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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 49

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  3. Capítulo 49 - 49 Paredes de Uma Jaula Invisível 49 Paredes de Uma Jaula
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49: Paredes de Uma Jaula Invisível 49: Paredes de Uma Jaula Invisível Etiqueta e Dinâmicas Sociais era uma aula sobre a qual Violeta tinha genuína curiosidade, principalmente porque ela não fazia a menor ideia do que se tratava. O título soava sofisticado, como algo retirado do manual de uma socialite de sangue azul.

Se ela tivesse mais tempo — ou menos caos dominando sua vida — ela poderia ter tirado um momento para olhar o currículo. Mas, considerando que ela havia começado a escola no dia seguinte à sua chegada e tinha estado afogada em drama desde então, pesquisar detalhes das aulas não havia exatamente entrado para sua lista de prioridades.

Violeta parecia ter um dom para se atrasar, pois quando ela empurrou a porta e entrou, a aula sobre etiqueta e comportamento social já estava a pleno vapor. Violeta mal conseguiu dar dois passos na sala antes de congelar, prendendo a respiração.

Sua parada súbita não tinha nada a ver com a professora, que pausou no meio da frase e a olhou com uma sobrancelha erguida. Não, a paralisia de Violeta veio da visão inesperada dele.

Asher Nightshade.

E não apenas ele, todos os Alfas Cardeais estavam aqui.

Seu estômago despencou quando seus olhos se voltaram para o canto da sala, onde os quatro alunos mais infames e poderosos da Academia Lunaris estavam sentados. Eles exalavam uma dominância sem esforço que fazia o resto da sala desaparecer ao fundo.

Relaxados, porém inegavelmente comandantes, sua presença por si só mudava a energia na sala. Juntos, todos os quatro eram uma muralha de carisma, poder e perigo, uma combinação que deixava todos à beira, quer percebessem ou não.

Seu pulso acelerou ao perceber que todos os quatro pares de olhos coloridos — âmbar, esmeralda, azul elétrico e cinza fumaça — haviam voltado toda a atenção para ela. Era como um predador travando em sua presa, e ela estava ali, exposta, vulnerável e desarmada.

Por que diabos eles todos estavam aqui? Violeta pensou, com o pulso acelerando.

Não era preciso ser um gênio para perceber que os Alfas Cardeais raramente ocupavam o mesmo espaço a menos que houvesse algum propósito por trás disso. Eles sentados juntos como algum conselho de elite do caos, não era nada reconfortante.

Eles não eram os melhores amigos de forma alguma, apenas se toleravam quando isso atendia às suas agendas individuais. Se estavam reunidos assim, só poderia significar encrenca. E, pelo jeito que todos os quatro estavam focados nela, ela tinha um pressentimento de que a encrenca poderia envolvê-la.

“Senhorita Violeta, eu presumo?” a voz da professora interrompeu seus pensamentos, trazendo Violeta de volta ao presente como um tapa de água gelada.

A cabeça de Violeta ergueu-se, seus olhos dourados encontrando o olhar ansioso da professora.

“Sim, senhora?” ela respondeu, insegura e já sentindo os nós em seu estômago se apertarem.

“Ótimo,” disse a mulher, soando definitiva, se não quase alegre. “Nós estamos esperando por você há tanto tempo, e estou tão feliz que você finalmente chegou aqui.”

“Nós?” Violeta perguntou, sua voz vacilando enquanto ela engolia em seco. “Eu não entendo.”

A professora, Senhora Clarkson, colocou seu elegante tablet sobre sua mesa com um ar de finalidade, seus saltos polidos clicando contra o chão enquanto ela se aproximava. “Você não foi cheirada, Violeta, e isso é um requisito para essa aula, caso você não tenha percebido.”

O fôlego prendeu no peito de Violeta, seu pulso acelerando. Ela lutou para manter sua expressão neutra, mas seu nervosismo traiu sua inquietação enquanto ela gaguejava, “C—cheirada? Eu eh… não entendo o que você quer dizer com isso.”

“Não é nada para se temer, Violeta Roxa,” a Senhora Clarkson disse com um sorriso quase maternal que não ajudou a acalmar os nervos de Violeta. “É algo que todos os humanos aqui passaram, e ninguém foi prejudicado. Confie em mim, é para sua própria segurança e bem.”

Ao ouvir isso, uma onda de antecipação percorreu a sala. A atmosfera se adensou com a tensão. Alunos trocaram olhares cúmplices, alguns mal contendo suas risadas enquanto outros ostentavam sorrisos que enviaram um arrepio pela espinha de Violeta.

Sua ansiedade aumentou enquanto seus olhos dourados percorriam a sala. O que eles queriam dizer com “cheirada”? Ela sabia que os lobisomens tinham muitos costumes únicos, mas não tinha ideia do que ser “cheirada” envolvia.

Quando seu olhar pousou em Lila, sua suposta amiga, Violeta viu que ela rapidamente desviou os olhos, com culpa estampada em seu rosto. Claro. Convenientemente esquecendo de mencionar esse pequeno detalhe, hein, Lila?

Violeta tinha muitos pensamentos passando pela cabeça enquanto procurava um plano de fuga, mas as próximas palavras da Senhora Clarkson selaram seu destino.

“Como a situação exige, vamos levar isso para fora, não é?” a professora anunciou.

Antes que Violeta pudesse sequer protestar, os alunos irromperam em movimento, ansiosos e elétricos com a excitação. O som de cadeiras raspando contra o chão e sussurros ansiosos enchia a sala, abafando o pânico crescente de Violeta. Seu coração começou a bater selvagemente, cada batida ecoando em seus ouvidos como um tambor.

“Vamos lá, pequena,” a Senhora Clarkson disse, seu aperto firme enquanto agarrava o braço de Violeta e começava a guiá-la em direção à porta, ignorando qualquer tentativa de resistência.

Violeta cambaleou atrás dela, meio arrastada, meio caminhando, enquanto elas saíam da sala de aula e se espalhavam pelo gramado extenso. O espaço aberto era vasto, exuberante e enganosamente pacífico. Mas a energia crepitante no ar fazia parecer que ela estava pisando em um campo de batalha.

Os alunos rapidamente formaram um círculo frouxo ao redor dela, seus rostos iluminados com antecipação. O olhar de Violeta saltava de um rosto para outro, sua inquietação crescendo a cada sorriso malicioso e lampejo de travessura que ela captava. Ela estava cercada, encapsulada em uma parede de excitação predatória que fazia seu estômago revirar. O que exatamente eles planejavam fazer com ela?

A voz da Senhora Clarkson soou alegremente, quebrando o silêncio tenso. “Muito bem, pessoal, vamos prosseguir. Vou deixar nas mãos dos lobos, vocês todos sabem o que fazer, certo?”

Espera, o quê?!

Ai Deus, não de novo.

O coração de Violeta quase parou naquele momento. E, como ela temia, todos os quatro Alfas Cardeais deram um passo à frente. Não apenas eles, os outros lobos pareciam segui-los.

“Você está pronta, minha rainha roxa?”

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