasse.

Oh, deuses. Ela estava em apuros.

Violeta pensou que sua desafiância faria Asher recuar. Ela assumiu que o orgulho dele ou a relutância em machucá-la terminariam o impasse. O que ela não havia considerado era a astúcia dele. Asher Nightshade não jogava limpo, e ela estava começando a ver o quão perigoso isso o tornava.

Suas mãos trilhavam levemente por seu estômago, o breve contato fazendo sua respiração se prender na garganta. Tão rápido quanto a sensação apareceu, desapareceu, deixando-a mais tensa do que antes.

“O que você está fazendo?” Violeta perguntou, sua voz tremendo apesar de tentar parecer estável. Seu coração corria, batendo alto em seus ouvidos. Ela não podia prever ele, não podia antecipar onde ele atacaria a seguir. Ele era como uma sombra, se movendo com um silêncio fantasmagórico que a desconcertava.

“Por que você não abre os olhos e descobre, minha rainha roxa?” ele provocou, sua voz uma provocação sedosa, agora vindo da esquerda dela.

A tentação de abrir os olhos era avassaladora. Roía nela como um sussurro insidioso, instigando-a a ter apenas uma espiada.

Mas Violeta não era ingênua, isso era exatamente o que ele queria. Asher estava brincando com ela, manipulando-a, puxando cada corda que podia para fazê-la sucumbir.

Exceto que ela não lhe daria a satisfação.

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