Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 361
Capítulo 361: Eu Não Sou Um Monstro
“Por que você não pode dormir comigo?” Violeta estava de pé agora, caminhando em direção a ele.
“Não, por favor, pare.” Asher a impediu assim que ela se aproximou. “Não venha mais perto.”
Violeta franziu a testa. “Eu não entendo. Por que você não quer dormir comigo?” Ela engoliu. “É o meu corpo? Tem algo de errado com ele? Algo que você não gosta? Ou você não me quer mais?”
“Droga. Merda. Não é você. Sou eu.”
“Do que você está falando?” Violeta estava preocupada agora. Se não fosse ela, mas ele, então…?
Seus olhos se arregalaram. “Por acaso, você tem problemas de desempenho?”
“O que?”
O olhar de Violeta percorreu o corpo dele. “Mas isso não faz sentido. Você não é pequeno ou algo assim.” Seu rosto corou. “E você não tem problemas para se animar também. Ou é que você não consegue liberar?”
Asher ficou atônito por um instante, depois gemeu. “Não. Não é isso.”
Ele passou as mãos pelo rosto, depois olhou para ela com dor nos olhos. “Você estava na minha cabeça da última vez. Lembra?”
Ah, ela se lembrava. Nenhuma criança deveria ter presenciado aquele tipo de abuso.
Violeta apenas assentiu.
Asher parecia preferir cair morto a reviver aquela experiência, mas ele se forçou a falar. “Você se recorda daquela cena específica onde Henry me ensinou uma lição sobre mulheres?”
“Oh Deus.” Violeta sentiu seu estômago se revirar. Ela já sabia aonde isso estava indo.
Asher olhou para ela como se fosse uma deusa sagrada. “Desde a primeira vez que te vi, Violeta, eu te quis. Te desejei. Eu sonhei com este dia. Mas então…”
Violeta engoliu, se preparando.
“Cada vez que olho para você, aquela cena passa diante dos meus olhos. Eu não consigo tirar isso. Está preso lá. Ele bagunçou minha cabeça e agora estou quebrado!” Asher gritou, batendo a mão contra a cabeça em frustração.
“Asher, não!” Violeta correu para ele, coração disparado enquanto segurava seu pulso antes que ele pudesse se machucar. “Não. Não é sua culpa! Você não está quebrado.”
Lágrimas arderam nos olhos de Violeta. “Não se destrua por causa daquele monstro. Ele não merece. Se você não está pronto, tudo bem. Eu vou esperar.”
“Eu estou pronto!” Asher rebateu, teimoso. “Eu só não quero te machucar. E se eu acabar sendo pior do que ele?”
Violeta segurou seu rosto com as duas mãos, firme. “Escute-me, Asher. Você não é Henry. E nunca será. Você me ouviu?”
“Mas você sabe que eu tenho a escuridão dele dentro de mim. Ele me criou para ser como ele. Um monstro.”
“Todos têm escuridão dentro deles, Asher. É isso que nos torna humanos. Mas você pode escolher o que fazer com ela.” Ela olhou diretamente nos olhos dele. “Você quer ser um monstro?”
Asher balançou a cabeça. “Não.”
“Bom.” Violeta assentiu, satisfeita. “Se você vai ser algum tipo de monstro, então que seja o meu. Meu monstro. Meu bom monstro.”
“Não existe isso de monstros bons, Violeta.”
“Existem sim,” Violeta ronronou, acariciando o rosto dele. “Eles só não são muito vocais sobre isso.”
Sua mão deslizou pelas costas dele, até alcançar a toalha amarrada na cintura. Ela o sentiu se enrijecer e deixou sua mão ali.
“Você confia em mim, Asher Nightshade?”
“Confio,” ele murmurou. “Com minha vida.”
“Bom.” Violeta deu-lhe um sorriso malicioso. “Agora aqui está o que vamos fazer…”
Ela usou a outra mão para traçar levemente o mamilo dele, observando o arrepio que percorreu seu corpo. “Henry entrou na sua cabeça? Vamos despejá-lo. Como? Vou fazer um boquete em você, Asher, e vou te chupar até o inferno. ”
Seu sorriso alargou-se. “E enquanto faço isso, tudo que preciso que você repita é: ‘Eu não sou um monstro como meu pai.’ Você não vai parar até acreditar nisso. Se você sequer pausar no meio, eu vou morder seu pau fora. Entendeu?”
“Isso é aterrorizante,” Asher disse, sem fôlego mas sorrindo. “Estou dentro.”
“Esse é o Asher que eu conheço.” Violeta sorriu docemente e ao mesmo tempo, arrancou a toalha de sua cintura tão rápido que ele nem teve a chance de reagir.
Ela disse com autoridade. “Começamos agora.”
Asher Beladona se preparou enquanto Violeta se ajoelhava, repetindo ‘Eu não sou um monstro como meu pai,’ mesmo enquanto sua mão envolvia o pau dele, acariciando-o lentamente.
Deusa, ajude-o, aquilo parecia tão bom. Asher pensou sem perder o ritmo da sua repetição. Ele era um mestre de controle e precisão, características que seu pai havia incutido nele desde jovem. Então sim, ele confiava em sua habilidade de aguentar e realizar isso.
Mesmo enquanto seus músculos se contraíam ao toque dela, Asher continuava dizendo as palavras.
Então Violeta disse, “Olhe para mim. Quero que você olhe para mim, Asher, enquanto eu te tomo. Quero esse momento gravado em sua memória, para substituir aquele distorcido que Henry deixou para trás.”
E ele olhou. Mas tudo que Asher pôde ver foi fome e desejo bruto ardendo nos olhos de Violeta enquanto ela tomava todo seu comprimento em sua boca.
Querido senhor, tenha misericórdia.
Sua cabeça caiu para trás, um arrepio rasgando seu corpo enquanto sua repetição escorregava— trêmula, mas ainda persistente.
Violeta tinha a boca cheia de Asher, e esse era exatamente o ponto. Ela queria que ele perdesse o controle de ferro que ele tinha, para afogar cada dúvida e medo em prazer. Esse trauma não teria lugar em sua vida. Não essa noite. Não com ela.
Asher bateu na garganta dela e Violeta trouxe suas mãos para cima, segurando a bunda firme dele enquanto o chupava diligentemente, sua língua girando ao redor dele em intervalos.
“Eu não sou um monstro igual—caralho, isso é bom.” A repetição de Asher vacilou, o prazer rompendo sua compostura.
E esse deslize em si foi uma falha.
Ele sentiu um beliscão agudo em seu pau e gritou, uma mistura de dor e prazer rasgando nele. Droga, por que isso parecida com o paraíso?
“Você vai ser a morte de mim, Violeta,” ele gemeu, voz rouca.
Então veio outra mordida, e Asher quase perdeu o controle.
Ele riu sem fôlego através da névoa de sensações. “Essa é uma baita punição, garotinha.”
Violeta quis falar, mas acabou chupando ao longo do comprimento dele, a vibração reverberando através dele.
Deus. Isso era sexy pra caralho.
“Eu não sou um monstro como meu pai,” Asher continuou, desta vez mais firme, a crença finalmente se fixando.
Suas mãos se emaranharam no cabelo de Violeta, seus quadris começando a se mover enquanto ele se guiava mais fundo em sua boca. Com cada estocada, o peso de seu trauma se levantava um pouco mais.
“Deus, Violeta…,” ele gemeu, voz rouca, como se exorcizasse algo sombrio de sua alma.
Então isso a atingiu. Oh caralho.
“Violeta —não, espere… ” Ele ainda estava dizendo, mas era tarde demais.
Dessa vez, quando Violeta o mordeu, isso o levou direto ao limite. Toda aquela tensão, todo aquele controle, finalmente se quebrou. Um rosnado surgiu do peito de Asher quando ele gozou dentro da boca dela e Violeta não desperdiçou uma gota, engolindo tudo.
Depois, Violeta recuou lentamente, recuperando o fôlego. Ela limpou a boca com as costas da mão e mexeu o maxilar com uma careta brincalhona.
Bem, Nancy parece estar certa sobre essa parte.