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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 323

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Capítulo 323: A Surpresa de Asher

Violeta estava enredada nos braços de Griffin, suas respirações suaves e constantes, o peito dele subindo e descendo contra suas costas.

Seu braço musculoso estava lançado protetoramente ao redor de sua cintura, ancorando-a no lugar enquanto seu nariz estava enterrado em seu cabelo, respirando o aroma sutil que era unicamente Violeta.

Seu calor a envolvia, seu cheiro a ancorava, e naquele casulo de conforto, ambos se aprofundavam ainda mais no sono.

O encontro com os pais ocorreria mais tarde naquela noite, então ambos tinham bastante tempo para si mesmos e não estavam preocupados em serem perturbados. Bem, não por muito tempo.

O toque agudo do telefone de Griffin cortou o silêncio pacífico, chocante, mas não o suficiente para agitá-los. Tocou uma vez, e ambos ignoraram, aninhando-se mais próximos, como se desafiando o mundo a tentar mais arduamente separá-los.

Tocou novamente, mais persistente e estridente, mas ainda assim, nenhum deles se mexeu. Violeta pressionou seu rosto mais fundo no braço dele, e o aperto de Griffin em torno dela apenas se intensificou, um suspiro baixo e contente escapando de sua garganta.

Mas o terceiro toque finalmente perfurou suas defesas aconchegantes. Violeta foi a primeira a se mexer. Sua testa estava franzida enquanto ela deixava escapar um murmúrio sonolento. “Griffin,” ela murmurou, sua voz ainda pesada de sono. “Atenda seu telefone.”

Com um gemido de pura irritação, Griffin estendeu cegamente a mão para o telefone sem sequer abrir os olhos.

“Alô?” ele murmurou, sua voz rouca.

“Traga Violeta,” veio a voz familiar do outro lado. Era curta, direta ao ponto e então a ligação acabou.

Griffin lentamente abaixou o telefone, piscando agora enquanto Violeta se mexia em seus braços para olhar para ele, seu cabelo uma bagunça suave e selvagem ao redor do rosto.

“Quem era esse?” ela perguntou, esfregando os olhos.

Griffin deixou escapar um longo suspiro. “É Asher.” Relutantemente, ele tirou o braço de ao redor dela, sentando-se. “Ele quer que eu te leve de volta à escola agora.”

Violeta piscou, confusa. “Por quê?”

“Eu não—” Griffin começou, mas seu telefone vibrou novamente com uma nova mensagem. Ele a abriu, franzindo a testa enquanto lia. “Asher diz que tem uma surpresa para você.”

“Surpresa?” Violeta repetiu, sentando-se mais ereta, sua curiosidade aguçada.

No passado, a palavra surpresa de Asher poderia ter deixado seus nervos à flor da pele, mas agora despertava excitação em seu peito. Seja o que for, ela confiava nele.

Com uma explosão de energia, Violeta pulou da cama e correu para pegar suas roupas na varanda onde estavam secando. Ela as vestiu com velocidade relâmpago, seu coração já acelerado. Ela estava cem por cento ansiosa para saber que tipo de surpresa Asher tinha para ela. Então sim, ela mal podia esperar.

“Vamos,” Griffin disse com um sorriso, já vestido também. Ele sabia que estavam prestes a sair de seu quarto onde qualquer um poderia ver e não tinha nenhuma hesitação sobre isso.

Os rumores poderiam voar. Não que Violeta se importasse. Afinal, Alfa Irene praticamente lhes deu sua bênção no almoço de ontem.

Talvez, Violeta pensou com um sorriso maroto, ela tivesse Elsie a agradecer por isso. Se não fosse por ela, ela e Griffin ainda poderiam estar se esgueirando em segredo. Mas não mais.

Os corredores da Casa Leste estavam silenciosos enquanto Violeta e Griffin desciam as escadas. Mas no momento em que chegaram à área comum da Casa Leste, um pequeno grupo de estudantes relaxando por perto virou suas cabeças.

Violeta se preparou, semi-esperando os olhares habituais de indignação. Afinal, ela era uma desajustada andando de mãos dadas com seu Alfa. Mas ao invés disso, o que encontrou foi surpresa?

Surpresa leve, quase casual. Alguns dos membros da matilha até deram sorrisos entendidos ou acenos de aprovação, como se estivessem esperando por esse momento o tempo todo.

Violeta piscou, sua boca se abrindo em descrença. Ela se voltou para Griffin, silenciosamente pedindo uma explicação, mas o garoto grande apenas sorriu e a puxou com um despreocupado “Vamos.”

Ainda atordoada, Violeta se permitiu ser conduzida adiante, tropeçando ligeiramente enquanto sua mente tentava alcançar o ritmo. Infelizmente, coisas boas nunca duram.

No instante em que deixaram a Casa Leste e pisaram nos amplos terrenos da academia, a atmosfera mudou. Estudantes de outras casas estavam por aí, e suas próprias reações eram bem menos contidas.

Eles olhavam para eles de olhos arregalados. Alguns até apontaram dedos para eles em descrença enquanto murmúrios baixos começavam a se espalhar como fogo.

“É aquela… Violeta? Com Griffin Hale? Não pode ser…”

“Será que Elsie sabe disso?”

Alguns até secretamente tiraram fotos deles, mas Griffin não se abalou. Seu aperto na mão de Violeta se apertou com determinação enquanto ele a guiava pela multidão de olhos arregalados.

Quando chegaram aos terrenos da escola, os olhos de Violeta percorreram a área, procurando, mas não havia sinal de Asher.

Ela se virou para Griffin, franzindo a testa. “Você pode perguntar a Asher onde exatamente devemos encontrá-lo?”

“Claro,” Griffin respondeu calmamente, pegando seu telefone para digitar uma mensagem.

Em poucos momentos, a resposta de Asher veio. “Lá fora.”

Violeta soltou um pequeno suspiro de impaciência. “Então vamos.”

Eles pisaram no gramado da frente, onde estudantes e pais estavam espalhados em grupos soltos, risadas ecoando, bebidas nas mãos, aproveitando a atmosfera festiva. Violeta suspirou, escaneando a área novamente.

“Tentando não matar a emoção aqui, mas o que exatamente Asher está planejando—”

Suas palavras prenderam-se em sua garganta enquanto seu olhar se fixava em uma figura do outro lado do gramado.

O coração de Violeta parou.

Sua respiração engasgou.

Não… não poderia ser.

“É aquela—”

Sem outra palavra, sem pensar, os dedos de Violeta deslizaram do aperto de Griffin enquanto ela começava a correr, pés batendo na grama.

“Nancy…!”

O nome caiu dos lábios de Violeta enquanto ela se lançava para frente. E então braços familiares e adorados a envolveram fortemente, puxando-a para o tipo de abraço que tempo ou distância não poderia enfraquecer.

“Minha doce criança,” Nancy sussurrou contra o cabelo de Violeta, sua voz em ebulição com emoção.

Violeta se agarrou à sua mãe, rosto enterrado em seu ombro, ombros tremendo enquanto lágrimas escorriam por suas bochechas.

Elas ficaram ali, envolvidas uma na outra, alheias aos olhares curiosos de estudantes e pais.

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