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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 363

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Capítulo 363: Família Turner

“Você já está perfeito. Pare de se mexer, Patrick,” Cynthia repreendeu o médico depois que ele se olhou no espelho pela enésima vez.

Patrick suspirou. “É só a cicatriz. Ela ainda…” Ele parou, gesticulando vagamente para seu rosto, as palavras recusando-se a sair.

Sua família provavelmente conhecia a história por trás daquela cicatriz e, sem dúvida, zombaria dele por deixar um lobisomem levá-lo a melhor.

Mas Cynthia pressionou uma mão contra seu peito e disse, “Você deve usar essa cicatriz como um distintivo de honra. Você sobreviveu a um ataque de lobisomem. Não qualquer lobisomem, mas um alfa cardinal. Quantas pessoas podem dizer o mesmo? Sua família especialmente?”

Então, se elevando nas pontas dos pés, ela o beijou brevemente. “O mundo é seu esta noite, meu amor. Conquiste-o.”

Um sorriso lento cruzou o rosto de Patrick. Ele estendeu a mão, oferecendo sua mão, e Cynthia colocou a dela sobre a dele com um leve rubor.

“Bem, obrigada,” ela disse suavemente.

De mãos dadas, ele a conduziu para a sala onde sua família o esperava.

“Bem, veja quem finalmente decidiu aparecer? Nosso próprio irmãozinho, Patrick Vale.” Vera Turner aplaudiu lentamente, seu tom gotejando sarcasmo. “Embora, seu rei Alfa saiba sua verdadeira identidade? Ou o fato de que seu nome é falso, Elias?” Sua voz mudou, os olhos escurecendo com alegria distorcida.

“Esse não é o jeito de falar com seu irmão, Vera,” Moria Turner repreendeu do lado.

Vera revirou os olhos.

“Ah, bem,” disse um homem no canto, bebida na mão, “acho que seu filho favorito está aqui.”

Esse era Joseph Turner, o filho mais velho da Família Turner que era de caçadores de lobisomem, descendentes de Gerald, o general que fomentou a guerra entre humanos e lobos.

“Venha aqui, meu bebê,” Moria disse a Patrick, braços estendidos.

Ele se aproximou e a abraçou. Eles se seguraram por um longo minuto até que ela se afastou e pressionou um beijo completo nos lábios dele. “Senti sua falta, meu menino.”

Dos bastidores, Cynthia manteve o rosto neutro, embora uma carranca puxasse suas sobrancelhas.

“Quem é ela?” Vera perguntou de repente por trás, assustando-a.

Cynthia quase saltou.

Vera sorriu com satisfação, aquele brilho em seus olhos afiado. “Ela é sua, irmão?”

“Ela não é ruim,” Joseph interveio, sua voz próxima demais.

Cynthia gritou de novo. Essas pessoas realmente adoravam surpreender os outros.

Ele a olhou sem vergonha. “Nada mal.” Então ele inclinou a cabeça em direção a Patrick. “Posso ficar com ela por uma noite, Elias? Prometo trazê-la de volta inteira.” O sorriso em seu rosto não combinava com a promessa em suas palavras.

Cynthia sentiu seu estômago revirar. Patrick a avisara de que sua família não era normal. Vindo de uma casa disfuncional, ela pensou que poderia lidar com qualquer coisa. Mas agora, ela não tinha tanta certeza.

“Você não vai colocar a mão nela,” Patrick o avisou.

“Ooh, nosso irmãozinho finalmente criou coragem,” Vera provocou. Ela estendeu a mão e trouxe uma mecha de cabelo de Cynthia para o nariz, inalando profundamente. “Ela cheira bem também,” ela gemeu. “Adoraria ficar com ela quando você terminar.”

“Com licença?” Cynthia recuou, olhando fixamente.

Joseph riu. “Isso, se sobrar algo para guardar depois que terminarmos.”

“Então eu deveria pegar minha parte agora?” Vera ronronou. “Talvez apenas uma mecha do cabelo dela. Uma lembrança.”

“Você vai manter as mãos longe de mim!” Cynthia disparou, puxando uma arma do bolso e apontando-a entre eles.

“Oh, ela é ousada. Eu gosto disso.” O tom de Joseph estava divertido, sem se abalar com a arma apontada para ele.

“Cynthia, abaixe a arma,” Patrick disse firmemente.

Mas como ela poderia? A sala parecia estar cheia de hienas, e ela não conseguia dizer qual delas era mais perigosa.

Os lábios de Vera se curvaram. “Ou talvez, eu pudesse ajudá-la a fazer isso.” As palavras mal saíram de sua boca antes que ela se movesse rapidamente.

Cynthia nem percebeu que a arma havia sido tirada até que ela sumiu, sua mão vazia e torcida atrás de si. A próxima coisa que sentiu foi metal frio contra sua garganta e Vera pressionada por trás, seu aperto inabalável.

“Joseph gosta de armas,” Vera murmurou em uma voz cantada, seu hálito quente contra a orelha de Cynthia, “mas eu gosto de facas. Quero dizer, eu adoro o jeito como elas cortam a pele suavemente.” Para provar seu ponto, ela cortou levemente a lâmina na pele de Cynthia.

Um suspiro agudo escapou dos lábios de Cynthia enquanto uma linha fina de dor florescia em seu pescoço.

Vera sorriu. “Viu?”

Antes que alguém pudesse piscar, Patrick já estava ao lado de Vera, uma agulha pressionada contra a garganta dela.

“Solte a Cynthia agora, sua louca,” ele disse com uma voz fria. “Ou você vai descobrir exatamente o que há dentro desta seringa, e acredite, você não vai gostar.”

Mas Vera apenas riu, apertando mais seu aperto em Cynthia. “Está vendo?” ela disse, olhos brilhando com uma emoção desequilibrada. “Joseph gosta de suas armas. Eu gosto de minhas facas. E Elias gosta de seus cordões. Mas você não quer descobrir do que a mamãe querida gosta.”

“Vera.” A voz de Patrick se tornou mais afiada, e ele empurrou a agulha mais fundo até que uma pequena gota de sangue surgiu em sua pele. Ele não estava blefando.

Mesmo assim, Vera não vacilou. “Ela sabe sobre nossa família,” ela disse com um tom leve, mas mortal. “Ela precisa morrer.”

Joseph suspirou. “Diz a que contou a todos os seus namorados sobre nós.”

“E é por isso que nenhum deles pode ser encontrado na face da terra novamente.” Vera caiu na gargalhada, selvagem e errada.

Patrick não se moveu. “Cynthia é a única razão de todos vocês estarem aqui esta noite. Caso contrário, eu preferiria queimar no inferno do que convocar qualquer um de vocês. Então solte-a.”

“Vera, solte a garota,” a voz de Moria finalmente cortou a tensão, cansada e firme. “Patrick voltou para casa. Não estrague isso.”

“Tudo bem,” Vera resmungou. Ela empurrou Cynthia para frente com um olhar de desaprovação.

Patrick a segurou e a puxou para seu lado sem hesitar, protegendo-a. Isso foi um erro. Ele nunca deveria tê-la trazido aqui.

Mas antes que ele pudesse pensar mais, Moira avançou com um sorriso largo demais. “Venha, filha,” ela disse docemente a Cynthia. “Conte-me tudo sobre essa droga que Elias afirma poder matar lobisomens.”

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