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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 339

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Capítulo 339: Rodada 1

Assim que a porta se fechou atrás deles, Violeta girou em direção a Asher.

“Asher, você está—”

Ela não conseguiu terminar.

Em vez disso, Violeta soltou um grito quando Asher agarrou um punhado de seu cabelo, puxando forte o suficiente para fazê-la se dobrar. Seus corpos estavam pressionados um contra o outro, e ela podia sentir o calor de sua respiração enquanto ele sibilava entre os dentes cerrados, “Você tem um desejo de morte ou algo assim? Como você pôde correr para a arena daquele jeito? Meu animal de um pai poderia ter te matado. Isso foi imprudente, Violeta.” Ele puxou mais forte para enfatizar seu ponto.

Doeu. Deusa, doeu, mas a dor só despertou algo selvagem dentro dela. Algo sombrio. Algo que desejava isso.

Ela riu bem na cara dele. “Imprudente? Sim. Mas eu salvei sua pele e chutei a dele.”

“Eu não preciso ser salvo,” Asher rosnou, seus rostos tão próximos agora que tudo o que ela precisava fazer era se inclinar para frente e seus lábios se chocariam. E julgando pelo comprimento duro pressionando em seu estômago, ele estava tão excitado quanto ela.

“Ah, meu doce Asher,” ela zombou, sorrindo para ele, “Você precisava ser salvo. Então, de nada.”

Um rosnado gutural rasgou da garganta de Asher, seus lábios se retraindo para revelar dentes afiados como navalha, seus olhos brilhantes mostrando um vislumbre de seu lobo. Mas Violeta não estava intimidada. Se algo, o ar ao redor deles ficou mais quente, denso com a tensão sexual crepitante.

“Porra,” Roman gemeu do lado. “É só comigo ou essa briga está deixando todo mundo excitado?”

Mas ele não era o único. Os pequenos pelos no corpo de Violeta estavam arrepiados com a estática no ar.

Alaric.

Bem, Violeta não podia culpá-los. Asher tinha uma maneira de te fazer tanto furioso quanto feroz. E agora, ela estava muito mais feroz do que furiosa.

Ela se inclinou para beijá-lo. Mas para seu choque, Asher se afastou.

“Que diabos…” Violeta piscou, completamente sem palavras.

Mas Asher virou as costas para ela, encarando os outros homens. “Nossa namorada parece ser fã de punição,” ele anunciou, sua voz cheia de diversão maliciosa.

Então, lentamente, ele se virou para ela novamente, encarando-a diretamente nos olhos. “E punição ela terá.”

Violeta engoliu seco quando a realidade a atingiu. Ela estava presa em uma sala com quatro machos alfa. Todos eles seus namorados. O ar ficou mais pesado, carregado de temor sombrio e antecipação perigosa.

Então Griffin falou, sua voz profunda reverberando pela sala. “Vocês acham que ela pode lidar com nossa punição?”

Era tanto um desafio quanto uma provocação. Violeta ergueu o queixo audaciosamente, encarando todos eles. “Eu não sou uma galinha. Posso aguentar o que vocês me jogarem.”

Alaric riu maliciosamente. “Veremos sobre isso, Raposa.”

Roman esfregou as mãos alegremente. “Então, com que punição começamos?”

Asher, o que estava no controle, deu a ordem. “Griffin, tire as roupas dela.”

Violeta disse a si mesma que estava pronta. Ela disse mesmo. Mas quando Griffin caminhou em sua direção como um predador, seu coração começou a bater selvagemente em seu peito.

Antes que ela pudesse sequer abrir a boca, Griffin já tinha rasgado sua camisa como um homem das cavernas, deixando-a ofegante. Suas roupas penduravam em tiras enquanto ele continuava rasgando até que ela estivesse apenas de sutiã e calcinha fio dental. Ele intencionalmente as deixou, seu olhar escuro com apreciação.

Griffin sorriu enquanto alcançava sua calcinha, mas a voz de Asher o interrompeu. “Deixe-as. Quero aproveitar essa visão um pouco mais.”

Griffin recuou, e Violeta sentiu seus olhares percorrerem cada centímetro de seu corpo. Para ser honesta, ela não tinha planejado que isso acontecesse naquela noite. Ela tinha vestido a roupa íntima combinando apenas porque era bonita. Agora, ela estava vendo um grupo de lobos alfa se sentirem bem com isso.

Ela bufou, mascarando o calor subindo em seu rosto. “O que vem agora?”

Asher caminhou, agarrando seu queixo rudemente, forçando-a a olhar para ele. Seu sorriso era pura crueldade. “Quando terminarmos com você, vamos ver se você ainda estará sorrindo.”

Então ele recuou, dando outra ordem. “Griffin, nossa pequena Violeta precisa de uma boa surra. Tenho certeza de que você sabe o que fazer.”

Ah, porra. Não Griffin! Isso ia doer pra caramba.

Violeta mal teve tempo de reagir antes que Griffin a agarrasse e a jogasse sobre seus ombros como se ela não pesasse nada. Ela se contorceu e chutou, mas era inútil.

Ela estava completamente ferrada.

Griffin carregou-a com facilidade, jogando-a na cama como se fosse uma criança. A maciez do colchão fez pouco para amortecer a maneira como ele a manipulou, virando-a de modo que seu estômago pressionasse os lençóis, seu traseiro perfeitamente arqueado e exposto.

“Fique quieta,” Griffin rosnou, sua grande mão pressionando firmemente entre suas omoplatas, mantendo-a presa no lugar.

Violeta abriu a boca para protestar, mas um grito agudo escapou em vez disso enquanto a palma dele acertava sua bunda. A dor rasgou através dela, quente e ardente. Ela ofegou, suas bochechas ruborizadas, o som reverberando na sala, alimentando o fogo que já ardia baixo em seu ventre.

A palma de Griffin conectou-se com sua parte de baixo repetidamente, cada golpe enviando um choque de dor que rapidamente se transformou em algo mais. Algo viciante. A dor transformou-se em um pulsar profundo dentro dela, e antes que percebesse, estava mordendo o lábio, a queimadura misturando-se deliciosamente ao calor acumulando entre suas coxas.

Quando o quinto golpe veio, Violeta já estava tentando apertar as pernas para algum tipo de alívio, mas Griffin riu sombriamente e usou o joelho para afastá-las novamente.

“Ah-ah,” ele provocou naquela voz rouca dele. “Punição significa sem atalhos, pequena roxa.”

Violeta soltou um gemido estrangulado, qualquer vestígio de orgulho escorregando por seus dedos enquanto seu corpo cedia. Quando Griffin finalmente parou, sua mão permanecendo na curva de suas partes vermelhas, ela estava tremendo, seus pensamentos embaçados com nada além de pura necessidade.

Era humilhante o quão molhada ela se sentia, quase como se sua calcinha tivesse derretido no processo.

Griffin inclinou-se, sua voz roçando em seu ouvido. “Tudo feito. Por enquanto.”

Ele finalmente a soltou, e Violeta desabou na cama, ruborizada e sem fôlego, seus pensamentos dispersos e bagunçados.

Mas não havia terminado.

Asher se posicionou na frente da cama, seu sorriso malicioso cortando a névoa. “Agora, rumo à segunda rodada.”

Oh Deus….

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