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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 316

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Capítulo 316: Sua Punição – 1

No momento em que os passos do Alfa Henry desapareceram pelo corredor, foi quando Elsie saiu de seu transe.

“Sua vadiazinha! Você fez isso de propósito, não fez?!” ela gritou, avançando em direção a Violeta com toda a graça de um gato selvagem.

Mas ela não chegou longe porque Asher estava na frente de Violeta em um piscar de olhos. “Toque nela,” ele rosnou, sua voz cortando o corredor, “e eu arranco seu rosto.”

O poder Alfa em sua voz atingiu Elsie tão forte que ela congelou no meio do passo, fazendo seus olhos se arregalarem e sua respiração ficar presa. Até mesmo Caroline cambaleou em seu lugar, seus lábios se abrindo em descrença atônita.

“Asher?” Caroline exalou, como se estivesse tentando processar o que estava vendo, como se o garoto diante dela não fosse o mesmo herdeiro gracioso que ela uma vez elogiou.

Mas Asher nem sequer a olhou. Seus olhos cinzentos estreitos, afiados como vidro, se voltaram para ela com o desprezo frio de um predador avaliando um inseto.

Então, sem uma palavra, ele agarrou a mão de Violeta, dedos firmes mas seguros, e saiu tempestuosamente, deixando a multidão atônita.

Violeta sabia que Asher estava furioso. Ela podia ver na linha tensa de seu maxilar, no puxão afiado de seus ombros, na maneira como seus dedos se enrolavam ao redor dos dela um pouco apertado demais enquanto a arrastava. Ela não protestou. Sim, não saiu uma palavra. Em vez disso, Violeta o seguiu silenciosamente e obedientemente.

Os estudantes por quem passaram sabiam melhor e não ousaram sussurrar, nem arriscar um segundo olhar, não quando a aura de Asher estava rachando como uma tempestade prestes a explodir.

Os corredores foram gradualmente esvaziando enquanto caminhavam, até que finalmente, quando não havia ninguém à vista, Asher a puxou para dentro de uma sala de aula vazia.

A porta bateu atrás deles.

No próximo suspiro, Violeta estava espremida rudemente contra a parede com o rosto de Asher tão perto que ela conseguia sentir o calor de sua raiva.

“Qual é o seu problema?!” ele disparou, sua voz áspera, e suas narinas se dilatando.

“Eu queria você longe do meu pai, e você vai e se joga nele como algum tipo de sacrifício?! Você perdeu a cabeça?!”

Mas antes que ele pudesse continuar, Violeta girou rapidamente, girando-o para que suas costas atingissem a parede com um estrondo. Ela pressionou seus quadris contra os dele, sua voz baixa e aquecida.

“Em primeiro lugar,” ela murmurou, olhos brilhando, “não grite comigo.”

Asher rosnou, suas mãos subindo como se fosse empurrá-la, mas ela empurrou de volta com seus quadris, um pouco forte demais, pressionando contra ele sem querer.

Ele soltou um gemido gutural, metade raiva, metade frustração.

Isso não era o que Violeta planejava, mas funcionou a seu favor de qualquer maneira.

“Em segundo lugar,” ela disse, sua voz uma ameaça de veludo, “eu disse, não grite comigo.”

Asher abriu a boca para retrucar, para liberar tudo o que estava embolado em seu peito, mas o dedo de Violeta subiu, pressionando suavemente contra seus lábios.

“Pela terceira vez,” ela sussurrou, voz como um ronronar perigoso, “ainda não grite comigo.”

Por um longo instante, Asher apenas olhou para ela, seu peito subindo e descendo, a tensão tão apertada que poderia se romper.

Então, com um xingamento abafado, Asher inclinou a cabeça para trás contra a parede e soltou um longo suspiro, seus ombros afundando em rendição.

Violeta estava indo arruiná-lo. E a pior parte? Ele nem se importava.

Quando Asher finalmente falou, sua voz estava calma. “O que você estava pensando?”

Violeta se moveu com confiança preguiçosa, envolvendo os braços em torno do pescoço dele, seus lábios se curvando em um leve sorriso. “O que você acha?” ela perguntou a ele. “Eu estava punindo ele por você. Não que minha pequena brincadeira sequer arranhe a superfície do que ele fez você passar.”

Asher ficou rígido, sua respiração parando. “Você fez isso… por mim?” ele perguntou, sua voz áspera de incredulidade.

“Claro,” Violeta disse levemente, roçando um rápido e provocante beijo contra a boca dele. “Por que mais eu perderia meu tempo com gente como ele?”

Por um segundo, Asher apenas ficou ali, como se o ar tivesse sido arrancado dele. “Ninguém nunca fez isso por mim,” ele murmurou, o tom cru em sua voz fazendo Violeta parar no meio do caminho de roubar outro beijo.

Ela piscou, então sorriu para ele, seus dedos puxando gentilmente seu cabelo. “Bem, é melhor você começar a se acostumar,” ela sussurrou, “porque isso é apenas o começo.”

E foi isso. Asher explodiu.

Com um som baixo e faminto, ele a puxou para si e chocou sua boca contra a dela, beijando-a intensamente, como se tivesse esperado a vida inteira apenas por isso.

Violeta derreteu nele, retribuindo o beijo com tanto fogo. Quando Asher finalmente se afastou, estava claro que foi preciso cada grama de seu controle para fazê-lo. Sua respiração estava pesada, e seus olhos ainda travados nela como se ela fosse a única coisa mantendo-o de pé.

“Aprecio você me defendendo,” Asher murmurou, seu polegar acariciando o maxilar dela, “mas não faça isso de novo. Mesmo uma pequena brincadeira como essa, e Henry já está procurando me fazer te punir. Só os deuses sabem o que ele faria a seguir se você continuar provocando ele.”

Mas Violeta apenas sorriu, olhos brilhando com desafio. “Não tenho medo,” ela retrucou. “Além disso, esse era o ponto. Se algo acontecer comigo depois disso, todos os olhares vão direto para Henry e isso não serão apenas sussurros. Ele é um suspeito certo.”

Então seu sorriso se tornou malicioso, sua voz caindo para um ronronar brincalhão. “E eu ouvi ‘punição’ ali? Exatamente como você estava planejando lidar com isso, Alfa?”

Asher soltou uma risada áspera, balançando a cabeça. “Nem vá por aí. Você não está pronta para o que eu tenho em mente.”

Violeta arqueou uma sobrancelha, seu sorriso afiado em um desafio. “Quem diz? Experimente,” ela desafiou suavemente, seus olhos ardendo. “Eu posso lidar com você.”

Os olhos de Asher escureceram em um instante, sua voz caindo para um tom autoritário. “Fique de joelhos.”

Os olhos de Violeta se arregalaram, surpresa piscando em seu rosto quando o significado afundou nela.

Honestamente, Asher nem esperava que ela o levasse a sério. Ele nem havia depositado muita fé em ela seguir em frente. Mas para seu choque, sem uma palavra, Violeta se ajoelhou graciosamente diante dele.

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