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Desafie o(s) Alfa(s) - Capítulo 306

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Capítulo 306: Resolvam o Quebra-Cabeça Juntos

O silêncio que se seguiu foi, no mínimo, constrangedor.

No início, Violeta queria nada mais do que falar com ele e esclarecer as coisas entre eles, mas agora que seu desejo havia sido concedido, Violeta não sabia o que dizer.

“Eu sinto muito.”

“Eu sinto muito.”

Disseram ao mesmo tempo, seus olhos se encontrando em surpresa.

“Deixe-me ir primeiro,” Asher disse.

“Não,” Violeta balançou a cabeça. “Deixe-me ir primeiro.”

Ela respirou fundo para se acalmar. “Desculpe por ter descontado em você. Eu estava com raiva, mas deveria ter lhe dado a chance de explicar antes de tirar conclusões precipitadas. Então sim, sinto muito mesmo.”

“Você não precisa se desculpar, Violeta. Foi tudo culpa minha. Se eu não tivesse ido investigar sua ascendência pelas suas costas, não teríamos brigado.” Ele pausou, olhando-a diretamente nos olhos. “Eu não gosto que a gente brigue.”

Imediatamente, Violeta se lembrou do garotinho que havia visto em sua memória, aquele que ficava na cama à noite, desejando um tipo diferente de milagre. Seu coração apertou. Ela não queria trazer de volta esse tipo de dor para ele.

Não havia garantia de que Asher não apertaria seus botões novamente, mas Violeta decidiu naquele momento. Ela controlaria melhor seu temperamento de agora em diante.

Asher a olhou, os olhos escuros e sinceros. “Desculpe pelo que fiz. Você encontraria um lugar em seu coração para me perdoar, Violeta Roxa?”

Houve um momento de silêncio enquanto Violeta o estudava, logo antes de um sorriso cruzar seus lábios. Não era do tipo provocador, mas um sorriso gentil, cheio de bondade.

“Desculpas aceitas, Asher Beladona. “Embora…” Seus olhos brilharam com aquela curiosidade aguçada que ele havia aprendido a conhecer tão bem. “Estou muito interessada em saber o que você descobriu sobre mim.”

“Muito bem, então.” Asher concordou imediatamente. “Vamos começar.”

Violeta engoliu em seco, sua respiração prendendo levemente enquanto a curiosidade e a antecipação faiscavam em sua pele. Ela ansiava pela verdade há tanto tempo, mas agora que estava diante dela, seu coração pulsava com um tipo estranho de medo. E se mudasse tudo?

“Eu acredito fortemente que seu pai biológico está vivo.”

“O quê?” Violeta engasgou, seus olhos se arregalando ao perceber a revelação como um tapa.

Lila nunca havia falado muito sobre seu pai, apenas que ele era a razão pela qual tinha sido separada de sua mãe biológica. E que ele era perigoso e alguém a ser evitado a todo custo.

Asher não parou por aí.

“Isso não é tudo. Ele sabe muito bem onde você está, considerando que tem mantido um controle sobre você.”

Violeta engoliu em seco, seu coração batendo mais alto.

Um suor frio escorreu por sua espinha, sua respiração trêmula, enquanto sua mente girava.

Ele sabia onde ela estava?

Morando no distrito desolado um, sua vida inteira tinha sido praticamente um segredo. Se o homem tinha seus olhos nela todo esse tempo, por que não veio atrás dela? Se ele pretendesse matá-la, não teria feito isso já?

Simplesmente não fazia sentido. A menos que houvesse algo que ela estava perdendo. Ou talvez Asher estivesse enganado?

Ela tentou se ancorar na razão. “Como você tem tanta certeza de que é meu pai biológico e não minha mãe?”

“Por causa do conteúdo das cartas que ele enviou ao longo dos anos.” As sobrancelhas de Asher franziram. “Eles não parecem algo que uma mulher escreveria. Tem muito orgulho. Muitos planos.” Ele pausou. “Eu não gosto disso.”

Ele levantou a cabeça lentamente, seus olhos encontrando os dela.

“E parece que você já conheceu sua mãe biológica. Quem é ela?”

Ah.

Então era isso. Uma troca de informações. Ela deveria saber que nada vinha sem custo quando envolvia Asher Beladona.

Violeta ignorou completamente sua pergunta, perguntando ao invés disso. “Onde estão as cartas?”

Asher não cedeu. “Quem é ela, Violeta?”

Ele reformulou, “O que você é?”

Os lábios de Violeta se apertaram. “Sinto muito, Asher, mas não posso lhe contar isso. É para a sua própria segurança.”

Asher zombou, o sarcasmo pingando de suas próximas palavras. “Eu pareço assustado para você?”

Ela suspirou, exasperada. “Não se trata de medo, Asher. Isso não é um desafio de escola. É perigoso, realmente perigoso. E eu jamais me perdoaria se algo acontecesse com você por minha causa. Este é meu fardo para carregar. Minha batalha.”

Sem dizer uma palavra, Asher se levantou e cruzou o espaço entre eles.

Violeta tensionou-se enquanto ele se ajoelhava diante dela, o movimento inesperado. Então, gentilmente, ele pegou sua mão na dele e pressionou um beijo suave em seus dedos.

“Você pode confiar em mim, minha rainha roxa,” ele murmurou contra sua pele. “Eu nunca te machucaria. Eu nunca usaria seu segredo contra você, se é isso que te preocupa. Eu juro.”

Seus olhos levantaram, segurando os dela com intensidade. “Se algo, eu daria minha vida por você, amor. Isso é o que eu prometo.”

Violeta engoliu em seco, silenciosamente surpresa pela suavidade em seu tom e pela forma como suas palavras a envolviam como uma armadura e calor ao mesmo tempo.

“Além disso,” ele acrescentou rapidamente, uma sombra de astúcia passando por seu olhar agora, “veja quanta informação você obteve de mim em apenas uma sessão. Imagine o que poderíamos conseguir juntos. Se trabalhássemos como um só, talvez pudéssemos descobrir toda a verdade e a identidade de seu pai. Poderíamos resolver este quebra-cabeça juntos, princesa.”

Asher beijou a mão dela novamente, desta vez deliberadamente devagar. Era um movimento destinado a quebrar sua resistência, e estava funcionando.

Violeta estava sinceramente tentada a contar a verdade para Asher. Ela confiava nele. Mas então, o aviso de Lila continuava soando alto em seus ouvidos.

Ela suspirou. “Eu preciso de tempo. Tempo para pensar sobre isso.”

“Leve todo o tempo que precisar, minha rainha roxa, mas não demore muito. Se alguém pretende te machucar, eu quero estar preparado para isso. Você não sabe o quanto você significa para mim, Violeta Roxa.” Sua voz era reverente enquanto ele beijava seus dedos, um por um, o gesto provocando o mesmo calor que Alaric e Roman haviam despertado mais cedo.

Violeta já ansiava por Asher há algum tempo, mesmo que ele alegasse que ela não estava pronta. Mas este era o quarto de Griffin… com certeza ele não se importaria se fizessem bom uso dele.

Assim que Violeta começou a relaxar, pronta para aumentar a chama, Asher aproveitou a deixa e anunciou: “Além disso, sua mãe está acasalada.”

“O quê?!” Violeta gritou, cada pingo de desejo desaparecendo de seu corpo de uma vez.

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